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Como um banco escapa à crise e sobrevive para contar a história : O caso do Ban...

Autor(es): Liberato, Ana Rodrigues cv logo 1

Data: 2011

Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.5/3748

Origem: Repositório da UTL

Assunto(s): Grupo Santander; Banco Santander Totta; Crise; Crédito; Política de Risco; Política Comercial; História das Crises; Santander Group; Banco Santander Totta; Crisis; Credit; Risk Policy; Commercial Policy; Crisis History


Descrição
A crise financeira do início do século XXI atingiu proporções de enorme dimensão no que respeita ao sistema bancário. Mas nem todas as instituições bancárias sofreram da mesma maneira o impacto da crise. O objectivo do meu trabalho é o de encontrar algumas explicações para o facto de o Banco Santander Totta, banco onde sou colaboradora, ter resistido melhor à crise do que os outros bancos portugueses. Numa primeira parte abordo a questão de saber o que têm sido as crises ao longo da História. Muitas das crises a que a Humanidade assistiu têm pontos de contacto com a realidade que vivemos agora. Desde que há economia há crises. Mas a de 1929 ficou na memória colectiva como uma das mais graves. Procuro sistematizar os vários tipos de crises. E concluir que a actual crise se caracteriza exactamente por acumular factores de várias crises anteriores, cada um potenciando os factores negativos dos outros. O caso específico de Portugal é objecto de atenção especial. Descrevo a seguir a cultura institucional do Banco Santander que se caracteriza por privilegiar o aspecto prudencial do seu desenvolvimento e por uma estabilidade accionista muito significativa. Utilizando alguns dos rácios mais importantes para avaliar o desempenho dos bancos, comparo o Banco Santander Totta com os seus principais competidores. A comparação é-lhe francamente favorável. Concluo com a minha apreciação das razões que mais contribuem para aquele resultado. A diluição de custos e o acesso a fontes de financiamento permitida pela participação num grupo internacional com a projecção do Grupo Santander, a prudência do banco na gestão da sua política de crédito, a relativamente menor exposição a dívidas soberanas, uma política comercial que permite angariação de liquidez, são algumas das razões que identifico nas conclusões do meu trabalho. The financial crisis of the beginning of the 21st century has reached proportions of a great dimension in what respects the banking system. The aim of my work is to find some explanations for the fact that Banco Santander Totta, where I am currently working, managed to resist the crisis in a better way than the other Portuguese Banks. In a first part, I address the issue of knowing what crisis have been throughout History. Many of the crisis that Humanity has seen, have similarities with the reality we live in. Since economy exists, crisis exists as well. But the one of 1929, stayed in the collective memory as one of the worst. I try to systematize the different types of crisis. And conclude that the current crisis, can be characterized by the accumulation of some of the factors of the previous different crisis, each one aggravating the negative factors of the others. The specific case of Portugal is discussed with special attention. In the following part, I describe the institutional culture of Banco Santander whose highlights are the importance of the prudential aspects of its development and its remarkable shareholder stability. Using some of the most important ratios to evaluate the performance of banks, I compare Banco Santander Totta with its main competitors. The comparison is rather favorable to the bank I am studying. I conclude with my appreciation of the reasons that most contribute to that result. The dilution of costs and the access to funding sources allowed by the bank’s participation in an international group with the importance of Santander Group, the bank’s prudence in its credit policy management, its minor exposition to sovereign debts, its commercial policy that results in increasing liquidity, these are some of the reasons that I mention in the conclusions of my work. Mestrado em Economia Internacional e Estudos Europeus
Tipo de Documento Dissertação de Mestrado
Idioma Português
Orientador(es) Borges, Maria Rosa
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