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  1. 1

    Wild mushrooms for Alzheimer’s disease

    Publicação
    por Silva, Margarida Lobo
    Outros Autores: Reis, Filipa S.; Grosso, Clara; Pérez, Diana Valverde; Barros, Lillian; Martins, Rosário
    Alzheimer’s disease (AD) is among the most incident, debilitating, and widespread forms of dementia. AD causes the decline of cognitive function, making overall day-to-day tasks difficult and even impossible. Despite extensive research, its origin and progression are still unclear, and no efficient treatment is available to prevent disease progression or mitigate symptoms. Due to the low efficiency in the available treatments, natural compounds have arisen as an alternative. These are gaining crescent relevance and have been explored, given their promising results as immunomodulatory, anti-inflammatory, or neuroprotective factors. Mountain natural resources, specifically mushrooms, are among the most studied sources of bioactive molecules. The Montesinho Natural Park, located in northeast Portugal, has incredible mushroom biodiversity, which has been exploited to obtain health-beneficial compounds, namely with anti-inflammatory potential. This work aimed to study different mushroom extracts and isolated compounds for the prevention and progression of AD. So far, our work aimed at bringing insight into the effect of extract administration in neuroblastoma and endothelial cell lines through the MTT viability assay, as well as studying their effects on acetylcholinesterase (AChE) and butyrylcholinesterase (BuChE), enzymes known to be involved in AD pathogenesis through a modified Ellman’s method: dry extracts were resuspended in tris-HCl 50mM + 10% DMSO to concentrations between 2 and 0.03125 mg/mL for enzymatic inhibition assays. To be considered promising, extracts must not cause cellular death of over 15-20% and cause enzymatic inhibition. So far, our results using nine mushroom extracts show low-to-no cytotoxicity in concentrations between 100 and 6.25 µg/mL in endothelial and neuroblastoma cell lines. High concentrations of Lycoperdon umbrinum extract caused cytotoxicity levels of approximately 35% in endothelial cells after 24h treatment; different extracts caused cell proliferation in both cell lines, the most evident being 128% in the lowest concentrations of Russula delica and Boletus fragrans. The most promising results were obtained for Boletus aereus, which, while not cytotoxic, inhibited both enzymes by 60%. Around 30% AChE inhibition was achieved for the two highest concentrations of Agaricus silvicola and Boletus fragrans making both extracts good candidates for further studies.
    2023 documento de conferência Portugal acesso aberto
  2. 2

    Tracing the path between mushrooms and Alzheimer’s Disease—a literature review

    Publicação
    por Silva, Ana Margarida
    Outros Autores: Preto, Marco; Grosso, Clara; Vieira, Mónica; Delerue-Matos, Cristina; Vasconcelos, Vitor et al.
    Alzheimer’s disease (AD) is well-known among neurodegenerative diseases for the decline of cognitive functions, making overall daily tasks difficult or impossible. The disease prevails as the most common form of dementia and remains without a well-defined etiology. Being considered a disease of multifactorial origin, current targeted treatments have only managed to reduce or control symptoms, and to date, only two drugs are close to being able to halt its progression. For decades, natural compounds produced by living organisms have been at the forefront of research for new therapies. Mushrooms, which are well-known for their nutritional and medicinal properties, have also been studied for their potential use in the treatment of AD. Natural products derived from mushrooms have shown to be beneficial in several AD-related mechanisms, including the inhibition of acetylcholinesterase (AChE) and β-secretase (BACE 1); the prevention of amyloid beta (Aβ) aggregation and neurotoxicity; and the prevention of Tau expression and aggregation, as well as antioxidant and anti-inflammatory potential. Several studies in the literature relate mushrooms to neurodegenerative diseases. However, to the best of our knowledge, there is no publication that summarizes only AD data. In this context, this review aims to link the therapeutic potential of mushrooms to AD by compiling the anti-AD potential of different mushroom extracts or isolated compounds, targeting known AD-related mechanisms.
    2023 artigo Portugal acesso aberto
  3. 3

    Caraterização química de amostras silvestres e comerciais de Achillea millefolium L.

    Publicação
    por Dias, Maria Inês
    Outros Autores: Barros, Lillian; Carvalho, Ana Maria; Alves, Rita C.; Oliveira, M. Beatriz P.P.; Ferreira, Isabel C.F.R.
    As plantas medicinais têm vindo a ser usadas desde tempos ancestrais e surgem hoje em dia como uma alternativa aos produtos sintéticos, devido à sua riqueza em compostos bioativos. Achillea millefolium L. pertence à família das Asteraceae e é vulgarmente conhecida como milefólio ou milfolhada, sendo muito comum em prados, caminhos, campos de cultivo e quintais. No presente trabalho, foram caracterizadas amostras comerciais e silvestres de A. millefolium em termos de composição nutricional e perfil em açúcares livres, ácidos orgânicos, ácidos gordos e tocoferóis, determinados por técnicas cromatográficas acopladas a diferentes detectores (HPLC-RI, HPLC-PDA, GC-FID e HPLC-fluorescência, respetivamente). Os hidratos de carbono, seguidos das proteínas, foram os macronutrientes maioritários em ambas as amostras. A amostra comercial mostrou um teor mais elevado de gordura, proteínas, cinzas, valor energético e açúcares totais A amostra silvestre revelou maior conteúdo em hidratos de carbono; também revelou a presença de rafinose, ácidos gordos polinsaturados e ácidos orgânicos. Relativamente aos tocoferóis, ambas as amostras revelaram um perfil muito semelhante, apesar da amostra silvestre ter mostrado uma maior concentração em tocoferóis totais. Os resultados obtidos são uma prova clara que as plantas usadas na medicina tradicional podem ter aplicabilidade não só em produtos caseiros mas também na indústria alimentar e farmacêutica como fonte de compostos bioativos.
    2019 artigo Portugal acesso aberto
  4. 4

    Caracterização do perfil fenólico de extratos aquosos de Matricaria recutita L. obtidos por decocção

    Publicação
    por Caleja, Cristina
    Outros Autores: Barros, Lillian; Oliveira, Maria Beatriz P.P.; Santos-Buelga, Celestino; Ferreira, Isabel C.F.R.
    As plantas aromáticas são usualmente utilizadas no nosso quotidiano na preparação de infusões e decocções por apresentarem benefícios comprovados para a saúde do consumidor. A presença de compostos fenólicos poderá ser responsável por esses efeitos. Neste trabalho, submeteram-se amostras de Matricaria recutita L. (camomila) a uma extração por decocção para posterior caracterização química por HPLC-DAD-ESI/MS. Nessa análise foram identificados dezanove compostos fenólicos dos quais nove flavonoides e dez ácidos fenólicos. Os ácidos fenólicos representaram o grupo maioritário presente nas decocções de M. recutita (23,66±0,27 mg/g de extrato liofilizado), no qual quatro compostos foram identificados como possíveis derivados do ácido cafeoil-2,7-anidro-3-desoxi-2-octulopiranosónico (CDOA), sendo o di-CDOA o ácido mais abundante (6,83±0,05 mg/g). De entre os flavonoides identificados (concentração total: 17,89±0,91 mg/g), o luteolin-O-glucurónido surgiu como o composto principal (4,80±0,54 mg/g). As flores de camomila poderão ser consideradas para obter ingredientes com propriedades bioativas para utilização individual ou incorporação em alimentos como conservantes naturais e/ou agentes funcionais.
    2019 artigo Portugal acesso aberto
  5. 5

    Caracterização do perfil fenólico do extrato aquoso e hidroetanólico de Rosmarinus officinalis L.

    Publicação
    por Ribeiro, Andreia
    Outros Autores: Caleja, Cristina; Barros, Lillian; Santos-Buelga, Celso; Barreiro, Maria Filomena; Ferreira, Isabel C.F.R.
    Desde a antiguidade, as plantas têm suscitado grande interesse pelos benefícios que trazem para a saúde humana. Em particular, algumas espécies de plantas, para além das suas características aromáticas, constituem uma fonte natural de diversos compostos bioativos nomeadamente compostos fenólicos, que têm sido associados a propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, entre outras. Neste trabalho, estudaram-se amostras de Rosmarinus officinalis L. fornecidas pelo Cantinho das Aromáticas Lda. (Vila Nova de Gaia). Prepararam-se duas tipologias de extratos, aquoso e hidroetanólico, que foram subsequentemente caracterizados por HPLC-DAD-ESI/MS. Relativamente ao extrato hidroetanólico, o extrato aquoso apresentou um teor de compostos fenólicos total superior, assim como concentrações dos compostos individuais superiores. O ácido rosmarínico foi o composto mais abundante em ambos os extratos.
    2019 artigo Portugal acesso aberto
  6. 6

    Plantas aromáticas usadas como condimentos: prevalência de ácidos gordos polinsaturados

    Publicação
    por Pereira, Carla
    Outros Autores: Barros, Lillian; Ferreira, Isabel C.F.R.
    Tradicionalmente, as plantas aromáticas são adicionadas para aprimorar o sabor aos alimentos e substituir o uso excessivo de sal ou condimentos com alto teor em gordura. Reconhecidas desde a antiguidade como alimentos funcionais, estas ervas continuam a ser recomendadas em dietas contemporâneas por fornecerem benefícios fisiológicos adicionais aos requisitos nutricionais mais comuns. De entre os compostos fitoquímicos responsáveis por estas propriedades, destacam-se os ácidos gordos, especialmente os ácidos gordos essenciais, que têm papéis fundamentais no crescimento e na manutenção de um estado equilibrado de saúde. Assim, o presente estudo teve como objetivo comparar a composição em ácidos gordos de vinte e seis espécies amplamente consumidas como condimentos, nomeadamente aneto, cebolinho, coentros, erva-peixeira, estragão, loureiro, malaguetas, orégãos, salsa, segurelha, tomilho-vulgar, manjerona, alecrim, alfazema, carqueja, erva-príncipe, funcho, hortelã-vulgar, hortelã-pimenta, limonete, manjericão, poêjo, salva, stévia, tomilho bela-luz e tomilho-limão. A técnica utilizada foi a de análise GC-FID (cromatografia gasosa com deteção por ionização de chama) e os resultados foram expressos em percentagem relativa dos diferentes ácidos gordos. Nos condimentos analisados, foram encontrados trinta e dois ácidos gordos diferentes, com prevalência de ácidos gordos polinsaturados (PUFA), seguidos dos ácidos gordos saturados (SFA) e monoinsaturados (MUFA). A carqueja revelou a percentagem mais elevada de SFA (60,12%), com a contribuição significativa dos ácidos palmítico (C16:0, 25,66%) e araquídico (C20:0, 13,39%). As malaguetas demonstraram uma prevalência de MUFA com elevadas percentagens de ácido oleico (C18:1n9, 19,26%), enquanto o cebolinho e o funcho apresentaram as maiores percentagens de PUFA, ambas com grandes percentagens de ácidos linoleico (C18:2n6; 22,85 e 24,38%, respetivamente) e α-linolénico (C18:3n3; 47,77 e 45,89%, respetivamente). Com este estudo foi possível aprofundar o conhecimento de várias plantas aromáticas, no que respeita à sua composição em ácidos gordos, permitindo corroborar a relevância da sua contribuição para uma melhorada nutrição.
    2019 artigo Portugal acesso aberto
  7. 7

    Alimentos tradicionais e inovação: uso de atmosferas modificadas e radiação ionizante na conservação da qualidade de azedas (Rumex sp.)

    Publicação
    por Pinela, José
    Outros Autores: Barreira, João C.M.; Barros, Lillian; Cabo Verde, Sandra; Antonio, Amilcar L.; Oliveira, M. Beatriz P.P. et al.
    O crescimento do setor dos vegetais embalados prontos a comer tem levado à introdução de novos produtos e à adoção de tecnologias de conservação mais eficientes, seguras e sustentáveis. Neste sentido, este estudo teve como objetivo avaliar a eficácia de diferentes atmosferas de embalamento e de diferentes doses de radiação ionizante na conservação de azedas (Rumex induratus) armazenadas a 4°C durante 12 dias. Ambos os tratamentos tiveram efeitos positivos e negativos na qualidade das amostras. Tendo em conta a contribuição de todos os parâmetros analisados, foi possível concluir que o embalamento a vácuo foi a melhor opção para conservar a qualidade global das amostras durante o armazenamento, seguido do embalamento em atmosfera enriquecida em árgon. Este estudo destacou também o potencial das azedas na indústria dos alimentos minimamente processados.
    2019 artigo Portugal acesso aberto
  8. 8

    A influência da radiação por feixe de eletrões na composição nutricional de flores comestíveis de Bauhinia variegata L. provenientes do Brasil

    Publicação
    por Heleno, Sandrina A.
    Outros Autores: Villavicencio, Anna L.C.H.; Barros, Lillian; Ferreira, Isabel C.F.R.
    No presente estudo, flores de Bauhinia variegata L. foram submetidas a radiação por feixe de eletrões em diferentes doses (0,5 e 0,8 kGy) para efeitos de descontaminação e, seguidamente, analisadas em termos de parâmetros nutricionais: composição centesimal (humidade, proteínas, gordura, hidratos de carbono e cinza), perfil em açúcares livres (determinados por HPLC-RI) e em ácidos gordos (analisados por GC-FID) a fim de analisar a influência da radiação por feixe de eletrões nas propriedades nutricionais das amostras. O teor em cinza aumentou ligeiramente com o aumento da dose de irradiação assim como o teor em hidratos de carbono. O teor em proteínas diminuiu nas amostras irradiadas e o teor em gordura diminuiu nas amostras irradiadas a 0,5 KGy. O conteúdo em frutose, glucose e sacarose manteve-se sem alterações significativas, pelo que o teor em açúcares totais também não sofreu alterações. A percentagem de SFA e MUFA diminuiu com a dose de 0,8 kGy, contrariamente ao teor em PUFA que aumentou nas amostras irradiadas com 0,8 kGy. O processo de irradiação não afetou grandemente as características nutricionais, podendo ser útil na descontaminação de flores comestíveis.
    2019 artigo Portugal acesso aberto
  9. 9

    Irradiação gama como uma alternativa segura para preservar as características químicas e bioativas de plantas utilizadas para fins terapêuticos

    Publicação
    por Pereira, Eliana
    Outros Autores: António, Amilcar L.; Barreira, João C.M.; Barros, Lillian; Bento, Albino; Ferreira, Isabel C.F.R.
    As plantas usadas pela indústria requerem tecnologias de conservação e descontaminação eficazes a fim de garantir a sua utilização nas melhores condições. A irradiação é uma tecnologia capaz de descontaminar as plantas, mantendo as propriedades químicas, organoléticas, nutricionais e bioativas. Neste estudo avaliaram-se os efeitos da irradiação gama relativamente nas propriedades químicas, nutricionais e antioxidantes de várias plantas aromáticas e medicinais. Em geral, uma comparação entre as amostras não-irradiadas (controlo) e irradiadas mostrou que o tratamento por irradiação não causou alterações suficientes para definir um perfil químico específico. Assim, a irradiação gama (até 10 kGy) é uma tecnologia viável para as espécies estudadas.
    2019 artigo Portugal acesso aberto
  10. 10

    The chemical characterisation of the maritime pine bark cultivated in northern Portugal

    Publicação
    por Barros, Diana
    Outros Autores: Fernandes, Élia; Jesus, Meirielly; Barros, Lillian; Alonso-Esteban, José Ignacio; Pires, Preciosa et al.
    Maritime pine, scientifically known as Pinus pinaster, holds a vital role in Iberian Peninsula forests, primarily as a source of wood for panels, paper, and cellulose production. Recently, there has been a growing interest in utilising agroforestry by-products to yield valuable chemicals for applications in various sectors, including the food, pharmaceutical, and bioenergy industries. This study aimed to assess the value of the primary by-product of Pinus pinaster from the Minho region of northwestern Portugal, i.e., the bark. The research extensively examined the bark’s chemical and thermal characteristics, including ash content, extractives, lignin, cellulose, hemicellulose, fatty acids, and mineral composition. Additionally, various analytical techniques like FTIR, SEM, DSC, DTG, and XRD were used to observe chemical structure differences. The results reveal that the Pinus pinaster bark primarily consists of lignin (51.15%) and holocellulose (46.09%), with extractives mainly soluble in toluene–ethanol, followed by water, and a small amount of them are soluble in ethanol. The bark contained around 0.44% ash, and heavy metals such as Cd and Pb were not found. During degradation, Pinus pinaster experienced a 10% mass loss at 140 °C. In terms of crystallinity, holocellulose and cellulose showed similar percentages at approximately 25.5%, while α-cellulose displayed the highest crystallinity index at 41%.
    2023 artigo Portugal acesso aberto