Author(s): Rodrigues, Cristiana
Date: 2019
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10198/19559
Origin: Biblioteca Digital do IPB
Subject(s): Testamento vital; Diretivas antecipadas de vontade
Author(s): Rodrigues, Cristiana
Date: 2019
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10198/19559
Origin: Biblioteca Digital do IPB
Subject(s): Testamento vital; Diretivas antecipadas de vontade
Este estudo diz respeito a um fenómeno que trata de preparar um futuro, no qual o ser humano se antevê a si próprio, e nessa circunstância se pretende proteger, ou pelo menos, poupar a sofrimentos ou explorações magoadoras: o Testamento Vital (TV). Por isso fez todo o sentido a criação legal e legitimada do documento que corporiza as Diretivas Antecipadas de Vontade. Todavia, e como é entendível, o conceito inerente às Diretivas Antecipadas de Vontade é algo pouco usado e pouco estudado, em Portugal. A história reflexiva, ético jurídica é recente, pelo que estas palavras e conceitos, representam figuras que são ainda pouco conhecidas e usadas pelo grande público, em geral, e pelos técnicos de saúde em particular. Objetivos: Reconhecer o nível de conhecimentos e os tipos de atitudes dos enfermeiros relativamente ao TV; reconhecer a atribuição da pertinência à temática em estudo e sensibilizar os enfermeiros para a vontade manifestada por cada doente, na sua prática profissional, através da apresentação dos resultados do estudo em contexto laboral. Métodos: É um estudo de natureza mista, quantitativa (exploratório e descritivo), relativamente a 80% de questões e qualitativo, considerando que 20% de questões apresentam respostas que solicitam análise de conteúdo, aplicado a uma amostra de 304 enfermeiros, respondentes, a um IRD produzido para o efeito, através de aplicação em Google Docs entre Janeiro de 2019 e Março de 2019. Resultados: verificou-se que a maioria da amostra (86,3%), apesar de insuficientes, tem conhecimentos acerca do TV. Os resultados revelam que a amostra respondente, demonstra 3 componentes atitudinais: uma boa aceitação relativamente ao tema, outra que refere curiosidade acerca do mesmo, e outra, curiosamente desocultadora, assumindo a falta de formação e informação como o maior obstáculo à utilização e sensibilização para o tema; A pertinência na prática é atribuída por 75% dos respondentes pese embora, haja 7,6% que consideram não ter aplicabilidade e 6,6% que além de não terem formação, não considera ter relevância na prática. Conclusão: o nível de conhecimentos (insuficiente) verificado e a atribuição de pertinência na prática clinica revelam ser essencial o desenvolvimento de esforços para a sensibilização destes profissionais e a formação específica acerca do TV