Author(s):
Rollo, Maria Fernanda ; Cueto-Rodríguez, Adolfo ; Gomes, Pedro Marques
Date: 2024
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.26/51309
Origin: Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna
Subject(s): Polícia; Ciências Policiais; ISCPSI; Ensino Superior Policial
Description
A historiografia portuguesa tem prestado pouca atenção às polícias como objeto central de estudo. A exceção são as polícias políticas, onde têm proliferado trabalhos, como os de Maria da Conceição Ribeiro (1995), Irene Pimentel (2007, 2011, 2013, 2017, 2018, 2022), Dalila Mateus (2011), María José Tíscar (2017), António Araújo (2019) e Duncan Simpson (2022). Isto explica-se, em boa medida, porque os estudos deste tipo de entidade caraterizam bem a natureza autoritária do Estado Novo, ou pelo menos, descrevem o regime de forma mais categórica que as restantes polícias. Há que dizer também, que nesse diferencial do interesse científico entre corporações, para além do significado e interesse que suscitam no quadro dos estudos sobre a natureza autoritária e repressiva do Estado Novo, jogou a favor dos estudos sobre a PVDE, a PIDE e a DGS a disponibilização de um acervo documental devidamente organizado e acessível.