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Submandibular Gland preservation in oral SCC patients

Autor(es): Órfão, João ; Campos, Ana ; Almeida, Gustavo ; Custódio, Sara ; Hebe, Ana ; Montalvão, Pedro ; Magalhães, Miguel

Data: 2021

Origem: Revista Portuguesa de Otorrinolaringologia-Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Assunto(s): submandibular gland; squamous cell carcinoma; oral cavity; glândula submandibular; carcinoma pavimentocelular; cavidade oral


Descrição

Objective: To evaluate the feasibility of submandibular gland (SMG) sparing during surgical treatment with neck dissection in patients with oral cavity squamous cell carcinoma (OCSCC).  Study design: Retrospective study.  Material & methods: The clinical records of patients with OCSCC who underwent surgical treatment between 2010 and 2016 were reviewed and it was compared the survival time and tumor recurrence between those patients in whom the gland was preserved (n=26) versus those in which it was excised (n=51).  Results: There was no statistical difference in the survival (p=0,121) or recurrence rate (p=0,475) between both groups.  Conclusions: The SMG excision doesn’t seem to compromise survival time and recurrence rate in these patients. This suggests that it might be feasible to preserve the gland, considering the patient doesn’t present advanced tumor stage or clinical evidence of SMG invasion. Therefore, we can avoid possible complications of SMG removal with compromise in the quality of patients’ life. 

Objetivo: Avaliar a possibilidade de preservação da glândula submandibular (GSM) no tratamento cirúrgico com esvaziamento ganglionar cervical, dos doentes com carcinoma pavimento-celular da cavidade oral (CPCCO).  Desenho do Estudo: Estudo retrospetivo.  Material e Métodos: Revisão do processo clínico dos doentes com CPCCO submetidos a tratamento cirúrgico primário entre 2010 e 2016, comparando a sobrevida e recidiva tumoral entre os doentes em que houve preservação da GSM (n=26) e aqueles em que foi removida (n=51).  Resultados: Não se verificou diferença estatisticamente significativa na sobrevida (p=0,121) ou na taxa de recidiva loco-regional (p=0,475) entre os grupos.  Conclusões: A recidiva loco-regional e a sobrevida destes doentes não parecem ser condicionadas pela exérese da GSM. Estes dados sugerem poder ser viável a sua preservação, considerando não se tratar de um estadio tumoral avançado nem apresentar evidencia clínica de invasão, podendo assim evitar-se eventuais complicações decorrentes da sua exérese e o compromisso da qualidade de vida dos doentes. 

Tipo de Documento Artigo científico
Idioma Português
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