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Cardboxes in unstructured motor activity with non-walkers in a nursery: exploratory study

Autor(es): Serrão-Arrais, Ana ; Catela, David ; Luís, Helena

Data: 2024

Origem: Encontro Nacional de Educação Básica

Assunto(s): Materiais soltos; atividade não estruturada; brincar; pedagogia ecológica dinâmica; creche; Loose parts; unstructured activities; play; dynamic ecological pedagogy; nursery


Descrição

In unstructured activities, children freely explore self-regulated behaviors. The loose parts model proposes non-functional mobile materials in children's spaces, without adult interference; with pre-school studies revealing it potential; however, we did not find studies in nursery. Eight babies (11.5±1.32 months old, 7 non-walkers) had free access, in the nursery, for 18 minutes, to 12 cardboard boxes of different colors with prehensible dimensions, 6 with content to produce sound, and 1 large movable and scaled box. Babies spent ≈70% of their time standing still or moving without contact with boxes; but, all interacted with them, with an average frequency of 9.88(±4.78) different behaviors per child. Three children established a sequential interaction, in pairs, around the exploration of a small and a large box. Thus, the cardboard boxes allowed babies to engage in autonomous exploratory and physical play, through fine and gross motor skills, revealing some positive and negative non-verbal interaction; also providing episodes of parallel play. Apparently, passive behaviors may have played an important role in their free play. Therefore, there is motor and playful potential in the loose parts model with babies, in an unstructured large group activity, with just one type of object. The pedagogical strategy implemented, a combination of unstructured activity and loose materials, is an example of dynamic ecological pedagogy, with the expression of expected phenomena, such as non-proportionality and multistability, both for motor and playful behaviors, through the regulation of the dimension of card boxes.

Nas atividades não estruturadas, as crianças exploram livremente em comportamentos autorregulados. O modelo de peças soltas propõe materiais móveis afuncionais em espaços infantis, sem interferência adulta; com estudo no pré-escolar a revelar suas potencialidades; porém, não encontrámos estudos na creche. Oito bebés (11,5±1,32 meses de idade, 7 não andantes) tiveram livre acesso, na creche, por 18 minutos, a 12 caixas de cartão de cores diferentes com dimensões preensíveis, 6 com conteúdo para produzir som, e 1 caixa grande móvel e escalável. Os bebés gastaram ≈70% do tempo parados ou em deslocamentos sem contato com caixas; mas, todos interagiram com elas, com uma frequência média de 9,88(±4,78) comportamentos diferentes por criança. Três crianças estabeleceram uma interação, a pares, sequencial, em torno da exploração de caixa pequena e grande. Assim, as caixas de cartão permitiram que os bebés se envolvessem em brincar exploratório e físico autónomo, através de motricidade fina e grossa, revelando alguma interação não-verbal positiva e negativa; propiciando também episódios de brincar paralelo. Comportamentos aparentemente passivos poderão ter tido um papel importante no seu brincar livre. Logo, há potencialidades motoras e lúdicas no modelo de peças soltas com bebés, em atividade não estruturada de grupo alargado, com apenas um tipo de objeto. A estratégia pedagógica implementada, combinação entre atividade não estruturada e materiais soltos, configura-se um exemplo de pedagogia ecológica dinâmica, com expressão de fenómenos espectáveis, como não proporcionalidade e de multiestabilidade, tanto para comportamentos motores como lúdicos, mediante a regulação da dimensão de caixas de cartão.

Tipo de Documento Artigo científico
Idioma Português
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