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VASCULAR SURGERY PRACTICE DURING THE COVID-19 LOCKDOWN — HOSPITAL DA SENHORA DA OLIVEIRA, GUIMARÃES

Author(s): Ferreira, Joana ; Sousa, Pedro Pinto ; Braga, Sandrina ; Simões, João Correia ; Carrilho, Celso ; Mesquita, Amílcar

Date: 2020

Origin: Angiologia e Cirurgia Vascular

Subject(s): Coronavirus; COVID-19; SARS-CoV-2; Pandemic; Vascular Surgery Department; Coronavirus; COVID-19; SARS-CoV-2; Pandemia; Departamento de Cirurgia Vascular


Description

Introduction: Ever since the first positive case was identified on March 2nd in Lousada, a region close to the border of our catchment area, we reacted immediately by systematically repurposing our surgical wards.  Objective: Describe the changed made by our Vascular Surgery Department from March 13 to May 14.  Methods: We collected clinical, operative, and consultation volume data from March 13 to May 14 and we compared it with the historical averages. We also reviewed the documents related to the planification activity.  Results: At the peak of the outbreak, we adopted a split-team policy and encouraged complete team segregation to reduce the risk of intradepartmental cross-contamination. Non-ambulatory surgical volume decreased by 54.8% (from 31 cases to 14 cases), and the ambulatory surgical activity was cancelled. Our in-person consultation volume decreased 86.4%; 73 consultations were completed by phone, in which the patient was never evaluated in-person. In the emergency room the main difference between the pre-pandemic to the pandemic was in the number of patients observed without vascular pathology (82 versus 28).  Conclusions: The adaptation to COVID-19 pandemic reduced significantly the surgical production of our Vascular Surgery Department.

Introdução: Desde que o primeiro caso positivo de COVID-19 foi identificado a 2 de março em Lousada, uma região próxima à nossa área de influência, tivemos que readaptar a nossa actividade clínica.  Objetivo: Descrever as alterações realizadas pelo nosso Serviço de Cirurgia Vascular de 13 de março a 14 de maio.  Métodos: Recolhemos dados clínicos, da actividade cirúrgica, de internamento e da consulta, de 13 de março a 14 de maio e comparamos com o mesmo período do ano anterior. Também fizemos uma revisão dos documentos relacionados com a planificação da nossa actividade.  Resultados: No pico do surto, dividimos a equipa de trabalho e incentivamos a segregação dos elementos para reduzir o risco de contaminação cruzada. O volume cirúrgico diminuiu 54,8% (de 31 casos para 14 casos) e a atividade cirúrgica de ambulatório foi cancelada. O volume de consultas presenciais diminuiu 86,4%: foram realizadas 73 consultas por telefone. No serviço de urgência, a principal diferença entre o perído pré-pandémico e a pandemia foi no número de doentes observados sem patologia vascular (82 versus 28).  Conclusões: A adaptação à pandemia COVID reduziu significativamente a produção cirúrgica do nosso Departamento de Cirurgia Vascular. 

Document Type Journal article
Language English
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