Author(s):
Sousa, Joel Fernando Ferreira ; Rocha-Neves, João ; Macedo, Juliana ; Paulo-Castro, João ; Oliveira-Pinto, José ; Teixeira, José ; Mansilha, Armando
Date: 2019
Origin: Angiologia e Cirurgia Vascular
Subject(s): EVAR; Follow-up; CTA; Ultrasound; Radiation; EVAR; Seguimento; Angio-TC; Ecografia; Radiação
Description
Abdominal aortic aneurysm (AAA) is a cumbersome pathology, with catastrophic consequences when not properly diagnosed and treated. Nowadays, EVAR became an established treatment option for AAA, with better perioperative outcomes when compared to open surgery, and is quickly gaining a position of preference among the patients. However, the occurrence of endoleaks is described as the most common adverse event associated to EVAR. Consequently, we review the definition and classification of endoleaks as well as their potential risks and management. Nonetheless, according to the current follow-up protocols of ESVS, this technique requires an extensive imaging follow-up, usually by means of computed tomographic angiography (CTA), which carries increased economic cost and leads us to discuss related great radiation hazards. Concerning the latter, we also review the selected studies and we concluded that the first month CTA is the single most important imaging exam for patients’ prognosis and, once no complications are found, other reviewed imaging follow-up strategies should be undertaken to minimize radiation exposure and yet further risks for the patients. Therefore, this article establishes an overview about the current evidence and future strategies on EVAR imaging follow-up.
Os aneurismas da aorta abdominal (AAA) constituem uma patologia complexa, com consequências catastróficas se não forem adequadamente diagnosticados e tratados. Atualmente, a reparação de aneurismas endovascular (EVAR) tornou-se numa opção válida de tratamento para os AAA, com melhores resultados peri-operatórios quando comparada com a cirurgia aberta, e está a tornar-se rapidamente na opção preferida pelos pacientes. Contudo, a ocorrência de endoleaks está descrita como o evento adverso mais comum associado ao EVAR. Deste modo, revimos a definição e a classificação dos endoleaks bem comoos seus potenciais riscos e a sua gestão. De acordo com os protocolos atuais de seguimento da Sociedade Europeia de Cirurgia Vascular (ESVS), esta técnica requer um longo seguimento por imagem, habitualmente realizado por angiografia tomográfica computorizada (Angio-TC), o que aumenta os custos e nos leva para a discussão acerca dos riscos da exposição à radiação. Relativamente a este último tópico, revimos também estudos selecionados e concluímos que a angio-TC ao 1º mês é o exame de imagem mais importante para o prognóstico do doente e, se não forem encontradas complicações, podem ser adotadas outras estratégias de seguimento por imagem para minimizar a exposição dos pacientes à radiação e, desta forma, os riscos.