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Condutância estomática e área foliar do meloeiro cultivado em diferentes tipos de solos e submetido ao estresse salino

Autor(es): Lima, Breno Leonan de Carvalho ; Nascimento, Iarajane Bezerra do ; Medeiros, José Francismar de ; Alves, Samara Sibelle V. ; Dombroski, Jeferson Luiz Dallabona

Data: 2011

Origem: Oasisbr

Assunto(s): Cucumis melo L.; crescimento da planta; salinidade


Descrição

Este trabalho foi conduzido em casa de vegetação do departamento de Ciências Ambientais da UFERSA, Mossoró-RN, no período de agosto a setembro de 2010. O objetivo do trabalho foi estudar os efeitos da irrigação com água salina sobre a área foliar e condutância estomática do meloeiro amarelo, híbrido Mandacaru, em diferentes tipos de solos. As amostras de solo foram coletadas nas camadas de 0-20 e 20–40cm, em áreas tradicionalmente cultivadas por fruticultura e hortaliças, no Agropólo Assu/Mossoró, RN. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso em esquema fatorial 5x6, com três repetições. Os fatores foram cinco tipos de solos: S1 (Neossolo quartzarênico), S2 (Argissolo), S3 (Cambissolo), S4 (Neossolo Flúvico) e S5 (Vertissolo), e seis níveis de salinidade da água de irrigação: 0,5; 1,0; 2,0; 3,0, 4,0 e 5,0 dS.m-1, obtidos a partir da mistura de águas com CE de 0,56 dS.m-1 e CE 5,56 dS m-1. O efeito da salinidade sobre o desenvolvimento foliar do meloeiro foi variável em função do tipo de solo onde a cultura foi implantada. A salinidade da água de irrigação reduziu a condutância estomática do meloeiro. A condutividade estomática apresentou maior pico às 8:00 h, para maioria dos solos estudados.

Tipo de Documento Artigo científico
Idioma Português
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