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Clinical analysis of the molar’s foramen diameter according to the age range and pulp and periradicular diagnosis

Autor(es): Rafagnin, Giovana Domitila ; Kato, Augusto Shoji ; Limoeiro, Ana Grasiela da Silva ; Pelegrine, Rina Andrea ; Vito, Laura De ; Fontana, Carlos Eduardo ; Rocha, Daniel Guimarães Pedro ; Machado, Ricardo ; Bueno, Carlos Eduardo da Silveira

Data: 2021

Origem: Oasisbr

Assunto(s): Anatomy; Dental apex; Endodontics.; Anatomia apical; Anatomía; Endodoncia.; Anatomia; Ápice dentário; Endodontia.


Descrição

Introduction: The understanding of the characteristics of the foraminal diameter contributes to the work of the clinician because it allows a selection of the appropriate instruments for the root canals preparation. The aim of this study was to evaluate the foraminal diameter, in vivo, in upper and lower molar canals and to verify an influence of factors such as age group and pulp and periradicular diagnosis. Methods: 150 root canals of 48 upper and lower first and second molars, were divided into groups according to age group: A1 - Under 15 years old; A2 - 16 to 34 years old and A3 - 34 to 50 years old, and according to the diagnosis: Irreversible pulpitis; pulp necrosis and pulp necrosis with asymptomatic apical periodontitis. K files were inserted up to the actual tooth length for a foraminal anatomical instrument selection (FAI). The initial diameter of the tip (D0) of the FAI was considered for the determination of foraminal diameter. The data were analyzed using analysis of variance with three criteria and for multiple comparisons the Tukey test was used. Results: There was a statistically significant difference in the interaction between age group and diagnosis (p <0.001), with the teeth of younger patients (A1) with irreversible pulpitis having larger diameters. Furthermore, it was found that, regardless of age and diagnosis, the diameter was significantly influenced by the type of tooth / canal (p <0.001). Conclusion: The foraminal diameter can vary according to the type of tooth / root canal, with age and diagnosis also influencing the results when analyzed concomitantly.

Introducción: La comprensión de las características del diámetro foraminal contribuye al trabajo del clínico porque permite seleccionar los instrumentos adecuados para la preparación de los conductos radiculares. El objetivo de este estudio fue evaluar el diámetro foraminal, in vivo, en los conductos molares superiores e inferiores y verificar la influencia de factores como el grupo de edad y el diagnóstico pulpar y perirradicular. Métodos: 150 conductos radiculares de 48 primeros y segundos molares superiores e inferiores, fueron divididos en grupos según grupo de edad: A1 - Menores de 15 años; A2 - 16 a 34 años y A3 - 34 a 50 años, y según diagnóstico: Pulpitis irreversible; necrosis pulpar y necrosis pulpar con periodontitis apical asintomática. Las limas de tipo K se insertaron hasta la longitud real del diente (CRD) para una selección de instrumentos anatómicos foraminales (IAF). Se consideró el diámetro inicial de la punta (D0) del IAF para la determinación del diámetro foraminal. Los datos se analizaron mediante análisis de varianza con tres criterios y para comparaciones múltiples se utilizó la prueba de Tukey. Resultados: Hubo una diferencia estadísticamente significativa en la interacción entre el grupo de edad y el diagnóstico (p <0,001), y los dientes de los pacientes más jóvenes (A1) con pulpitis irreversible tenían diámetros más grandes. Además, se encontró que, independientemente de la edad y el diagnóstico, el diámetro fue influenciado significativamente por el tipo de diente / canal (p <0.001). Conclusión: El diámetro foraminal puede variar según el tipo de diente / conducto radicular, y la edad y el diagnóstico también influyen en los resultados cuando se analizan concomitantemente.

Introdução: A compreensão das características do diâmetro foraminal contribui para o trabalho do clínico pois permite a seleção dos instrumentos apropriados para o preparo dos canais radiculares. O objetivo deste trabalho foi avaliar o diâmetro foraminal, in vivo, em canais de molares superiores e inferiores e verificar a influência de fatores como faixa etária e diagnóstico pulpar e perirradicular. Métodos: 150 canais radiculares de 48 primeiros e segundos molares superiores e inferiores, foram divididos em grupos de acordo com a faixa etária: A1 - Menores de 15 anos; A2 - 16 a 34 anos e A3 - 34 a 50 anos, e de acordo com o diagnóstico: Pulpite irreversível; necrose pulpar e necrose pulpar com periodontite apical assintomática. Limas tipo K foram inseridas até o comprimento real do dente (CRD) para a seleção do instrumento anatômico foraminal (IAF). O diâmetro inicial da ponta (D0) do IAF foi considerado para a determinação do diâmetro foraminal. Os dados foram analisados por meio da análise de variância a três critérios e para as comparações múltiplas empregou-se o teste de Tukey. Resultados: Houve diferença estatística significante na interação entre faixa etária e diagnóstico (p < 0.001), sendo que dentes de pacientes mais jovens (A1) com pulpite irreversível apresentaram maiores diâmetros. Ainda, verificou-se que, independente da faixa etária e do diagnóstico, o diâmetro foi significativamente influenciado pelo tipo de dente/canal (p < 0.001). Conclusão: O diâmetro foraminal pode variar conforme o tipo de dente/canal radicular, sendo que faixa etária e diagnóstico também influenciam os resultados quando analisados concomitantemente.

Tipo de Documento Artigo científico
Idioma Português
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