Autor(es):
Pechinim, Isabela ; Barbosa, Giovanna Albéfaro Sandonato ; Werneck, Alexandre Lins
Data: 2021
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Ansiedade; Depressão; Gestantes; COVID-19.; Ansiedad; Depresión; Mujeres embarazadas; COVID-19.; Anxiety; Depression; Pregnant Women; COVID-19.
Descrição
Introduction: The pregnancy period is evidenced by changes, which include physical, psychological and social changes in pregnant women. Objective: To verify anxiety and depression in the COVID-19 pandemic context and the relationship with the defense mechanisms of pregnant women so that coping strategies with professional assistance are developed. Method: Cross-sectional study with descriptive design, quantitative analytical approach, with correlation between variables, developed in a specialized maternal and child center and in the emergency obstetric sector of a hospital, both in the São Paulo countryside. Sixty-one pregnant women participated in the study, 30 from specialized maternal and child center and 31 from the obstetric emergency, aged 18 years or over. Data were collected through two questionnaires, one with sociodemographic data and the other with open and closed questions about positive and negative defense mechanisms. To assess symptoms of anxiety and depression, the Hospital Anxiety and Depression Scale was used, data that were analyzed descriptively and inferentially. Results: It was found that 29.51% of pregnant women had symptoms of anxiety and 24.59% symptoms of depression. Of the pregnant women who presented depression, 66.67% were in the obstetric emergency. It was found that 14.75% said they consumed alcohol or illicit drugs during the COVID-19 pandemic context, 45.90% of the pregnant women did not perform physical activity during the pandemic period and 49.18% had difficulty sleeping. Conclusion: The results of the study show that part of the pregnant women have a situation of vulnerability related to impaired mental health and marked changes in routine in the current pandemic period.
Introducción: El período de embarazo se evidencia por cambios, que incluyen cambios físicos, psicológicos y sociales en la gestante. Objetivo: Verificar la ansiedad y depresión en el contexto de la pandemia y la relación con los mecanismos de defensa de la gestante para que se desarrollen estrategias de afrontamiento con asistencia profesional. Método: Estudio transversal con diseño descriptivo, abordaje analítico cuantitativo, con correlación entre variables, desarrollado en un centro especializado materno infantil (CEMI) y en el sector obstétrico de emergencia de un hospital, ambos del interior de São Paulo. En el estudio participaron 61 mujeres embarazadas, 30 del CEMI y 31 de la emergencia obstétrica, de 18 años o más. Los datos fueron recolectados a través de dos cuestionarios, uno con datos sociodemográficos y otro con preguntas abiertas y cerradas sobre mecanismos de defensa positivos y negativos. Para evaluar los síntomas de ansiedad y depresión se utilizó la Escala Hospitalaria de Ansiedad y Depresión, datos que fueron analizados de forma descriptiva e inferencial. Resultados: Se encontró que el 29,51% de las gestantes presentaban síntomas de ansiedad y el 24,59% síntomas de depresión. De las gestantes que presentaron depresión, el 66,67% se encontraba en la urgencia obstétrica. Se encontró que el 14,75% dijo haber consumido alcohol o drogas ilícitas durante el período pandémico de COVID-19, el 45,90% de las embarazadas no realizó actividad física durante el período pandémico y el 49,18% tuvo dificultad para dormir. Conclusión: Los resultados del estudio muestran que parte de las mujeres embarazadas tiene una situación de vulnerabilidad relacionada con el deterioro de la salud mental y cambios marcados en la rutina en el período pandémico actual.
Introdução: O período gravídico é evidenciado por modificações, que incluem alterações físicas, psicológicas e sociais em gestantes. Objetivo: Verificar a ansiedade e a depressão no contexto da pandemia e a relação com os mecanismos de defesa das gestantes para que estratégias de enfrentamento com assistência profissional sejam elaboradas. Método: Estudo transversal com delineamento descritivo, abordagem quantitativa do tipo analítica, com correlação entre variáveis, desenvolvido em um Centro Especializado Materno Infantil (CEMI) e no setor de emergência obstétrica de um hospital, ambos no interior de São Paulo. Participaram do estudo 61 gestantes, sendo 30 do CEMI e 31 da emergência obstétrica, com idade igual ou maior a 18 anos. Os dados foram coletados por meio de dois questionários, sendo um com dados sociodemográficos e outro com questões abertas e fechadas sobre mecanismos de defesa positivos e negativos. Para avaliar os sintomas de ansiedade e depressão, foi utilizado a Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão, dados que foram analisados de forma descritiva e inferencial. Resultados: Constatou-se que 29,51% das gestantes apresentaram sintomas de ansiedade e 24,59% sintomas de depressão. Das gestantes que apresentaram depressão, 66,67% encontravam-se na emergência obstétrica. Verificou-se que 14,75% afirmaram que consumiram bebida alcoólica ou drogas ilícitas no período de pandemia COVID-19, 45,90% das gestantes não realizaram atividade física no período da pandemia e 49,18% tiveram dificuldade para dormir. Conclusão: Os resultados do estudo mostram que parte das gestantes apresentam uma situação de vulnerabilidade relacionada à saúde mental prejudicada e alterações na rotina acentuadas no atual período pandêmico.