Autor(es):
Reis, Francisco Carlos dos Santos ; Brandt, William Cunha ; Boaro, Letícia Cristina Cidreira ; Miranda, Milton Edson
Data: 2021
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Implantes Dentários; Análise de Elementos Finitos; Prótese Dentária.; Implantes dentales; Análisis de elementos finitos; Prótesis dental.; Dental implants; Finite Element Analysis; Prosthodontics.
Descrição
The mechanical positioning behavior of a mal-positioned implant was evaluated in the finite element method. Models were created in SolidWorks Professional 2013® software with a single implant rehabilitation. The following were analyzed: Control Group, crown aligned to the implant long axis; Experimental Group, crown shifted 3 mm mesial proximally to the implant axis. Compressive stresses in cortical and medullary bone, and Von Mises stresses in implants and components were evaluated. With 100 N occlusal loading at 5 points. The peak von Mises stresses in the prosthetic screw of the experimental group (138.45 MPa) were 43.60% higher compared to the control group (96.41 MPa). The stresses in the prosthetic pillar were localized in the abutment region and the experimental group showed (875.63 MPa), 28% higher than the control group (683.88 MPa). Regarding the implant, the maximum stress peaks were located in the implant platform and the experimental group showed stress values of (1081.4) MPa and was 26.42% higher than the control 855.39 MPa. The cortical bone tissue of the experimental group showed shear stress values 10.81% higher than the control. The stress values were 151.36 MPa for the experimental group and (136.59 Mpa) for the control. The medullary bone showed shear stress (8.31 MPa) and was 12.29% higher than the control (7.40 MPa). A maximum peak was obtained in the cervical region of the medullary bone, adjacent to the cortical bone. The experimental group with a mal-positioned implant showed the highest maximum stresses for all simulated prosthetic components.
El comportamiento mecánico de la colocación de un implante mal colocado mediante el método de elementos finitos. Los modelos se crearon en el software SolidWorks Professional 2013®, con rehabilitación unitaria sobre implante. Se analizaron: Grupo Control, corona alineada con el eje mayor del implante; Grupo experimental, corona desplazada 3 mm a la región mesial en relación con el eje del implante. Se evaluaron las tensiones de compresión en el hueso cortical y medular y Von Mises, con carga oclusal de 100N, en 5 puntos. Los picos de tensión de von Mises del tornillo protésico en el grupo experimental (138,45 MPa) presentaron un 43,60% más de tensión, en comparación con el control (96,41 MPa). En el pilar protésico, las tensiones se ubicaron en la región del pilar y el grupo experimental (875,63 Mpa) y fue un 28% mayor que el control (683,88 Mpa). En relación al implante, los picos de tensión máxima se ubicaron en la plataforma del implante y el grupo experimental valores de tensión de (1081,4) MPa y fue un 26,42% superior al control de 855,39 MPa. El tejido cortical del grupo experimental presentó valores de esfuerzo cortante un 10,81% superiores al control. Los valores de tensión fueron de 151,36 MPa para el grupo experimental y (136,59 MPa) para el control. El hueso medular mostró un esfuerzo cortante (8,31 MPa) y un 12,29% más alto. Se obtuvo pico máximo en la región cervical. El grupo experimental presentó las tensiones máximas más altas para todos los componentes protésicos.
O comportamento mecânico posicionamento de um implante mal posicionado foi avaliado no método de elementos finitos. Modelos foram criados no software SolidWorks Professional 2013®, com uma reabilitação unitária sobre implante. Foram analisados: Grupo Controle, coroa alinhada ao longo eixo do implante; Grupo experimental, Coroa deslocada 3mm para a região proximal mesial em relação ao eixo do implante. Avaliaram-se tensões de compressão em osso cortical e medular, e Von Mises em implantes e componentes. Com carga oclusal de 100N, em 5 pontos. Os picos de tensão de von Mises do parafuso protético do grupo experimental (138,45 MPa) apresentaram tensão 43,60% superior, comparado ao grupo controle (96,41MPa). Já no pilar protético as tensões foram localizadas na região do pilar e o grupo experimental apresentou (875,63 Mpa) e foi 28% maior que o controle (683,88 Mpa). Em relação ao implante, os picos máximos de tensão localizaram-se na plataforma do implante e o grupo experimental apresentou valores de tensão de (1081,4) MPa e foi 26,42% superior ao do controle 855,39 MPa. O tecido ósseo cortical do grupo experimental apresentou valores de tensão de cisalhamento 10,81% superiores ao controle. Os valores de tensão foram de 151,36 MPa para o grupo experimental e (136,59 Mpa) para o controle. O osso medular apresentou tensão de cisalhamento (8,31 MPa) e foi 12,29% superior ao controle (7,40 MPa). Obteve-se pico máximo, na região cervical do osso medular, adjacente ao osso cortical. O grupo experimental com implante mal posicionado, apresentou as maiores tensões máximas para todos os componentes protéticos simulados.