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Ultrasound as a method for evaluation of body composition: a systematic review

Autor(es): Novais, Rommel Larcher Rachid ; Silveira, André Luís de Oliveira ; Diniz, Ieda Aparecida ; Almeida, Nivea Aparecida de ; Café, Ana Carolina Corrêa ; Borges Neto, Juscelino de Souza ; Campos, Cezenário Gonçalves ; Romano, Márcia Christina Caetano ; Lamounier, Joel Alves

Data: 2022

Origem: Oasisbr

Assunto(s): Composição Corporal; Ultrassonografia; Fotodensitometria de Raios X; Imageamento por Ressonância Magnética; Tomografia.; Body Composition; Ultrasonography; Absorptiometry Photon; Magnetic Resonance Imaging; Tomography.; Composición Corporal; Ultrasonografía; Absorciometría de Fotón; Imagen por Resonancia Magnética; Tomografía.


Descrição

Objective: To evaluate the clinical applicability, examination techniques and compare the US with other body composition methods, to elucidate its potentials and limitations. Methods: Studies were selected in which echography was used in parallel with computed tomography, magnetic resonance, DEXA, bioimpedance, or anthropometry and that included young adults in their sample. The search for articles was performed in Pubmed, Science Direct, Web of Science, Scopus, and BVS databases. Results: 2120 articles were found in the databases and after the evaluation steps, 30 articles were part of the review. In general, the US showed a good correlation with other body composition methods. In muscle assessment, the quantitative assessment with the measurement of muscle thickness or area showed better results. The authors obtained a strong correlation with MRI using measurements of 9 muscle groups (r=0.96 and r=0.91) for men and women, respectively. Qualitative assessment, due to muscle echogenicity, had weaker correlations. A sample studying the reliability and validity of US against MRI reports moderate reliability, with an interclass correlation coefficient ranging from 0.42 to 0.44. Assessing subcutaneous adipose tissue, the studies also showed good results, even measuring adipose tissue in only two body regions, the results were consistent with DEXA (r=0.947) for men and (r=0.909) for women. Conclusion: ultrasound is a useful method for estimating adipose tissue and muscle tissue, showing a good correlation with the most widely used methods of body composition.

Objetivo: evaluar la aplicabilidad clínica, las técnicas de exploración y comparar la ecografía con otros métodos de composición corporal, con el fin de dilucidar sus potencialidades y limitaciones. Métodos: se seleccionaron estudios en los que se utilizó ecografía en paralelo con tomografía computarizada, resonancia magnética, DEXA, bioimpedancia o antropometría y que incluyeron a adultos jóvenes en su muestra. La búsqueda de artículos se realizó en las bases de datos Pubmed, Science Direct, Web of Science, Scopus y BVS. Resultados: Se encontraron 2120 artículos en las bases de datos y luego de los pasos de evaluación, 30 artículos fueron parte de la revisión. En general, la ecografia mostró una buena correlación con otros métodos de composición corporal. En la evaluación muscular, la evaluación cuantitativa con medición de grosor o área muscular presentó mejores resultados. Los autores obtuvieron una fuerte correlación con la resonancia magnética utilizando mediciones de 9 grupos de músculos (r = 0,96 r = 0,91) para hombres y mujeres, respectivamente. La evaluación cualitativa, debido a la ecogenicidad muscular, tuvo correlaciones más débiles. Una muestra que estudia la confiabilidad y validez de la ecografía en comparación con la resonancia magnética reporta una confiabilidad moderada, con un coeficiente de correlación entre clases que varía de 0.42 a 0.44. Al evaluar el tejido adiposo subcutáneo, los estudios también mostraron buenos resultados, incluso midiendo el tejido adiposo en solo dos regiones del cuerpo, los resultados fueron consistentes con DEXA (r = 0.947) para hombres y (r = 0.909) para mujeres. Conclusión: la ecografía es un método útil para estimar tejido adiposo y tejido muscular, presentando una buena correlación con los métodos de composición corporal más utilizados.

Objetivo: avaliar as aplicabilidades clínicas, as técnicas de exame e comparar o US com demais métodos de composição corporal, de forma a elucidar seus potenciais e limitações. Métodos: selecionados estudos que a ecografia tenha sido empregada paralelamente a tomografia computadorizada, ressonância magnética, DEXA, bioimpedância ou antropometria e que incluíssem em sua amostra adultos jovens. A busca dos artigos foi realizada nas bases de dados Pubmed, Science Direct, Web of Science, Scopus e BVS. Resultados: 2120 artigos foram encontrados nas bases de dados e após as etapas de avaliação, 30 artigos fizeram parte da revisão. De maneira geral, a US mostrou boa correlação com os demais métodos de composição corporal. Na avaliação muscular, a avaliação quantitativa com a medida da espessura ou da área muscular apresentou melhores resultados. Autores obtiveram forte correlação com ressonância magnética utilizando medida de 9 grupos musculares (r= 0,96 e r=0,91) para homens e mulheres respectivamente. A avaliação qualitativa, pela ecogenicidade muscular, obteve correlações mais fracas. Casuística estudando a confiabilidade e a validade da US frente a RNM reporta a confiabilidade moderada, com coeficiente de correlação interclasse variando de 0.42 a 0.44. Avaliando tecido adiposo subcutâneo, os trabalhos também demonstraram bons resultados, mesmo medindo o tecido adiposo em apenas duas regiões corporais, os resultados foram consistentes com o DEXA (r=0,947) para homens e (r=0,909) para mulheres. Conclusão: a ultrassonografia é um método útil para a estimativa do tecido adiposo e do tecido muscular, apresentando boa correlação com métodos de composição corporal mais amplamente utilizados.

Tipo de Documento Artigo científico
Idioma Português
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