Autor(es): Veiga, Roberta
Data: 2021
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Cinema. Dispositivo de rememoração. Trauma. Testemunho. Rithy Panh; Cine. Testimonio. Trauma. Dispositivo mnemotécnico. Rith Panh; Cinema. Testimony. Trauma. Mnemonic device. Rith Panh
Autor(es): Veiga, Roberta
Data: 2021
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Cinema. Dispositivo de rememoração. Trauma. Testemunho. Rithy Panh; Cine. Testimonio. Trauma. Dispositivo mnemotécnico. Rith Panh; Cinema. Testimony. Trauma. Mnemonic device. Rith Panh
Abstract: In this article, we take the film The missing image (2013) as a mnemonic device that allows the filmmaker, Rithy Panh, to reconstruct his experience of the Cambodian genocide, through memories and the lack of them. By committing himself to the testimony of a time of terror lived collectively, Panh puts the past into elaboration through images - archives or filmed dolls - and also reaches two issues related to cinema: on the one hand, its insufficiency in the face of trauma process, and, on the other hand, its political power in repairing social damage. On of the singularities of this power is the way with the childhood remembered in the film is revealed as resistance.
Resumen: En este artículo, tomamos la película La imagen que falta (2013) como un dispositivo mnemónico que permite al cineasta, Rithy Panh, reconstruir su experiencia del genocidio camboyano, a través de los recuerdos y la falta de ellos. Al comprometerse con el testimonio de un tiempo de terror vivido colectivamente, Panh pone en práctica el pasado a través de imágenes, ya sean archivos o muñecas filmadas, y también aborda dos cuestiones relacionadas con el cine: por un lado, la insuficiencia del mismo frente al proceso del trauma y, por otro lado, su poder político para reparar el daño social. Entre las singularidades de este poder está la forma en que la infancia recordada en la película se revela como resistencia.
Nesse artigo, tomamos o filme A imagem que falta (2013) como dispositivo mnemônico que permite ao cineasta, Rithy Panh, reconstruir sua experiência do genocídio cambojano, através das lembranças e da falta delas. Ao empenhar-se no testemunho de um tempo de terror vivido coletivamente, Panh coloca o passado em elaboração através das imagens – seja de arquivos ou dos bonecos filmados - e alcança ainda duas questões ligadas ao cinema: por um lado, a insuficiência do mesmo frente ao processo do trauma, e, por outro, sua potência política na reparação de um dano social. Entre as singularidades dessa potência está o modo com a infância lembrada no filme se revela como resistência.