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Physical inactivity and associated factors among the elderly in a southern city of Brazil: a cross-sectional study

Author(s): Muhl, Marluce de Oliveira ; Muniz, Francisco Wilker Mustafa Gomes ; Colussi, Paulo Roberto Grafitti ; Colussi, Eliane Lucia

Date: 2020

Origin: Oasisbr

Subject(s): Motor activity; Sedentary Behavior; Aging; Actividad del motor; Comportamiento Sedentário; Envejecimiento; Attività motoria; Comportamento Sedentario; Invecchiamento; Atividade motora; Comportamento Sedentário; Envelhecimento; Atividade motora; Comportamento Sedentário; Envelhecimento


Description

Introduction and objective: The present study aimed to evaluate the level of physical inactivity and associated factors among the elderly. Material and methods: This cross-sectional, home based, study was conducted with 282 elderly aged ≥60 years old in the city of Veranópolis-RS. Clinical examination and a structured questionnaire were applied. Physical activity was evaluated by the short-version of the IPAQ (International Physical Activity Questionnaire). Associations were evaluated by the chi-square or Mann-Whitney test, presented by frequency distributions. Uni- and multivariate analyses were performed, applying Poisson regression with robust variance in order to verify the association between the outcome and the independent variables. Results: The prevalence of physical inactivity among the elderly was 50.4%. In the multivariate analysis, higher age and quantity of self-reported health problems were associated with physical inactivity. Elderly aged ≥70 years presented 60% higher prevalence ratio (PR) of being inactive [1.602 (95% confidence interval ≥ 95%CI: 1.224 - 2.096)] when compared to those aged <70 years. Elderly that reported to have 3 or ≥4 different health problems showed, respectively, 270% (p=0.029) and 260% (p=0.040) higher PR of being inactive, in comparison to elderly without health problems. Discussion: Strategies to stimulate physical activity must be strengthened, among the elderly, especially in those with several health problems.  Conclusion: It was detected a high prevalence of physical inactivity among the elderly, which was associated with age and quantity of health problems.

Introducción y objetivo: El presente estudio evaluó el nivel de sedentarismo y los factores asociados a este en ancianos. Materiales y métodos: Se realizó un estudio observacional transversal, domiciliario, con 282 ancianos con edad ≥60 años en el municipio de Veranópolis-RS. Se aplicó examen clínico y cuestionario estructurado. La actividad física se evaluó mediante la aplicación de la versión corta del instrumento IPAQ (International Physical Activity Questionnaire). Las asociaciones se evaluaron mediante las pruebas de chi-cuadrado o Mann-Whitney, presentadas a través de la distribución de frecuencias. Se realizaron análisis uni y multivariados, usando regresión de Poisson con varianza robusta para verificar las asociaciones entre el resultado y las variables independientes. Resultados: La prevalencia de ancianos inactivos fue de 50,4%. En el análisis multivariado, la mayor edad y el número de problemas de salud autorreferidos se asociaron con la inactividad física. Los ancianos ≥ 70 años tuvieron un Razón de Prevalencia (RP) de inactividad 60% mayor [1,602 (intervalo de confianza 95% - IC 95%: 1,224 - 2,096)], en comparación con los menores de 70 años. Los ancianos que relataron 3 o ≥4 tipos diferentes de problemas de salud tuvieron, respectivamente, 270% (p=0,029) y 260% (p=0,040) mayor PR por estar inactivos, cuando comparados a ancianos sin ningún problema de salud informado. Discusión: Deben reforzarse las estrategias para incentivar la actividad física entre los adultos mayores, especialmente para aquellos con diversos problemas de salud. Conclusión: Se detectó una alta prevalencia de sedentarismo en los ancianos, que se asoció con la edad y la cantidad de problemas de salud.

Introduzione e obiettivo: Il presente studio ha valutato il livello di inattività fisica ei fattori ad essa associati nell'anziano. Materiali e metodi: uno studio osservazionale trasversale e domiciliare è stato condotto su 282 anziani di età ≥60 anni nella città di Veranópolis-RS. Sono stati applicati l'esame clinico e il questionario strutturato. L'attività fisica è stata valutata applicando la versione breve dello strumento IPAQ (International Physical Activity Questionnaire). Le associazioni sono state valutate utilizzando i test del chi quadrato o di Mann-Whitney, presentati attraverso la distribuzione di frequenza. Sono state eseguite analisi uni e multivariate, utilizzando la regressione di Poisson con varianza robusta per verificare le associazioni tra il risultato e le variabili indipendenti. Risultati: La prevalenza di anziani inattivi è stata del 50,4%. Nell'analisi multivariata, l'età e il numero maggiori di problemi di salute auto-riferiti erano associati all'inattività fisica. Gli anziani di età ≥70 anni avevano un rapporto di prevalenza (PR) più alto del 60% per essere inattivi [1.602 (intervallo di confidenza al 95% - IC 95%: 1.224 - 2.096)], rispetto a quelli di età <70 anni. Le persone anziane che hanno riportato 3 o ≥4 diversi tipi di problemi di salute avevano, rispettivamente, un PR maggiore del 270% (p=0,029) e del 260% (p=0,040) per essere inattive, rispetto agli anziani senza alcun problema di salute segnalato. Discussione: Le strategie per incoraggiare l'attività fisica dovrebbero essere rafforzate tra gli anziani, in particolare per quelli con vari problemi di salute. Conclusione: è stata rilevata un'elevata prevalenza di inattività fisica negli anziani, associata all'età e alla quantità di problemi di salute.

Introdução e objetivo: O presente estudo avaliou o ní­vel de inatividade fí­sica e fatores a ele associados em idosos. Materiais e métodos: Estudo observacional transversal de base domiciliar foi realizado em 282 idosos com ≥60 anos da cidade de Veranópolis-RS. Exame clí­nico e questionário estruturado foram aplicados. A atividade fí­sica foi avaliada pela aplicação da versão curta do instrumento IPAQ (Questionário Internacional de Atividade Fí­sica). Associações foram avaliadas pelos testes de qui-quadrado ou Mann-Whitney, apresentadas por intermédio da distribuição de frequências. Análises uni- e multivariadas foram realizadas, utilizando-se regressão de Poisson com variância robusta para verificar as associações entre o desfecho e as variáveis independentes. Resultados: A prevalência de idosos inativos foi de 50,4%. Na análise multivariada, a maior idade e quantidade de problemas de saúde autorreportados foram associadas à inatividade fí­sica. Idosos com ≥70 anos tiveram 60% maior Razão de Prevalência (RP) para ser inativos [1,602 (Intervalo de confiança de 95% - IC95%: 1,224 - 2,096)], quando comparados com idosos com <70 anos. Idosos que reportaram 3 ou ≥4 diferentes tipos de problemas de saúde, tiveram, respectivamente, 270% (p=0,029) e 260% (p=0,040), maior RP para ser inativos, quando comparados com idosos sem nenhum problema de saúde reportado. Discussão: Estratégias para o estí­mulo à atividade fí­sica devem ser reforçadas, entre os idosos, especialmente para aqueles com diversos problemas de saúde. Conclusão: Foi detectada uma alta prevalência de inatividade fí­sica nos idosos, que foi associado que a idade e a quantidade de problemas de saúde.

Introdução e objetivo: O presente estudo avaliou o ní­vel de inatividade fí­sica e fatores a ele associados em idosos. Materiais e métodos: Estudo observacional transversal de base domiciliar foi realizado em 282 idosos com ≥60 anos da cidade de Veranópolis-RS. Exame clí­nico e questionário estruturado foram aplicados. A atividade fí­sica foi avaliada pela aplicação da versão curta do instrumento IPAQ (Questionário Internacional de Atividade Fí­sica). Associações foram avaliadas pelos testes de qui-quadrado ou Mann-Whitney, apresentadas por intermédio da distribuição de frequências. Análises uni- e multivariadas foram realizadas, utilizando-se regressão de Poisson com variância robusta para verificar as associações entre o desfecho e as variáveis independentes. Resultados: A prevalência de idosos inativos foi de 50,4%. Na análise multivariada, a maior idade e quantidade de problemas de saúde autorreportados foram associadas à inatividade fí­sica. Idosos com ≥70 anos tiveram 60% maior Razão de Prevalência (RP) para ser inativos [1,602 (Intervalo de confiança de 95% - IC95%: 1,224 - 2,096)], quando comparados com idosos com <70 anos. Idosos que reportaram 3 ou ≥4 diferentes tipos de problemas de saúde, tiveram, respectivamente, 270% (p=0,029) e 260% (p=0,040), maior RP para ser inativos, quando comparados com idosos sem nenhum problema de saúde reportado. Discussão: Estratégias para o estí­mulo à atividade fí­sica devem ser reforçadas, entre os idosos, especialmente para aqueles com diversos problemas de saúde. Conclusão: Foi detectada uma alta prevalência de inatividade fí­sica nos idosos, que foi associado que a idade e a quantidade de problemas de saúde.

Document Type Journal article
Language Portuguese
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