Autor(es):
Souza, Karina da Rocha ; Pretto, Alessandra Doumid Borges ; Pacheco, Fabiana Barbosa ; Salerno, Pamela Silva Vitória ; Moreira, Angela Nunes
Data: 2021
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Diabetes mellitus; Food Consumption; Nutritional status; Diabetes mellitus; Consumo Alimentar; Estado Nutricional
Descrição
Introduction and objective: The maintenance of treatment for diabetic patients is hard to accept, because of the need to discipline and incorporation of habits and life. The study aimed to analyze the adherence to treatment nutrition and habits of diabetic patients treated in an outpatient clinic of nutrition. Materials and Methods: observational study based on the analysis of secondary data collected in 2018. The nutrition treatment adherence was evaluated through the comparison of anthropometric measurements, food habits and health, between the first and last consultation, related to the intervention time and the number of consultations in the period. The analyzes were performed using the statistical package STATA 11.1, with a significance level of 5%. Results and Discussion: Most of the sample were female (51%), aged 19 to 64 years, presents excess weight or obesity, abdominal obesity, and risk of developing metabolic complications. There was significant improvement in most of the anthropometric data, being that 60.71% of patients lost weight. Adherence to treatment was partial, because although the food habits have improved between consultations, the majority was not significant. In relation to physical activity, there was a significant reduction of sedentary patients. Studies with diabetic patients show low adherence to the nutritional treatment. Conclusion: It is necessary to reassess the approaches and strategies involved in patient adherence as the improvement of the quality of nutrition and lifestyle habits to have greater adherence to treatment.
Introducción y Objetivo: El mantenimiento continuo del tratamiento del paciente diabético es difícil de aceptar, debido a la necesidad de disciplina e incorporación de hábitos alimentarios y de vida. El estudio tuvo como objetivo analizar la adherencia a la dietoterapia y los hábitos alimentarios de los diabéticos atendidos en una clínica de nutrición. Materiales y métodos: Estudio observacional basado en el análisis de datos secundarios recolectados en 2018. Se evaluó la adherencia a la dietoterapia comparando medidas antropométricas, hábitos alimentarios y de salud, entre la primera y la última consulta, en relación al tiempo de intervención y al número de consultas. en el periodo. Los análisis se realizaron utilizando el paquete estadístico Stata 11.1, con un nivel de significancia del 5%. Resultados y discusión: La mayoría de la muestra es del sexo femenino (51%), con edad entre 19 y 64 años, sobrepeso u obesidad, presenta obesidad abdominal y riesgo de desarrollar complicaciones metabólicas. Hubo una mejora significativa en la mayoría de los datos antropométricos, con un 60,71% de los pacientes perdiendo peso. La adherencia al tratamiento fue parcial, ya que aunque los hábitos alimentarios mejoraron entre consultas, la mayoría no fueron significativos. En cuanto a la actividad física, hubo una reducción significativa en los pacientes sedentarios. Los estudios con pacientes diabéticos muestran baja adherencia al tratamiento nutricional. Conclusión: es necesario reevaluar los abordajes y estrategias involucradas en la adherencia del paciente en cuanto a mejorar la calidad de alimentación y hábitos de vida para tener mayor adherencia al tratamiento.
Introduzione e Obiettivo: Il mantenimento continuo del trattamento per i pazienti diabetici è difficile da accettare, a causa della necessità di disciplina e di integrazione delle abitudini alimentari e di vita. Lo studio mirava ad analizzare l'aderenza alla terapia dietetica e le abitudini alimentari dei diabetici trattati in una clinica nutrizionale. Materiali e metodi: Studio osservazionale basato sull'analisi dei dati secondari raccolti nel 2018. L'aderenza alla dieta terapia è stata valutata confrontando misure antropometriche, abitudini alimentari e salute, tra la prima e l'ultima consultazione, relative al tempo di intervento e al numero di consultazioni nel periodo. Le analisi sono state eseguite utilizzando il pacchetto statistico Stata 11.1, con un livello di significatività del 5%. Risultati e discussione: La maggior parte del campione è di sesso femminile (51%), di età compresa tra i 19 ei 64 anni, è in sovrappeso o obesa, ha obesità addominale ed è a rischio di sviluppare complicanze metaboliche. C'è stato un miglioramento significativo nella maggior parte dei dati antropometrici, con il 60,71% dei pazienti che hanno perso peso. L'aderenza al trattamento è stata parziale, poiché sebbene le abitudini alimentari siano migliorate tra le consultazioni, la maggior parte non era significativa. Per quanto riguarda l'attività fisica, si è registrata una significativa riduzione dei pazienti sedentari. Gli studi con pazienti diabetici mostrano una bassa aderenza al trattamento nutrizionale. Conclusione: è necessario rivalutare gli approcci e le strategie coinvolte nell'aderenza del paziente in termini di miglioramento della qualità degli alimenti e delle abitudini di vita per avere una maggiore aderenza al trattamento.
Introdução e Objetivo: A manutenção contínua do tratamento para pacientes diabéticos é de difícil aceitação, em virtude da necessidade de disciplina e incorporação de hábitos alimentares e de vida. O estudo objetivou analisar à adesão ao tratamento dietoterápico e hábitos alimentares de diabéticos atendidos em um ambulatório de nutrição. Materiais e métodos: Estudo observacional com base na análise de dados secundários coletados em 2018. A adesão ao tratamento dietoterápico foi avaliada através da comparação de medidas antropométricas, hábitos alimentares e de saúde, entre a primeira e última consulta, relacionadas ao tempo de intervenção e ao número de consultas no período. As análises foram realizadas utilizando o pacote estatístico Stata 11.1, com nível de significância de 5%. Resultados e discussão: A maioria da amostra é do sexo feminino (51%), com idade entre 19 a 64 anos, apresenta excesso de peso ou obesidade, obesidade abdominal e risco de desenvolver complicações metabólicas. Houve melhora significativa da maioria dos dados antropométricos, sendo que 60,71% dos pacientes perderam peso. A adesão ao tratamento foi parcial, pois embora os hábitos alimentares tenham melhorado entre as consultas, a maioria não foi significativa. Em relação à atividade física, houve redução significativa de pacientes sedentários. Estudos com pacientes diabéticos mostram baixa adesão ao tratamento nutricional. Conclusão: é necessário reavaliar às abordagens e estratégias envolvidas na adesão do paciente quanto a melhora da qualidade da alimentação e dos hábitos de vida para que se tenha maior adesão ao tratamento.
Introdução e Objetivo: A manutenção contínua do tratamento para pacientes diabéticos é de difícil aceitação, em virtude da necessidade de disciplina e incorporação de hábitos alimentares e de vida. O estudo objetivou analisar à adesão ao tratamento dietoterápico e hábitos alimentares de diabéticos atendidos em um ambulatório de nutrição. Materiais e métodos: Estudo observacional com base na análise de dados secundários coletados em 2018. A adesão ao tratamento dietoterápico foi avaliada através da comparação de medidas antropométricas, hábitos alimentares e de saúde, entre a primeira e última consulta, relacionadas ao tempo de intervenção e ao número de consultas no período. As análises foram realizadas utilizando o pacote estatístico Stata 11.1, com nível de significância de 5%. Resultados e discussão: A maioria da amostra é do sexo feminino (51%), com idade entre 19 a 64 anos, apresenta excesso de peso ou obesidade, obesidade abdominal e risco de desenvolver complicações metabólicas. Houve melhora significativa da maioria dos dados antropométricos, sendo que 60,71% dos pacientes perderam peso. A adesão ao tratamento foi parcial, pois embora os hábitos alimentares tenham melhorado entre as consultas, a maioria não foi significativa. Em relação à atividade física, houve redução significativa de pacientes sedentários. Estudos com pacientes diabéticos mostram baixa adesão ao tratamento nutricional. Conclusão: é necessário reavaliar às abordagens e estratégias envolvidas na adesão do paciente quanto a melhora da qualidade da alimentação e dos hábitos de vida para que se tenha maior adesão ao tratamento.