Autor(es):
Fagundes, Daniella Soares ; Costa, Clara de Oliveira ; Rabelo, Gustavo Veloso ; Donato, Larissa Silveira ; Alves, Vívian Pereira Rodrigues ; Rocha, Josiane Santos Brant
Data: 2022
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Anthropometry; Climacteric; Body Composition; Obesity; Antropometria; Climatério; Composición corporal; Obesidad; Antropometria; Climaterico; Composizione corporea; Obesità; Antropometria; Climatério; Composição Corporal; Obesidade; Antropometria; Climatério; Composição corporal; Obesidade
Descrição
Introduction: Obesity is recognized as a multifactorial disease of an epidemic nature and a worldwide health problem. The estimation of body fat in patients with different morbidities has been the subject of studies for decades. Quantitative measures such as the Body Fat Index (IAC) can help with the quantification of body fat. Objective: To analyze the prevalence of ACI by relating it to sociodemographic, clinical and lifestyle habits in climacteric women. Materials and Methods: Cross-sectional analytical study, carried out with 874 women between 40 and 65 years old registered in ESFs in the urban area of Montes Claros, Minas Gerais. A probabilistic and random sample was adopted. A validated instrument was used to analyze the variables and their associations were analyzed using the chi-square test and logistic regression. Results: 42.6% of the analyzed women had a high IAC. The variables related to the index were smoking (PR=1.00 [95% CI 0.66-0.94]) and physical activity (PR=1.00 [95% CI 1.10-1.57]). Discussion: The high prevalence of CAI in climacteric women was similar to that found by other methods of assessing the body adiposity profile. Smoking and physical activity are considered protective factors for overweight. Conclusion: The IAC is shown to be a good tool for analyzing adiposity in climacteric women. We emphasize the need for more observational studies, with a representative sample of climacteric women to better reflect the bodily changes that accompany them during this period of life.
Introducción: La obesidad se reconoce como una enfermedad multifactorial del carácter epidémico y el problema de la salud mundial. La estimación de la grasa corporal en pacientes con varias morbilidades ha sido objeto de estudios durante décadas. Las medidas cuantitativas, como el índice de adiposidad corporal (IAC), pueden colaborar con la cuantificación de la grasa corporal. Objetivo: Analizar la prevalencia del IAC relacionado con sociodemográficos, factores clínicos y hábitos de vida en mujeres climáticas. Materiales y métodos: estudio analítico transversal, realizado con 874 mujeres entre 40 y 65 años registradas en los ESF en el área urbana de Montes Claros, Minas Gerais. Se adoptó una muestra probabilística y aleatoria. Se utilizó un instrumento validado para el análisis de las variables y sus asociaciones se analizaron mediante la prueba de la prueba y la regresión logística de Chi-Square. Resultados: 42.6% de las mujeres analizadas presentó el alto IAC. Las variables relacionadas con el índice estaban fumando (RP = 1.00 [IC95% 0.66-0.94]) y actividad física (RP = 1.00 [95% 1,10-1.57]). DISCUSIÓN: La alta prevalencia de IAC en las mujeres climaterales fue similar a la encontrada por otros métodos para evaluar el perfil de la adiposidad corporal. Fumar y la actividad física se consideran factores de protección para el sobrepeso. Conclusión: El IAC se muestra como una buena herramienta para el análisis de la adiposidad en las mujeres climáticas. Se enfatiza la necesidad de estudios más observacionales, con una muestra representativa de mujeres climáticas para reflejar mejor los cambios corporales que los acompañan durante este período de vida.
Introduzione: l'obesità è riconosciuta come una malattia multifattoriale di carattere epidemico e problemi di salute mondiale. La stima del grasso corporeo in pazienti con varie morbidità è stata oggetto di studi per decenni. Le misure quantitative come l'indice di adiposità del corpo (IAC) possono collaborare con la quantificazione del grasso corporeo. Obiettivo: analizzare la prevalenza del IAC relativo a sociodemografici, fattori clinici e abitudini di vita nelle donne climatiche. Materiali e metodi: studio della sezione trasversale analitica, eseguita con 874 donne tra 40 e 65 anni registrata in Esfs nell'area urbana di Montes Claros, Minas Gerais. È stato adottato un campione probabilistico e casuale. È stato utilizzato uno strumento convalidato per l'analisi delle variabili e le sue associazioni sono state analizzate dal test del chi-quadrato e dalla regressione logistica. Risultati: il 42,6% delle donne analizzate ha presentato l'alto IAC. Le variabili relative all'indice stavano fumando (RP = 1,00 [IC95% 0.66-0.94]) e attività fisica (RP = 1,00 [95% 1,10-1,57]). Discussione: l'alta prevalenza della IAC in donne climateali era simile a quella trovata da altri metodi per valutare il profilo di adiposità corporea. Il fumo e l'attività fisica sono considerati fattori di protezione per il sovrappeso. Conclusione: la IAC si mostra come un buon strumento per l'analisi dell'adiposità nelle donne climatiche. È sottolineato la necessità di studi più osservativi, con un campione rappresentativo di donne climatiche per riflettere meglio i cambiamenti corporali che li accompagnano durante questo periodo di vita.
Introdução: A obesidade é reconhecida como doença multifatorial de caráter epidêmico e problema de saúde mundial. A estimativa da gordura corporal nos pacientes com diversas morbidades tem sido alvo de estudos durante décadas. Medidas quantitativas como o Índice de Adiposidade Corporal (IAC) podem colaborar com a quantificação da gordura corpórea. Objetivo: Analisar a prevalência do IAC relacionando-a fatores sociodemográficos, clínicos e hábitos de vida em mulheres climatéricas. Materiais e Métodos: Estudo transversal analítico, realizado com 874 mulheres entre 40 e 65 anos cadastradas em ESFs na zona urbana de Montes Claros, Minas Gerais. Adotou-se uma amostra probabilística e aleatória. Foi utilizado um instrumento validado para análise das variáveis e suas associações foram analisadas pelo teste do qui-quadrado e regressão logística. Resultados: 42,6% das mulheres analisadas apresentaram o IAC elevado. As variáveis relacionadas com o índice foram tabagismo (RP=1,00 [IC95% 0,66-0,94]) e atividade física (RP=1,00 [IC95% 1,10-1,57]). Discussão: A elevada prevalência do IAC em mulheres climatéricas foi semelhante a encontrada por outros métodos de avaliação do perfil de adiposidade corpórea. O tabagismo e a atividade física são considerados fatores de proteção para o sobrepeso. Conclusão: O IAC se mostra como uma boa ferramenta de análise da adiposidade em mulheres climatéricas. Ressalta-se a necessidade de mais estudos observacionais, com amostra representativa de mulheres climatéricas para melhor refletir as alterações corporais que as acompanham durante esse período da vida.
Introdução: A obesidade é reconhecida como doença multifatorial de caráter epidêmico e problema de saúde mundial. A estimativa da gordura corporal nos pacientes com diversas morbidades tem sido alvo de estudos durante décadas. Medidas quantitativas como o Índice de Adiposidade Corporal (IAC) podem colaborar com a quantificação da gordura corpórea. Objetivo: Analisar a prevalência do IAC relacionando-a fatores sociodemográficos, clínicos e hábitos de vida em mulheres climatéricas. Materiais e Métodos: Estudo transversal analítico, realizado com 874 mulheres entre 40 e 65 anos cadastradas em ESFs na zona urbana de Montes Claros, Minas Gerais. Adotou-se uma amostra probabilística e aleatória. Foi utilizado um instrumento validado para análise das variáveis e suas associações foram analisadas pelo teste do qui-quadrado e regressão logística. Resultados: 42,6% das mulheres analisadas apresentaram o IAC elevado. As variáveis relacionadas com o índice foram tabagismo (RP=1,00 [IC95% 0,66-0,94]) e atividade física (RP=1,00 [IC95% 1,10-1,57]). Discussão: A elevada prevalência do IAC em mulheres climatéricas foi semelhante a encontrada por outros métodos de avaliação do perfil de adiposidade corpórea. O tabagismo e a atividade física são considerados fatores de proteção para o sobrepeso. Conclusão: O IAC se mostra como uma boa ferramenta de análise da adiposidade em mulheres climatéricas. Ressalta-se a necessidade de mais estudos observacionais, com amostra representativa de mulheres climatéricas para melhor refletir as alterações corporais que as acompanham durante esse período da vida.