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Establishment of Anadenanthera colubrina var. cebil under mycorrhizal inoculation and fertilization in Brazilian Pantanal

Autor(es): Simão Soares, Márcia Toffani ; Fernandes, Fernando Antonio ; Curcio, Gustavo Ribas ; Menezes, Gustavo ; de Resende, Alexander Silva ; Gaiad, Sérgio ; Maeda, Shizuo ; Wrege, Marcos Silveira

Data: 2021

Origem: Oasisbr

Assunto(s): Espécie nativa; Estresse abiótico; Micorriza; Native species; Abiotic stress; Mycorrhiza


Descrição

This study aimed to evaluate the establishment of Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan var. cebil [Griseb.] Altschul inoculated with mycorrhizal fungi and fertilized in the Pantanal of Nhecolândia, Mato Grosso do Sul State, Brazil. The experiment was established in March 2015 in a deforested “cordilheira” environment, in randomized blocks distributed in micro-relief, with subdivided plots. The main treatments corresponded to seedlings submitted or not (control) to Rhizophagus clarus and Gigaspora margarita mixed inoculation. The secondary treatments were doses of ammonium sulfate and potassium chloride fertilizers. We monitored from 2015 to 2017 the plants the plants under shading from the presence of remnant tree after deforestation, as well as the percentage of survival and growth parameters of A. colubrina. The best survival condition occurred in the portion of relief adjacent to the freshwater lake, under moderate shading, with the application at planting of 15 g of ammonium sulfate and 5 g of potassium chloride per plant. Mycorrhizal inoculation promoted 16% increase in diameter at 23 months of age, not increasing the species survival. We recommend complementary studies to support management strategies of A. colubrina under planting conditions in the Brazilian Pantanal.

Este trabalho objetivou avaliar o estabelecimento de Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan var. cebil [Griseb.] Altschul sob inoculação micorrízica e fertilização no Pantanal da Nhecolândia, MS. O experimento foi implantado em março de 2015 em ambiente de cordilheira parcialmente desmatada, em blocos ao acaso distribuídos no micro relevo, e parcelas subdivididas. Os principais tratamentos foram constituídos por mudas submetidas ou não (controle) à inoculação mista com Rhizophagus clarus e Gigaspora margarita, e aos tratamentos secundários de adubação com doses de sulfato de amônio e cloreto de potássio. Entre 2015 e 2017 foram avaliados a abertura do dossel das árvores remanescentes, o percentual de sobrevivência e o crescimento de A. colubrina. Melhores condições de sobrevivência foram verificadas na porção da cordilheira mais próxima à baía, sob sombreamento moderado e com a aplicação, no plantio, de 15 g de sulfato de amônio e de 5 g de cloreto de potássio por muda. A inoculação micorrízica promoveu incremento de 16% em diâmetro do colo aos 23 meses de idade, não aumentando a sobrevivência da espécie. Estudos complementares são necessários para subsidiar estratégias de manejo de A. colubrina, em condições de plantio no Pantanal da Nhecolândia.

Tipo de Documento Artigo científico
Idioma Português
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