Author(s):
Alves, Célia Anjos ; Cipoli, Yago ; Vicente, Estela ; Ituamba, Joaquim ; Leitão, Anabela
Date: 2024
Origin: Revista Captar: Ciência e Ambiente para Todos
Subject(s): Escolas, Luanda, BTEX, ozono, dióxido de azoto, compostos de carbonilo; Escolas, Luanda, BTEX, ozono, dióxido de azoto, compostos de carbonilo; Schools, Luanda, BTEX, ozone, nitrogen dioxide, carbonyl compounds
Description
1.390 / 5.000 In several classrooms and in the outdoor courtyards of four primary schools in Luanda, a preliminary study was carried out involving monitoring by passive methods of various gaseous pollutants: benzene, toluene, ethylbenzene and xylenes (BTEX), ozone (O3), nitrogen dioxide ( NO2) and carbonyl compounds. The concentrations recorded did not exceed exposure limits and air quality standards established by international organizations. The NO2 values observed in the classrooms were very close to those obtained outdoors, while the indoor BTEX values slightly exceeded those recorded in the courtyards. These compounds originated mainly from road traffic emissions. O3 levels in classrooms were, on average, 2.3 times lower than outside. For most carbonyl compounds, concentrations in classrooms were 1.8 to 3.8 higher than those measured in playgrounds, suggesting the presence of active emission sources indoors. Butyraldehyde, formaldehyde and hexaldehyde were the most abundant carbonyl compounds. While the levels of BTEX, O3 and NO2 in Luanda were within the ranges reported for schools in European countries, the concentrations of formaldehyde in educational establishments in the Angolan capital were lower, reflecting the better natural ventilation conditions provided by a milder climate. .
Em várias salas de aula e nos pátios exteriores de quatro escolas primárias de Luanda foi realizado um estudo preliminar envolvendo monitorização por métodos passivos de vários poluentes gasosos: benzeno, tolueno, etilbenzeno e xilenos (BTEX), ozono (O3), dióxido de azoto (NO2) e compostos de carbonilo. As concentrações registadas não excederam os limites de exposição e padrões de qualidade do ar estabelecidos por organismos internacionais. Os valores de NO2 observados nas salas foram muito próximos dos obtidos no exterior, enquanto os de BTEX no interior excederam ligeiramente os registados nos pátios. Estes compostos tiveram origem maioritariamente nas emissões do tráfego rodoviário. Os níveis de O3 nas salas de aula foram, em média, 2,3 vezes inferiores aos do exterior. Para a generalidade dos compostos de carbonilo, as concentrações nas salas de aula foram 1,8 a 3,8 mais elevadas do que as medidas nos pátios, sugerindo a presença de fontes de emissão ativas no interior. O butiraldeído, formaldeído e hexaldeído foram os compostos de carbonilo mais abundantes. Enquanto os níveis de BTEX, O3 e NO2 em Luanda se situaram nos intervalos reportados para escolas de países europeus, as concentrações de formaldeído nos estabelecimentos de ensino da capital angolana foram mais baixas, refletindo as melhores condições de ventilação natural propiciadas por um clima mais ameno.