Autor(es): Santos, Luísa
Data: 2022
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.14/39557
Origem: Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Autor(es): Santos, Luísa
Data: 2022
Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10400.14/39557
Origem: Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
Há cinco anos, a propósito do 10º aniversário do Museu de Arte Contemporânea de Elvas [MACE], casa da Coleção António Cachola, escrevia aqui, na Revista Contemporânea, que colecionar é um ato de conhecer. Hoje, a partir da celebração dos 15 anos da abertura ao público da coleção António Cachola, em 2007 [6 seis anos depois da assinatura do protocolo que deu início à coleção], proponho que, sendo intrinsecamente um ato de conhecer, colecionar é também um ato simultaneamente de poder coletivo na medida em que, no seu melhor e colaborativamente, pode mudar as realidades sociais tal como as conhecemos.