Author(s):
Salvador, Consuelo Padilha Vilar ; Cotrim, Helma Pinchemel ; Florentino, Gesira Soares de Assis ; Barreto, Cibelle Padilha Villar ; Florentino, André Vinicius de Assis ; Bragagnoli, Gerson ; Schwingel, Paulo Adriano ; Salvador, Consuelo Padilha Vilar ; Cotrim, Helma Pinchemel ; Florentino, Gesira Soares de Assis ; Barreto, Cibelle Padilha Villar ; Florentino, André Vinicius de Assis ; Bragagnoli, Gerson ; Schwingel, Paulo Adriano
Date: 2013
Origin: Oasisbr
Subject(s): Doença hepática gordurosa; Doenças cardiovasculares; Doença hepática gordurosa não alcoólica; Doença arterial coronariana; Fatty liver; Cardiovascular diseases; Nonalcoholic fatty liver disease; Coronary artery disease
Description
p. 290–297
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Objetivo Embora algumas investigações demonstrem uma associação entre a doença hepática gordurosa não-alcoólica (DHGNA) e doenças cardiovasculares, existem poucos estudos analisando a relação entre DHGNA e doença arterial coronariana (DAC). O objetivo deste artigo foi realizar uma revisão sobre a associação entre DHGNA e CAD e os métodos diagnósticos usados para avaliar esta associação. Métodos Foi realizada uma revisão da literatura utilizando métodos de busca de material científico indexado, incluindo MEDLINE (através do PubMed), Web of Science, IBECS e LILACS, para identificar artigos publicados em português, inglês e espanhol até agosto de 2012. Os estudos eram elegíveis se incluíam os seguintes dados: local e ano de publicação, prevalência e os métodos utilizados para o diagnóstico da DHGNA (ultrassonografia, tomografia computadorizada, ressonância nuclear magnética ou biópsia) e DAC (angiografia coronária ou tomografia computadorizada), e a exclusão de pacientes com consumo de álcool maior do que 20 g/dia. Resultados Dez artigos foram selecionados, predominando os estudos de corte transversal. Na maioria dos estudos foi observada a associação entre DHGNA e a presença e gravidade da DAC. Conclusão A análise da revisão mostra que é importante avaliar a existência de DHGNA em pacientes com DAC desde sua forma subclínica até a forma clínica sintomática, devido ao maior risco de infarto agudo do miocárdio e consequente aumento da mortalidade.
Salvador