Author(s): Santana, Mônica Leila Portela de ; Santana, Mônica Leila Portela de
Date: 2015
Origin: Oasisbr
Subject(s): Artes Cênicas; Dramaturgia; Performance; Clarice Lispector; Performatividade; Corpo; Processo Criativo; Gêneros Literários
Author(s): Santana, Mônica Leila Portela de ; Santana, Mônica Leila Portela de
Date: 2015
Origin: Oasisbr
Subject(s): Artes Cênicas; Dramaturgia; Performance; Clarice Lispector; Performatividade; Corpo; Processo Criativo; Gêneros Literários
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Capes
Resumo: A pesquisa investiga como a romancista Clarice Lispector constrói as noções de corpo e aprendizagem do prazer dentro do livro Uma Aprendizagem ou O livro dos prazeres, bem como de que maneira esse corpo é apropriado no teatro, no solo teatral da atriz-pesquisadora. A dissertação revela como os procedimentos empregados pela autora para encenar o corpo no palco da escrita, colocando em diálogo contos de Lispector e o romance objeto da pesquisa. Uma genealogia do corpo na história ocidental é proposta, em convergência com os horizontes apontados pelo romance e com base nas reflexões dos filósofos Michel Foucault, Friedrich Nietzsche e aprendizagem como experiência estética, ancorada em John Dewey. Clarice Lispector é lida como uma autora-atriz, cuja escrita se elabora por meio de recursos de mascaramento no texto e retomada de temas biográficos. No quarto capítulo, a atriz-pesquisadora revela o processo criativo do solo Aprendizagem, que transpõe para a cena as noções de corpo, aprendizagem do prazer e a exploração da pluralidade de vozes.
Resumé: A pesquisa investiga como a romancista Clarice Lispector constrói as noções de corpo e aprendizagem do prazer dentro do livro Uma Aprendizagem ou O livro dos prazeres, bem como de que maneira esse corpo é apropriado no teatro, no solo teatral da atriz-pesquisadora. A dissertação revela como os procedimentos empregados pela autora para encenar o corpo no palco da escrita, colocando em diálogo contos de Lispector e o romance objeto da pesquisa. Uma genealogia do corpo na história ocidental é proposta, em convergência com os horizontes apontados pelo romance e com base nas reflexões dos filósofos Michel Foucault, Friedrich Nietzsche e aprendizagem como experiência estética, ancorada em John Dewey. Clarice Lispector é lida como uma autora-atriz, cuja escrita se elabora por meio de recursos de mascaramento no texto e retomada de temas biográficos. No quarto capítulo, a atriz-pesquisadora revela o processo criativo do solo Aprendizagem, que transpõe para a cena as noções de corpo, aprendizagem do prazer e a exploração da pluralidade de vozes.