Author(s): Côrtes Moreira, Sandra Cristina ; Pérez-Rodríguez, M. Amor ; Borges, Gabriela ; Tejedor, Santiago ; Lopes-Neto, Miguel
Date: 2024
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.1/27293
Origin: Sapientia - Universidade do Algarve
Author(s): Côrtes Moreira, Sandra Cristina ; Pérez-Rodríguez, M. Amor ; Borges, Gabriela ; Tejedor, Santiago ; Lopes-Neto, Miguel
Date: 2024
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.1/27293
Origin: Sapientia - Universidade do Algarve
O que nos leva a considerar turistas e demais implicados no processo tu rístico como competentes para as tarefas associadas às várias fases que fazem parte da viagem – preparar, realizar, contar, repetir? Partindo destas ideias e considerando que: • no presente, a socialização e formação do conhecimento é gerada no processo de comunicação (Aguaded, 2005), pelos meios nele utilizados; • que essas aprendizagens ocorrem em ambientes não formais e informais, sendo todos sujeitos do conhecimento e aprendentes (Freire, 2007); • que as competências para se ser literato são diferentes e dinâmicas (Sco lari et al, 2018); • que somos prosumers/produsers (Bruns, 2006), numa ecologia mediá tica, que evoluiu para a convergência de instrumentos, redes, serviços, códigos e conteúdos, influenciadora das atividades económicas, sociais e de cidadania, gerando uma hibridação de géneros narrativos, formatos digitais, novos valores estéticos, semióticos e pragmáticos; • Ou seja: como salientam todos estes autores, as competências associadas à Literacia Mediática estão presentes no quotidiano de cada cidadão, ligando-se a todas as atividades, independentemente da área ou da te mática, pois a presença dos media manifesta-se, de forma muito pre mente, no que desenvolvemos, incluindo a atividade turística no seu todo.