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Caracterização de defeitos ósseos maxilares: estudo imagiológico

Author(s): Canadinhas, Filipe José Garcia

Date: 2013

Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.26/13959

Origin: Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL

Subject(s): Tomografia computadorizada; Defeitos ósseos maxilares; Alterações dimensionais; Imagem tridimensional


Description

Este estudo, de caráter retrospectivo, teve como objetivo avaliar, por meio da tomografia computadorizada (TC), a dimensão e volume dos defeitos ósseos maxilares, entre os dentes 15 e 25. Das TC disponíveis da consulta de implantologia da clínica dentária do Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz, foram selecionados 36 pacientes com idades compreendidas entre os 32 a 76 anos. Destes pacientes isolou-se uma amostra total de 46 defeitos ósseos maxilares unitários. Os exames foram analisados no programa OsiriX. As medições obtidas foram analisadas estatisticamente por meio do teste “t”. Os dados foram considerados no nível de significância de 5%. A correlação efectuada, entre as medições obtidas, mostra que a comparação direta entre hemi-arcadas é uma metodologia viável para a análise de defeitos maxilares. O estudo demonstrou uma perda óssea horizontal de 17-33% (0,0718-0,2112 cm3, com média ponderada para o sector anterior de 0,1184 cm3); 2,46-3,48 mm (com média ponderada para o sector anterior de 2,91 mm), substancialmente superior à perda óssea vertical de 6-15 % (0,0291-0,0852 cm3, com média ponderada para o sector anterior de 0,0519 cm3); 2,09-2,72 mm (com média ponderada para o sector anterior de 2,27 mm). A tábua óssea vestibular apresenta a maior reabsorção. Não existe dimorfismo sexual nos defeitos ósseos maxilares neste estudo. Há uma maior prevalência de reabsorção óssea horizontal nos dentes 11/21. Na região anterior da maxila, a crista óssea de menores dimensões pós-extração corresponde à posição dentária 12/22. O dente 11/21 apresenta a maior quantidade de suporte ósseo. A porção óssea vertical de maior dimensão corresponde aos dentes 15/25. Há uma maior perda de altura óssea nos dentes 13/23. Observa-se a maior profundidade de perda óssea vestibular nos dentes 11/21. Há uma maior perda de dimensão horizontal óssea nos dentes 11/21. Existência um padrão morfológico para os defeitos ósseos.

Dissertação para obtenção do grau de Mestre no Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz

Document Type Master thesis
Language Portuguese
Advisor(s) Marques, José Silva; Zagalo, Carlos
Contributor(s) Canadinhas, Filipe José Garcia
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