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A formação interdisciplinar e o trabalho em equipa na abordagem do doente critico

Author(s): Oliveira, Pedro Alexandre Moutinho de

Date: 2012

Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.26/15698

Origin: Escola Superior de Enfermagem de Lisboa

Subject(s): Pessoa em situação critica; Enfermagem; Trabalho de equipa; Serviço de urgência


Description

Este documento é um relatório final do Ensino Clínico do 1º Curso de Mestrado Em Enfermagem – Área de Especialização Pessoa em Situação Crítica. Nele encontram-se a descrição das actividades desenvolvidas e os resultados da investigação efectuada e inserida no projecto nele implementado, sob o tema “A Formação Interdisciplinar e o Trabalho em Equipa na Abordagem do Doente Crítico. Um efectivo trabalho em equipa, empírica e cientificamente, tem sido reconhecido como condição imprescindível para a prestação de cuidados de saúde de qualidade, mais sensivelmente notada em momentos de abordagem de um doente crítico, e a Formação Interdisciplinar tem surgido como possível instrumento valioso para a aquisição de competências de trabalho em equipa. Pretendeu-se perceber o nível de formação em emergência, as percepções sobre a importância da formação e do trabalho em equipa e o conhecimento e abertura para os preceitos da formação interdisciplinar em três Serviços de Urgência distintos na sua tipologia. Chegou-se à conclusão que o trabalho em equipa e a formação eram vistos como essenciais na prestação de cuidados de saúde e que a formação interdisciplinar ainda um conceito a necessitar de divulgação, mas bem aceite por quem já o conhece. Identificaram-se problemas na promoção da formação, não dispondo os profissionais de horas para o efeito nem certificação reconhecida da mesma quando efectuadas pelo Centro de Formação do Hospital, em especial para suprir os deficits no nível de formação em Suporte Avançado de Vida e SAV em Trauma, essenciais num SU. Encontraram-se preocupações e necessidades de formação comuns a médicos e enfermeiros, bem como abertura para participar nessas formações em conjunto. Identificaram-se pontos frágeis no trabalho em equipa nos três SU na comunicação, no desempenho do team leader e no recurso ao briefing e debrifing. Em conclusão, pode-se afirmar que urge uma mudança na estruturação e planificação da formação nos Serviços de Urgência, num modelo capaz de dar resposta às necessidades específicas e conjuntas dos profissionais. Por parte destes existe valorização e abertura para a formação e para novos modelos da mesma, exigindo porém condições laborais.

Mestrado, Enfermagem Pessoa em Situação Critica, 2012, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa

Document Type Master thesis
Language Portuguese
Advisor(s) Sá, Florinda; Pinto, Patrícia Rosado
Contributor(s) Oliveira, Pedro Alexandre Moutinho de
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