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L´interprétation des partitions graphiques non-procédurales

Author(s): Lamaison, Étienne Marie Joseph

Date: 2013

Persistent ID: http://hdl.handle.net/10174/11330

Origin: Repositório Científico da Universidade de Évora

Subject(s): Partition graphique; Improvisation; Cardew; Brown; Partitura gráfica; Improvisação; Cardew; Brown; Graphical score; Improvisation; Cardew; Brown


Description

Résumé – Les partitions graphiques non-procédurales Cette thèse examine quelles sont les ouvertures qui ont été offertes aux interprètes par l’avènement des partitions graphiques à partir des années 1950. Les partitions graphiques considérées sont désignées comme non-procédurales. Avec Nelson Goodman, il sera établi en quoi les partitions graphiques ne peuvent être considérées comme des formes notationnelles. Ce sont des musiques intuitives en ce sens qu’elles ne suivent pas une procédure d’exécution, mais invitent l’interprète à élaborer des processus de jeux. Après l’analyse de pièces comme celles d’Earle Brown ou de Cornelius Cardew seront dégagées diverses méthodologies d’interprétation des graphies sonores, proches de l’improvisation; Resumo - A interpretação das partituras gráficas não-procedimentais Esta tese examina as aberturas oferecidas aos intérpretes com o advento das partituras gráficas, designadas como não-procedimentais, a partir dos anos 1950. Com Nelson Goodman, estabelece-se a razão dessas partituras gráficas não serem consideradas formas notacionais. São músicas intuitivas no sentido em que não seguem um procedimento de execução, mas convidam o intérprete a elaborar processos de jogo. Depois da análise de peças de Earle Brown ou Cornelieus Cardew esta tese propõe diversas metodologias de interpretação de grafias sonoras, próximas das utilizadas na improvisação; Abstract - The Interpretation of Non-Procedural Graphic Scores This thesis examines the new possibilities offered to performers with the advent of graphic scores, called here non-procedural, from the 1950s onwards. Referring to Nelson Goodman, it establishes why these scores cannot be considered notational forms. Graphic scores are intuitive music in that they do not follow any procedure, but prompt the performer to develop processes of play. After analysing pieces by composers such as Earle Brown or Cornelius Cardew, this work proposes various methodologies for interpreting sonorous written forms, similar to those for improvisation.

Document Type Doctoral thesis
Language French
Contributor(s) Gibson, Benoît; François, Jean-Charles
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