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Evaluation of the prevalence and caracterization of rinosinusitis in Portugal – epidemiologic study

Author(s): Barros, Ezequiel ; Monteiro, Luisa ; Branquinho Prata, João ; Sousa Vieira, António ; Tomé, Pedro ; Gonçalves, Paulo ; Santos, Ana ; Mota, Magda ; Macedo, Ana

Date: 2008

Origin: Revista da Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial

Subject(s): Rhinosinusitis; Rhinosinusopathy; Prevalence; Portugal; Rinossinusite; Rinossinusopatia; Prevalência; Portugal


Description

Objectives: To determine the prevalence of acute and chronic rhinosinusitis in Portugal and to characterize these patients’ profile regarding demographic data, diagnosis and previous therapy.Study’s design: Transversal epidemiologic study.Methods: Single application of a questionnaire to collect the sociodemographic, clinical and therapeutic data in acute and chronic rhinosinusitis patients.Results: The total prevalence of rhinosinusitis was of 13.7% (11.3% acute and 2.4% chronic). This disease is more frequent in women, between 30 and 39 years old and above 60 years, in the Lisbon region, Alentejo and Algarve. Chronic rhinosinusitis is more prevalent in the North of the country (50%) and in individuals whose mean age is 43.2!13.0 years and it is more frequently accompanied by associated symptoms and other diseases and also leads to more doctor appointments than acute rhinosinusitis.Conclusion: Both sensitizing for the importance of correct diagnosis and contesting the recurrent tendency to self medication are extremely relevant in preventing and treating rhinosinusitis.

Objectivos: Determinar a prevalência e caracterizar o perfil dos doentes com rinossinusite aguda e crónica, em Portugal Continental.Desenho do estudo: Estudo epidemiológico transversal.Métodos: Aplicação de um questionário a um grupo representativo de 5.116 indivíduos de ambos os sexos, entre os 14 e os 65 anos.Resultados: A prevalência total de rinossinusite foi de 13,7% (11,3% aguda e 2,4% crónica), sendo mais frequente em mulheres, nas faixas etárias dos 30 aos 39 anos e acima dos 60 anos, nas zonas de Lisboa e Vale do Tejo (LVT), Alentejo e Algarve. A prevalência de rinossinusite crónica é maior no Norte (50%), em inquiridos com idade média de 43 anos. A rinossinusite crónica é frequentemente acompanhada de outras patologias e sintomas e motiva mais consultas médicas do que a rinossinusite aguda.Conclusão: A sensibilização para a importância do diagnóstico correcto, ao mesmo tempo que se contraria a tendência da automedicação recorrente é de relevância extrema na prevenção e tratamento da rinossinusite.

Document Type Journal article
Language Portuguese
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