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The influence of cleats model on predisposing factors for lateral ankle sprain and on the performance of soccer players in artificial grass.

Author(s): Diogo César de Freitas Silva

Date: 2018

Origin: Repositório Aberto da Universidade do Porto

Subject(s): Ciências da saúde; Health sciences; Ciências médicas e da saúde::Ciências da saúde; Medical and Health sciences::Health sciences; Ciências médicas e da saúde::Ciências da saúde; Ciências médicas e da saúde::Ciências da saúde; Medical and Health sciences::Health sciences; Medical and Health sciences::Health sciences


Description

Introduction: The cleats, had been subject to structural changes along the years to deal with the demands of soccer in different playing fields. Despite the recognition of their ability to influence both injury risk in some pathologic conditions and performance, their interaction with the playing field in the risk of one of the most prevalent injury in soccer - ankle sprain - has been poorly explored, deserving more attention. Aims: Study the influence of different cleat models on lateral ankle sprain injury risk and performance of soccer players with and without Chronic Ankle Instability (CAI). Methods: 81 participants with (n=59) and without (n=22) history of ankle sprain were recruited to perform the cultural adaptation of the Portuguese version of Ankle Instability Instrument to identify the presence of CAI (article III). A total of 145 non-professional soccer players (60 with and 85 without CAI) performed the Side Hop Test and the 6-meter Crossover Test with different cleat models to assess variables related to predisposing factors for lateral ankle sprain, as well as sports performance. Results: The evidence demonstrates that the Turf cleat model is protective for repeated impact injuries, while Soft Ground model in dry/wet artificial grass fields and the Turf model in wet fields lead to worse performance (article I). The results obtained in the present thesis demonstrated: 1) no differences in variables related to the risk of lateral ankle sprain between the Turf, Hard and Firm Ground models, even after a peroneal muscles fatigue protocol (article II n=24 healthy); 2) no differences in performance between Turf, Artificial Grass, Hard and Firm Ground models (n=19 healthy, n=20 CAI, article IV); 3) that Artificial Grass model lead to an earlier peroneus longus activation compared to the Turf model in the group with CAI. This group presented a later peroneus longus activation compared to healthy participants with Turf model (n=42 healthy, n=40 CAI, article V). Conclusion: Models authorized for artificial grass appear to have no influence in performance during changes of direction with associated jumps, in both healthy and players with CAI. Contrary to the Turf model, the Artificial Grass model seems to provide a higher protection for lateral ankle sprains in individuals with CAI compared to the other models evaluated.

Introdução: As chuteiras têm sofrido, ao longo dos anos, alterações estruturais de modo a lidar com as exigências do futebol nos diferentes terrenos de jogo. Apesar do reconhecimento da sua capacidade para influenciar o risco de lesão de algumas condições patológicas e a performance, a sua interação com o terreno de jogo no risco de uma das lesões mais prevalentes no futebol - entorse do tornozelo - tem sido pouco explorada, merecendo mais atenção. Objetivos: Estudar a influência de diferentes modelos de chuteiras no risco de entorse lateral do tornozelo e performance de futebolistas com e sem Instabilidade Crónica do Tornozelo (ICT). Métodos: 81 participantes com (n=59) e sem (n=22) história de entorse do tornozelo foram recrutados para realizar a adaptação cultural da versão portuguesa do Ankle Instability Instrument para identificar a presença de ICT (artigo III). Um total de 145 futebolistas não profissionais (60 com e 85 sem ICT) realizaram o Side Hop Test e o 6-meter Crossover Test com diferentes modelos de chuteiras para avaliar variáveis relacionadas com fatores predisponentes para entorse lateral do tornozelo, bem como com a performance desportiva. Resultados: A evidência demonstra que o modelo de chuteira Turf é protetivo para lesões de impacto repetido, enquanto o Soft Ground em relvados artificiais secos/húmidos e o modelo Turf em terrenos húmidos induzem pior performance (artigo I). Os resultados obtidos na presente tese demonstram: 1) nenhuma diferença nas variáveis relacionadas com o risco de entorse lateral do tornozelo entre os modelos Turf, Hard e Firm Ground, mesmo após um protocolo de fadiga dos músculos peroniais (artigo II n=24 saudáveis); nenhuma diferença na performance entre os modelos Turf, Artificial Grass, Hard e Firm Ground (n=19 saudáveis; n=20 ICT, artigo IV); 3) que o modelo Artificial Grass conduziu a uma ativação mais precoce do longo peronial em relação ao modelo Turf no grupo com ICT. Este grupo apresentou uma ativação do longo peronial mais tardia com o modelo Turf em comparação com os participantes saudáveis (n=42 saudáveis, n=40 ICT, artigo V). Conclusão: Os modelos autorizados para uso em relvado artificial parecem não influenciar a performance durante mudanças de direção com saltos associados, tanto em saudáveis, quanto em atletas com ICT. Contrariamente ao modelo Turf, o modelo Artificial Grass parece ser protetor para entorses laterais do tornozelo em indivíduos com ICT.

Document Type Doctoral thesis
Language English
Contributor(s) Faculdade de Desporto
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