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Nómadas organizacionais : Ajustamento transcultural do expatriado e sua família

Author(s): Soares, João Miguel Pinto Ladeiras

Date: 2014

Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.12/3657

Origin: Repositório do ISPA - Instituto Universitário

Subject(s): Adaptação transcultural; Expatriados; Cônjuges; Cross-cultural adaptation; Expatriates; Spouses


Description

O objectivo deste trabalho é estudar a adaptação transcultural dos expatriados e os seus cônjuges, contemplando os vários factores que perfazem o ajustamento ao país de expatriamento. Neste sentido um total de 235 participantes foi convidado a participar em dois questionários dicotómicos: um grupo de expatriados com 119 participantes e um grupo de cônjuges com 116. Para o grupo dos expatriados recorreu-se à escala de Black e Stephens (1989) que apresentam um modelo teórico multifacetado composto por três factores: a) ajustamento geral; b) ajustamento no trabalho; c) ajustamento interaccional. Para o grupo dos cônjuges foi usada a escala de Olson, Mccubbin et al (1992) que conjuga um inventário de dimensões referentes à família, tais como: Comunicação, Coesão e Adaptabilidade. Foi igualmente usada a escala de (SWLS; Diener, Emmons, Larsen, & Griffin, 1985) referente ao bem-estar. Por último, foi usada a escala Interacção Intercultural proposta por Ali (2003) que permite avaliar a interacção com os naturais do país de expatriamento. O estudo analisou três hipóteses relativas à expatriação: (1) Há diferenças significativas face à adaptação transcultural entre géneros; (2) A adaptação transcultural apresenta diferenças significativas entre um expatriamento para outro continente ou para o mesmo continente; (3) Há diferenças significativas na adaptação transcultural entre os cônjuges que trabalham no país de expatriamento e os que não trabalham. Através de testes de MANOVA foi possível confirmar todas as hipóteses em estudo, apresentando a discussão pistas para novos desenvolvimentos científicos e aplicados.

ABSTRACT: The goal of this study is the cross-cultural adaptation of expatriates and their spouses, contemplating the many factors that comprise the adjustment to in the host country. Therefore, a total of 235 participants was invited to participate in two dichotomous questionnaires: a group of expatriates with 119 participants and a group of spouses with 116. For the group of expatriates we resorted to the scale of Black and Stephens (1989) who present a theoretical model multifaceted composed with three factors: a) general adjustment; b) adjustment at work; c) interactional adjustment. For the group of spouses was used a scale of Olson, McCubbin et al (1992) which combines an inventory of dimensions for the family such as: Communication, Cohesion and Adaptability. It was also used the scale of Diener, Emmons, Larsen & Griffin (1985) regarding to Well-Being. Finally, we used the Intercultural Interaction scale proposed by Ali (2003) that evaluates the interaction with the natives of the country of expatriation. The study analysed three hypothesis relating to expatriation: (1) There are significant differences regarding to cultural adaptation between genders (2) There are significant differences regarding to cultural adaptation between an expatriate that goes to another continent or to the same continent; (3) There are significant differences in cultural adaptation between spouses that working in the country of expatriation and those not working. Through MANOVA tests was possible to confirm all the hypothesis in the study, where the discussion has clues to new scientific and applied developments.

Dissertação de Mestrado apresentada ao ISPA - Instituto Universitário

Document Type Master thesis
Language Portuguese
Advisor(s) Oliveira, Teresa Cristina Clímaco Monteiro d'; 201148447
Contributor(s) Soares, João Miguel Pinto Ladeiras
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