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Relatório de estágio : laboratório Dr. Joaquim Chaves

Author(s): Batalha, Sara Ferreira Santos

Date: 2013

Persistent ID: http://hdl.handle.net/10451/12383

Origin: Repositório da Universidade de Lisboa

Subject(s): Factor V Leiden; Polimorfismo; Tromboembolismo Venoso; Teses de mestrado - 2013


Description

O tromboembolismo venoso (VTE) refere-se a uma trombose na circulação venosa. Apesar do evento trombótico venoso mais comum ser a trombose venosa profunda nas pernas, as tromboses também podem ocorrer nas extremidades superiores, pélvis, abdómen e cérebro. O embolismo pulmonar é a principal complicação da trombose venosa profunda, na qual uma porção do trombo venoso é transportada para uma artéria pulmonar, potencialmente obstruindo a vasculatura pulmonar. O tratamento inicia-se com anticoagulantes parentéricos em curta duração, por vezes terapêutica trombolitica e depois prolonga-se com antagonistas da vitamina K, comummente Warfarina. A duração da terapia depende da consideração sobre a existência de factores de risco permanentes que conduzam à recorrência. Tem sido efectuado um grande esforço para quantificar o risco de recorrência de trombose. Se o paciente tem um factor de risco permanente para trombose, a terapia anticoagulante pode ser prolongada, por vezes por toda a vida. O clínico e o paciente podem tentar minimizar os factores de risco modificáveis e ainda utilizar meios mecânicos ou farmacológicos para prevenir tromboses em situações de alto risco como hospitalizações ou gravidez. Com este trabalho pretendo fazer uma revisão de conjunto reunindo informação sobre os factores de risco associados a VTE, especificamente o Factor V de Leiden (FVL). É caracterizado o interesse clinico e epidemiológico da sua determinação, com estratificação nos diferentes grupos de risco e são também descritos vários métodos utilizados para a sua determinação laboratorial, bem como algumas das vantagens de desvantagens associadas a cada um deles.

Venous thromboembolism (VTE) is characterized by a stroke in the venous circulation. Although the most common venous thrombotic event is the deep vein thrombosis in the legs, thrombosis may also occur in the upper extremities, pelvis, abdomen, and brain. The pulmonary embolism is the major complication of deep venous thrombosis, in which a portion of the venous thrombus is conveyed to a pulmonary artery, potentially blocking the pulmonary vasculature. The treatment starts with parenteral anticoagulants as a first response, sometimes followed by thrombolytic therapy and it may be extended with vitamin K antagonists, commonly Warfarin. The duration of therapy depends on the consideration about the presence of risk factors that may lead to permanent recurrence. It has been made a major effort to quantify the risk of recurrent thrombosis. If the patient has a permanent risk factor for thrombosis, anticoagulation therapy may be a permanent option. The clinician and the patient may try to minimize modifiable risk factors and also use mechanical or pharmacologic options for preventing thrombosis in high-risk situations such as hospitalizations or pregnancy. With this paper i intend to do a comprehensive revision of the gathered information on risk factors associated with VTE, specifically the FVL. I characterized the clinical and epidemiological interest of its determination, with stratification in different risk groups and also described various methods used for determining laboratory as well as some of the advantages and disadvantages associated with each method.

Relatório de estágio de mestrado, Análises Clínicas, Universidade de Lisboa, Faculdade de Farmácia, 2013

Document Type Master thesis
Language Portuguese
Advisor(s) Oliveira, Carlos
Contributor(s) Batalha, Sara Ferreira Santos
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