Document details

Assessing dogs using a temperament test - will training affect the outcome? : a test-retest trial as a forensic tool

Author(s): Fechner, Sophie Luisa

Date: 2017

Persistent ID: http://hdl.handle.net/10400.5/13120

Origin: Repositório da UTL

Subject(s): Temperament test; Personality; Aggression; Breed specific legislation; Training; Behaviour stability; Teste de temperamento; Personalidade; Agressividade; Potencialmente perigosos; Treino; Estabilidade comportamental


Description

Temperament Tests can be a forensic tool as they are often used to clarify legal cases in which dogs were allegedly involved in circumstances of aggression towards humans or other dogs. The test used in this study, the standardized temperament test of Lower Saxony, a battery type test of 36 situations scaled from 1-7 aims to identify those dogs that show disturbed or inadequate aggression at the point of the evaluation. To be able to use this test as a forensic decision making tool it is important to understand if aggressive behaviour shown in the test can be altered through training. The records of all Temperament Tests applied at the Hamburg Shelter since 2006 to 2016, a total of 264 were analysed. From these records, the dogs that were subject to two Temperament Tests were chosen: n= 28 dogs. These dogs had been subject to a first Temperament Test at the Shelter, were trained, and then took a re-test. The 36 situations comprising the test were bundled into 5 sub-groups of situations evaluating similar circumstances and the results of the first and the second temperament test were analysed applying a paired Wilcoxon signed rank test with continuity correction. The training the dogs had been subject to in the meantime was taken into consideration. The average values in two of the five bundles were lower in the second temperament test: in the bundle of situations where the dogs had to interact with threatening humans the average value went from 1.64 in the first test to 1.39 in the second test (P=0.03) and in the bundle of situations of dog-dog contact, the average value went from 1.98 in the first test to 1.53 in the second test (P=0.02). These results suggest that training does have an effect on the aggressive behaviour shown in some test situations. 23/28 dogs, 82,1%, passed the second Temperament Test after being trained at the shelter. Practical implications and future applicability of the test are discussed.

RESUMO - Testes de Temperamento podem ser uma ferramenta forense uma vez que são frequentemente utilizados para esclarecer casos legais nos quais cães alegadamente estiveram envolvidos em circunstâncias de agressão contra humanos ou outros cães. O teste utilizado neste estudo é o teste de temperamento estandardizado da Baixa Saxónia, na Alemanha. Este teste é constituído por uma bateria de subtestes, 36 situações avaliadas numa escala de 1-6 e pretende identificar aqueles cães que mostrem agressividade perturbada ou inadequada no momento da avaliação. Para poder utilizar este teste como ferramenta para tomar decisões forenses, é importante compreender se o comportamento agressivo mostrado no teste pode ser alterado através de treino. Foram analisados os resultados de todos os Testes de Temperamento aplicados no Abrigo de Hamburgo desde 2006 até 2016, um total de 264. Deste conjunto de dados foram selecionados todos aqueles cães que, por alguma razão, repetiram o Teste de Temperamento: n=28. Estes cães foram sujeitos a um primeiro Teste de Temperamento no abrigo, foram treinados e voltaram a ser testados. As 36 situações constituintes do teste foram agrupadas em cinco subgrupos de situações que avaliam circunstâncias similares e os resultados agregados do primeiro e segundo teste foram comparados utilizando um teste de Wilcoxon emparelhado e relacionados com o treino ministrado entretanto. O valor das médias de dois dos cinco subgrupos foram inferiores no segundo teste: no subgrupo de situações em que os cães tinham de interagir com humanos que agiam de forma ameaçadora o valor da média alterou-se de 1.64 no primeiro teste para 1.39 no segundo (P=0.03) e no subgrupo de interação cão-cão o valor médio alterou-se de 1.98 no primeiro teste para 1.53 no segundo (P=0.02). Estes resultados sugerem que o treino influencia o comportamento agressivo demonstrado em algumas situações do teste. Para além disso, 23/28 cães, 82,4%, passaram no segundo Teste de Temperamento. Foram discutidas implicações práticas e a aplicabilidade futura deste teste.

Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária

Document Type Master thesis
Language English
Advisor(s) Pereira, Gonçalo da Graça; Moreira, Anabela de Sousa Santos da Silva
Contributor(s) Fechner, Sophie Luisa
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