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Jardim biosférico e consciência assistida

Autor(es): Silva, Ana Maria Gonçalves da

Data: 1992

Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/10174/12350

Origem: Repositório Científico da Universidade de Évora

Assunto(s): O jardim na antiguidade; O jardim biosférico; Ecologia humana; A árvore e o jardim


Descrição

Porque resiste o nosso pensamento a retirarmo-nos do centro do Mundo? Porque subsistem, nos dias de hoje, ideias antropocêntricas mais antigas que Jesus Cristo, uma espécie de barreira ideológica que impede que ideias mais recentes, não antropocêntricas, só se insinuem, na generalidade, pela rama das atitudes secundárias da protecção piegas da "Natureza reza que nos rodeia"? Como diz Karl Popper "um ser vivo é um solucionador de problemas a tempo inteiro" (27, pg. 26). Resolver problemas talvez seja o nosso motor do conhecimento, criação cultural criando e recriando outras realidades que passam a fazer parte dela também. Um dos propósitos da SHE (Society o+ Human Ecology) à "promover o desenvolvimento da colaboração e a compreensão interdisciplinar da Ecologia Humana e suas aplicações". Mais, especificamente, acrescenta: identificar problemas, descobrir as suas origens, examinar possíveis soluções e suas implicações e fazer, então, recomendações para a implementagào de soluções. A Ecologia Humana tendo como objecto o "Homem na sua Circunstância" tem de contar, necessariamente, com uma grande generosidade que permita ultrapassar cepticismos perante a arrogância finalista do pensamento tecnocrático, criador de absurdos. Como dissecadores de incompreensões ou missionários da globalidade, podemos ser preteridos por um sistema ideológica em que a procura da verdade, o amor ao belo são considerados graves defeitos sujeitos a castigo, já não direi de condenação a morte mas, de condenação ao desemprego.

Tipo de Documento Tese de doutoramento
Idioma Português
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