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Arquitetura em Portugal dos anos 50 – o Movimento Moderno : do bairro à casa : célula VIII do sítio de Alvalade

Autor(es): Martins, Margarida Teixeira de Almeida Carreira, 1988-

Data: 2017

Identificador Persistente: http://hdl.handle.net/11067/2789

Origem: Lusíada - Repositório das Universidades Lusíada

Assunto(s): Arquitectura de habitação - Portugal - Lisboa; Movimento moderno (Arquitectura) - Portugal; Arquitectura - Portugal - História - Século 20; Bairro das Estacas (Portugal, Lisboa)


Descrição

O presente trabalho teve como principal objetivo o desenvolvimento do tema - O Bairro. Este é entendido como peça vital na articulação entre a cidade e os seus habitantes. Estabelece a relação com o espaço público e privado, assumindo-se como pele invisível, instituindo o ténue contacto entre o que é “nosso” e o que é “meu”, afinal transforma e organiza a vida em sociedade, estabelece a harmonia com o que está visivelmente cheio/vazio, ou casa/jardim. Permite-nos deste modo, pensar até que ponto o exterior faz parte do nosso entendimento e da vivência da nossa própria Casa, os vizinhos como família e o Bairro como um todo, completo e complexo criado a partir da relação entre pessoas. É sobre este tema que nos debruçamos. Afinal, é a arquitetura a responsável pelo Confronto e Relação entre as pessoas, elementos fundamentais à vida tal a conhecemos. O caso de estudo eleito por nós foi o Bairro das Estacas de D´Authouguia e S.F. Sanches. Bairro onde cresci e vivi, e que se inclui numas das melhores obras arquitetónicas do Movimento Moderno em Portugal na década de 50. Procurámos fazer uma introdução histórica relativa ao desenvolvimento da arquitetura em Portugal a fim de entender o enquadramento do mesmo, as suas referências, influências, origens e evidentes repercussões, naturalmente na cidade de Lisboa, onde se localiza o Bairro em estudo. Prosseguiu-se o enquadramento do corpo no espaço, onde descrevemos o Bairro na primeira pessoa. Uma leitura pessoal, onde o espaço público se transforma em hall, o espaço privado em jardim e os vizinhos que, geralmente são apenas outras portas no mesmo edifício, adquirem o verdadeiro sentido da palavra. Integramos também neste trabalho, de um modo metodológico, a leitura das diferentes tipologias que o constituem, o comércio e os importantes jardins que o circundam, criando um conjunto de importantes relações e vivências contadas e descritas na primeira pessoa, com a ajuda de alguns inquéritos realizados aos atuais moradores. Para concluir, descrevemos os pontos de contacto entre o trabalho desenvolvido na disciplina de Projeto III do quinto ano, um Centro de Reabilitação de Sem-Abrigo.

Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2014

Exame público realizado em 27 de Novembro de 2014

Tipo de Documento Dissertação de mestrado
Idioma Português
Orientador(es) Manoel, Bernardo de Orey, 1969-
Contribuidor(es) Martins, Margarida Teixeira de Almeida Carreira, 1988-
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