Neste artigo queremos pensar a caminhada como uma forma de arte “expandida”, enquanto expressão artística de convergência entre vários formatos integrando elementos tão diversos como tempo, espaço, performance, cenografia, sonoplastia, dramaturgia, tecnologia e participação do público, para criar experiências imersivas e incorporadas. Enfatizamos o seu potencial como acontecimento multimodal, mobilizador, capaz...
The GhostDance research project explores the changes in dancers' body perception when interacting with virtual bodies. Virtual reality's volatile and insubstantial nature, with its liquid architectures (Novak,1992) and massless, weightless and fluid bodies, can be seen as inherently ghostly. The study aims to investigate how the presence and interaction with a body are influenced by the existence of a spectral ...
“Dançar em realidade virtual: Os imaginários de GhostDance Andamento #1” é uma das primeiras publicações afectas ao projecto exploratório GhostDance. Neste artigo, falamos de duas coreografias com realidade virtual – Boidance (2021) e GhostDance Andamento #1 (2023) – em que alguns bailarinos incorporam, nos movimentos dançados, entidades percebidas por meio da realidade virtual através do uso de óculos de Reali...
ABSTRACT - “Ghostdance” is an innovative ongoing work in progress of generative art that explores the captivating blend of visual, auditory and immersive experiences in the realm of virtual reality (VR). This project harnesses the potential of generative algorithms to create a dynamic soundscape that continually transforms, inviting participants on a journey through ever-changing abstract and visual soundscapes...
Ghostdance” is an innovative ongoing work in progress of generative art that explores the captivating blend of visual, auditory and immersive experiences in the realm of virtual reality (VR). This project harnesses the potential of generative algorithms to create a dynamic soundscape that continually transforms, inviting participants on a journey through ever-changing abstract and visual soundscapes. In the imm...
No aparente paradoxo que a ideia de “caminhar em confinamento” encerra — também na sua relação com a cidade — encontrámos, na experiência de confinamento, algumas possibilidades de operar nessa tensão paradoxal. Serão hipóteses de potência coreopolítica, se postas em oposição à sensação de auto-corepoliciamento (a autovigilância do próprio movimento) e à extrema atenção dada ao movimento do “outro” como ameaça,...