Este artigo coloca em confronto, articulando-os, dois filões daprodução poética do tempo de D. João V, incidindo sobre o período que se estendeaté à celebração do monarca, pela Academia da Arcádia romana, com os giuochiolimpici de 1726. Permite interpretar sob uma nova luz a poesia dessa fase e asrelações mantidas entre Portugal e a Santa Sé, no âmbito do Classicismo arcádico
Marnoto, Rita (2024). Sobre os rios que vão e a coluna vertebral da obra camoniana. Camões Revista de Letras e Culturas Lusófonas, 28, 33-37. ISSN 0874 3029; A restituição do texto de Sobre os rios que vão ao poema garantidamente escrito por Camões adquire repercussões extraordinárias, relativas não só à interpretação das próprias redondilhas, como é óbvio, mas também à interpretação da obra camoniana no seu to...
(2024). D. Miguel da Silva na Roma do Renascimento. O diplomata e o humanista. In Sonia Netto Salomão, Mariagrazia Russo, Giorgio de Marchis, Simone Celani & Federico Bertolazzi (Ed.), “Livre no tempo e em pedra aprisionada”, Roma nas culturas de língua portuguesa (31-44). Roma: Edizioni Nuova Cultura. ISBN: 978 883 365 697 7; D. Miguel da Silva (1480ca.-1556) distingue-se como um dos mais cosmopolitas e refina...
(2024). Il Portogallo e la Santa Sede agli albori del regno di D. João V. Il polisistema di relazioni culturali. In Valeria Tavazzi; Javier Gutierrez Carrou (ed.). Diplomazia e comunicazione letteraria. (11-25). Roma: Edizioni di Storia e Letteratura.; . As relações diplomáticas entre Lisboa e a Santa Sé, durante o reinado de D. João V, decorreram ao ritmo de manifestações artísticas dotadas de um esplendor des...
(2024). A produção poética do reinado de D. João V e as relações com a Santa Sé. Via Spiritus, 31, 105-129. ISSN 0873 1233; Este artigo coloca em confronto, articulando-os, dois filões da produção poética do tempo de D. João V, incidindo sobre o período que se estende até à celebração do monarca, pela Academia da Arcádia romana, com os giuochi olimpici de 1726. Permite interpretar sob uma nova luz a poesia dess...
Luís Miguel Queirós/Rita Marnoto (2024-03-12) Camões. Editor do século XVI fez uma impressão pirata de Os Lusíadas. Público, 35, 12367, pp. 30-31.
Luís Ricardo Duarte/Rita Marnoto (2024-03-06) Celebrar 500 Anos de Camões. Jornal de Letras, Artes e Ideias, 43, 1394, p. 2.
Marnoto, Rita (2024). Entre Lisboa, Goa e Antuérpia. As fontes tipográficas dos Colóquios dos simples e drogas (1563) e de Os Lusíadas (1572). Callipole, 30, 13-25. ISSN 0872 5225; Os tipos móveis com que foram impressos, em Goa, no ano de 1563, os Colóquios dos simples, e drogas he cousas mediçinais da India, de Garcia de Orta, e, em Lisboa, no ano de 1572, Os Lusíadas, de Luís de Camões, têm na sua origem pun...
Marnoto, Rita (2024). “Aos ombros de gigantes”: Sá de Miranda e a renovação renascentista. Um novo capítulo da história literária. In Anabela Rita, Isabel Ponce de Leão, José Eduardo Franco, Miguel Real (dir.), Carlos F. Clamote Carreto, Isabel Morujão, Micaela Ramon, Maria Luísa Malato, Luísa Paolinelli, Dionísio Vila Maior, Maria do Carmo Cardoso Mendes (Coord.), História global da literatura portuguesa (149-...
(2024). Vasco Graça Moura e Camões. A dialéctica da possibilidade, Colóquio. Letras, 215, pp. 47-56. ISSN 0010 1451; O artigo analisa o percurso de Vasco Graça Moura crítico da obra de Luís de Camões, articulando-o em fases que mostram como o seu pensamento dialéctico vai valorizando a possibilidade de modo sempre mais agudo, e considerando as relações porosas mantidas com a criação artística.