Em investigações de parentesco biológico recorre-se, habitualmente, ao estudo de polimorfismos de short tandem repeats (STRs) autossómicos para obtenção do perfil genético dos indivíduos e posterior averiguação de possíveis relações biológicas. No entanto, surgem por vezes perícias complexas, sejam devidas ao tipo de intervenientes da perícia, sejam devidas a alterações genéticas (mutações), que exigem o recurs...
Em crimes de agressão/abuso sexual, os critérios utilizados no exame clínico efetuado e a escolha dos vestígios biológicos a colher no corpo da vítima, por parte do perito médico, são de extrema importância para uma eventual identificação futura do agressor. Colheitas que não as mais adequadas podem conduzir a uma perda irrecuperável das evidências. São colhidas, de acordo com a informação dada pela vítima, zar...
A maioria das perícias de investigação de parentesco biológico, realizadas pelo Serviço de Genética e Biologia Forense (SGBF), são requisitadas por ordem do Tribunal. A colheita de material biológico é realizada aos intervenientes que, habitualmente, consiste num trio constituído por pretenso pai, mãe e filho/a. No entanto, poderão existir alterações quanto ao número e tipo de intervenientes. Em situações em qu...
No âmbito das investigações biológicas forenses é necessário utilizar amostras de referência, geralmente sangue ou saliva. Estas amostras, se colhidas corretamente e armazenadas em condições adequadas, não apresentam problemas de escassez de material genético e mantêm-se estáveis, por um longo período de tempo. Atualmente, no SGBF-S são preferencialmente colhidas, apenas, duas zaragatoas bucais, a cada interven...