Este artigo examina a guerra cognitiva como elemento central da competição estratégica global, com foco nas operações informacionais da Rússia e da China. Defende-se que estas potências combinam guerra híbrida, cognitiva e de influência para estruturar redes de disrupção que visam corroer a confiança social, manipular perceções e enfraquecer democracias. A análise sublinha que a emergência da inteligência artif...
Esta dissertação analisa a crescente complexidade das ameaças híbridas, em particular a utilização da desinformação enquanto instrumento central de guerra cognitiva e estratégica. Através da análise de casos como a interferência da Rússia nas eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2016, as campanhas de desinformação na Ucrânia e nos Estados Bálticos, e as operações de influência da China sobre Taiwan e Ho...