Existem fatores que aumentam a dor e o sofrimento, como a solidão, o abandono, o sentir-se objeto de pena, a alteração da imagem, a incerteza quanto ao futuro e a perspetiva de morte. Fatores que ajudam na superação, como, o sentir-se amado, a esperança e a fé.
O desenvolvimento de um programa educativo para capacitação, exige uma avaliação do número de momentos de interação necessários para que o processo ocorra.
A dor descrita pelo doente oncológico em fase avançada é uma dor intolerante que pode levar ao desespero. É caracterizada, personificada, tida como um inimigo que na fase final é invencível, interfere na comunicação e nas relações interpessoais, impede o relacionamento intimo entre o casal e consome todo o ser. A existência de dor confronta o doente para a gravidade da situação e para a perspetiva de morte.
Introdução: A dor oncológica é assustadora, tanto para o doente como para o cuidador, quer pela intensidade como por vezes surge, quer pela associação a outros sintomas e alterações nas atividades de vida, causando sofrimento e isolamento social. Capacitar o doente e o cuidador para a gestão da dor, passa por ensinar a identificar, a monitorizar, a relacionar a dor com outros sintomas e com as atividades de vid...
Estima-se que cerca de 7% das crianças com idade inferior a dois anos tenha pelo menos um tipo de alteração ungueal e que estas alterações representem até 11% dos motivos de recurso à consulta de Dermatologia Pediátrica. As alterações ungueais adquiridas na criança são semelhantes às observadas no adulto, contudo diferem em prevalência e existem algumas particularidades específicas da infância. A patologia ungu...