Neste trabalho, analisamos os modos como um grupo de crianças de 3 e 4 anos, em uma Escola Municipal de Educação Infantil de Belo Horizonte, apropria-se de práticas de numeramento flagradas nas interlocuções entre elas e com a professora. Nossa intenção é mostrar as crianças protagonizando processos de apropriação de práticas de numeramento que não foram intencionalmente provocados pela ação didática escolar, e...