Este trabalho é a continuação de outro, apresentado no VI Seminário Internacional de História da Literatura, da PUC/RS, em outubro de 2003, intitulado: "Os abismos de Voragem (1867), de Joaquim Manuel de Macedo. Pré-Realismo/Naturalismo no Romantismo brasileiro?", no qual discuto a questão da periodização literária no poema narrativo Mazelas da atualidade. Romances de Improviso Voragem. No atual trabalho, apres...
Apresenta artigo que faz uma leitura junguiana do romance Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa. Conseqüentemente, a narrativa não será analisada do ponto de vista literário, mas sim do ponto de vista do mito, da lenda, e de seu papel na psicologia analítica de Jung.
As identidades política e cultural brasileiras foram ideologicamente forjadas durante o Romantismo. Assim, nossa história literária e o seu cânone foram "criados" ao mesmo tempo, a fim de fornecer uma imagem de país independente, que não pudesse ser confundida com a do colonizador. Baseado no trabalho de Joaquim Manuel de Macedo, O Ano Biográfico Brasileiro (1876-1880), este artigo observará como a literatura e...
Apresenta artigo que análisa a evolução diacrônica da utopia indianista.
Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Departamento de Teoria Literária e Literaturas, 1982.; Apresenta a Dissertação de Mestrado de Tânia Rebelo Costa Serra, que discute a seguinte hipótese de trabalho: Grande Sertão: Veredas seria o processo de individuação de Riobaldo e se Riobaldo evidencia um processo do tipo descrito, então Rosa esta, como o "homem moderno", em busca desse equilíbrio.
Esse trabalho tem por objetivo evidenciar a hipótese de que o romance de João Guimarães Rosa, Grande sertão: veredas comporta uma interpretação junguiana. Essa hipótese visa a demonstrar que a 'viagem' de Riobaldo, o protagonista do romance, pode ser analisada como um processo de individuação, com as suas diferentes etapas. Por fim, é necessário ter em mente que se trata de um trabalho de crítica literária, e n...
Visa demonstrar uma visão social e ideológica do Romantismo brasileiro, porém dentro da perspectiva da "literatura de evasão" como manifestação política. Nesse sentido o Indianismo representa um grande fenômeno literário claramente influenciado pela literatura colonial do Barroco e pelos textos de cunho liberal da Revolução Francesa.
Faz um estudo histórico-crítico sobre "A mão e a luva", de Machado de Assis.