A criança hospitalizada passa por uma mudança brusca em sua rotina, tendo o afastamento de seus familiares, amigos e objetos pessoais, que compõe o ambiente no qual ela constrói sua subjetividade. Além disso, ela é passiva o tempo todo de procedimentos médicos que, por vezes, são invasivos, dolorosos e estressantes. Com a prática dos doutores-palhaços do Projeto Y de Riso, Sorriso e Saúde na pediatria do Hospit...