Num período de cerca de 6 anos verificou-se uma importante mortalidade nos doentes com ELA; O FEV1Q revelou-se o melhor preditor de mortalidade de entre as variáveis analisadas; instabilidade poderá corresponder a um agravamento progressivo da ELA. Antes de aplicar estes resultados na prática clínica, é essencial realizar esta análise numa população maior para validar sua relevância e precisão.