<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><rss version="2.0"><channel><title>RCAAP Rss Feeder</title><link>https://www.rcaap.pt</link><description>RCAAP PROJECT FEEDER</description><pubDate>2026-04-22 02:06:44</pubDate><item><title>Relatório anual da missão permanente de estudo e combate de endemias de Cabo Verde</title><link>http://hdl.handle.net/10362/191383</link><description>1956 foi o primeiro ano completo de actividade desta Missão em Cabo Verde. De facto, tendo sido criada pelo Decreto n.0 40.077, de 4 de Março de 1955, e nomeado o pessoal do seu quadro permanente por portaria de 28 de Julho do mesmo ano (publicada no Diário do Governo - II.ª Série, n.º 198 - de 26 de Agosto), anteriormente a 1956 a Missão sòmente pôde actuar na província durante os meses de Novembro e Dezembro de 1955. Tendo sido apresentado oportunamente o relatório referente a este curto período de dois meses, cumpre-nos agora, em satisfação da alínea 4.&quot;, do artigo 10.º do referido decreto, dar conta das actividades da Missão e resultados obtidos, desde 1 de Janeiro a 31 de Dezembro, e propor à sua Comissão Orientadora o programa de trabalhos para 1957.</description><guid>http://hdl.handle.net/10362/191383</guid></item><item><title>A campanha de erradicação de Culícideos na Ilha do Sal (Cabo Verde) : dezembro de 1948 a dezembro de 1950</title><link>http://hdl.handle.net/10362/108743</link><description>Documentado com Fotografias.</description><guid>http://hdl.handle.net/10362/108743</guid></item><item><title>A campanha de erradicação de culicídeos na Ilha do Sal (Cabo Verde): (Dezembro de 1948 a Dezembro de 1950)</title><link>http://hdl.handle.net/10362/118073</link><description>Contém fotografias.</description><guid>http://hdl.handle.net/10362/118073</guid></item><item><title>Sea-hares and side: gilled slugs from Brazil</title><link>https://doi.org/10.1590/S0373-55241955000100001</link><description>A espécie mais comum de Aplysia, no litoral superior da costa de S.Paulo, é A.brasiliana Rang, 1828, descrita do Rio. A.livida d'Orbigny, 1837, também do Rio, foi expressamente separada de brasiliana por d'Orbigny e, por isso, figura no Manual de Pilsbry (1895-96) como espécie a parte. As diferenças, porém, revelam-se como variações da cor. Há lesmas acastanhadas escuras, cor de chocolate, esverdeadas, oliváceas, e outras quase cor de creme. As mais das vezes, são malhadas. Contribuem para a composição do colorido: 1) a côr geral do corpo, verde garrafa, ora mais clara ora mais escura, acinzentada, ou mais ou menos carregadamente amarelada; 2) o pigmento superficial preto ou sépia, de quantidade muito variável; e 3) o conteúdo de glândulas cutâneas, também extremamente variável e caduco como caráter colorativo nos liquidos de conservação. Areas claras e escuras alternadas no lado interno da orla dos parapódios ocorrem na maioria dos exemplares, mas, são variavelmente nitidas e, ás vezes, faltam. As relações entre as algas alimentares e a idade por um lado e o colorido pelo outro merecem estudo. Rang descreveu material conservado; d'Orbigny, lesmas viventes. O aspecto das figuras difere muito, porque a regiào anterior se contrai especialmente, no momento da conservação, e os animais de d'Orbigny, um em natação e o outro deslizando sobre o substrato, se apresentam maximamente estendidos. Conchas de individues de brasiliana de tamanho semelhante variam menos em comprimento do que em largura. Lesmas adultas foram vistas em todas as estações do ano, quase em todos os meses. Ovipostura ocorre defins de agosto até meados de dezembro; de outras épocas faltam talvez apenas as observações. Lesmas de 0,9mm, ao comprido,, quando vivas, incolores, sem rinóforos, mas com olhos, consideramos como recém-metamorfoseadas. Um animal de 2, 5mm foi o primeiro a produzir secreção purpúrea. Os nervos que suprem os tentáculos desenvolvem-se antes dos rinoforiais; órgãos copuladores, muito mais cedo que as gônadas. Aplysia dactylomeia Rang, 1828, verificada nos dois lados do Atlântico, aproximadamente entre Lat. 35º N e 35º S, vive também na costa de S. Paulo, mas não é comum no eulitoral, na zona das nossas pesquisas. O caráter principal de Aplysia juliana Q. &amp;G. é a sola. Anteriormente, é sub-dividida em dois lóbulos contrécteis; posteriormente, é arredondada e forma um disco sólido, firmemente aderente ao substrato. Os parapódios apresentam-se bastante concrescidos; lesmas desprendidas do substrato e soltadas nágua afundaram-se sem nadar. A secreção da glândula purpúrea é esbranquiçada; a da glândula opalina, viscosa e cheirosa. A espécie, até agora encontrada somente em uma localidade da costa de São Paulo, Ubatuba, foi comparada com as descrições de juliana da Florida (badistes, Pilsbry 1951), da Africa do Sul, e do Indico-Pacifico ocidental. A extensão do sulco nos rinóforos varia; a abertura do manto é grande (badistes, capensis, sibogae do Japão); a concha é bem calcificada (também em badistes); 3-4 placas marginais de rédula não possuem ponta (1-2 no material de Macnae, 1955). Confirmam-se os tubérculos na base da bainha penial (Macnae). Cada plaquinha cuticular da mandíbula de Berthella agassizii (MacFarland 1909) é formada por uma célula muito alta. Os órgãos reprodutivos desta espécie foram descritos. Pleurobranchus (Oscanius) amarillius Mattox 1953 pertence a Berthellina Gardiner 1936 e aproxima-se muito a B. quadridens (Mörch 1863). Em Pleurobranchaea hamva, spec.nov., de Cananéia e Ilhabela, a membrana branquial ocupa três quartos do comprimento do ctenidio; o anus localiza-se ao nivel do centro da branquia; o nefróporo, ao da segunda pinula. P.hamva difere da outra espécie brasileira, P. inconspicua Bergh 1897, da qual se conhece um exemplar de Sergipe, pelo numero das placas da radula e por pormenores dos dutos do sistema reprodutivo. O colar ao redor do orificio genital tem um processo dorsal. Como foi visto por Bergh (1898) e Pruvot-Fol (1926), as lesmas comem, és vezes, outras da mesma espécie. Além de inconspicua, foram comparadas ainda 17 espécies e variedades de Pleurobranchaea.</description><guid>https://doi.org/10.1590/S0373-55241955000100001</guid></item><item><title>II-Contribuição para o conhecimento da endemia malárica na província de Timor</title><link>http://hdl.handle.net/10362/201861</link><description>Os autores observaram 3.430 indivíduos, de ambos os sexos e de várias idades, na província ultramarina de Timor. As observações efectuaram-se durante os meses de Dezembro, Janeiro, Fevereiro e Março e tiveram por objecto especial a determinação de diferentes índices malariométricos. Nos quadros anexos mostram-se os valores encontrados para o índice esplénico (I. E.), índice de baço médio (I. B. M.), índice de baço aumentado médio (I. B. A. M.), índice espleno-métrico (I. Espl.) e índices parasitários totais e específicos. Os resultados estão apresentados segundo três agrupamentos etários e classificados segundo quatro zonas de altitudes diferentes. No grupo etário n.º 2 (7-14 anos), o de maior representação numérica, o índice esplénico foi de 46,4 % na 1.ª zona de altitudes (0 aos 100 m) e de 34,2 % na 2.&quot; zona de altitudes (100 aos 500 m). Verificaram os autores maior incidência de malárias nas regiões baixas e costeiras, devido principalmente à presença do Anopheles sundaicus. Como índices parasitários específicos observaram os autores uma ligeira preponderância do P. falciparum, seguindo-se imediatamente o P. vivax e em muito menor percentagem, o P. malariae.</description><guid>http://hdl.handle.net/10362/201861</guid></item><item><title>Aspectos gerais da biologia das glossinas do grupo Palpalis existentes em Territórios portugueses</title><link>http://hdl.handle.net/10362/202335</link><description>As Glossinas de que vamos ocupar-nos são as que têm maior interesse médico nos territórios portugueses da África ocidental: Guiné, ilha do Príncipe (1) e Angola. Em Moçambique o grupo palpalis não está representado e as Glossinas que ali mais interessam à Medicina são as do grupo morsitans, uma das quais, a morsitans, também tem interesse médico em Angola, embora só em zonas restritas e geralmente pouco povoadas (Dias, 1952) (2). (') Segundo as notícias mais recentes (Dezembro de 1958), a Glossina palpalis, que há anos tinha reaparecido em grandes quantidades na ilha do Príncipe, parece ter sido já ali completamente exterminada, em resultado da brilhante campanha movida contra ela sob a direcção do Prof. Fraga de Azevedo.</description><guid>http://hdl.handle.net/10362/202335</guid></item><item><title>Noções de Numismática Brasileira (III)</title><link>https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.1959.119727</link><description>REINADO DE D. JOÃO V. 1706-1750.Reabertura da Casa da Moeda da Bahia em 1714. Fundação da Casa monetária de Minas em 1720. Emissões do reinado. Legen-das e divisas das moedas de D. João V . O Estado do Maranhão e a sua moeda circulante. A D. Pedro II, falecido em 9 de dezembro de 1706, sucedeu D. João V, cuja Aclamação teve lugar em 1 de janeiro seguinte. Seu reinado distendeu-se até 1750, havendo na sua vigência atin-gido ao máximo a produção aurífera do Brasil. </description><guid>https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.1959.119727</guid></item><item><title>Relatório das actividades da missão de prospecção à Lepra em Angola durante 1958</title><link>http://hdl.handle.net/10362/109531</link><description>Contém Fotografias.</description><guid>http://hdl.handle.net/10362/109531</guid></item><item><title>Sôbre o plâncton da enseada do Mar Virado e os métodos de coletas</title><link>https://doi.org/10.1590/S0373-55241962000300004</link><description>This paper presents the results of a series of investigations made on plankton samples (Table I) taken from October to December 1960 in the &quot;Enseada do Mar Virado&quot; (State of São Paulo, Brazil) (Fig. 1). The samples were studied under their general aspect. Four stations were occupied along a line at four different occasions. At each, samples were taken by means of vertical hauls with two similar plankton nets 25 cm wide at the mouth, one called &quot;phytoplankton mesh&quot; (1 mm wide apertures) and the other &quot;zooplankton mesh&quot; (3 mm wide apertures). First, a study on the quantitative composition of the plankton was carried out. A relationship was established between the amount of plankton and the oceanographic station (Fig. 2), date of hauls, water masses and other environmental conditions. The following results were obtained: the amount of plankton seems to be greater in Station I than in Station II, III and IV, which means that the amount of plankton was greater in coastal than in shelf waters. Phytoplankton on the contrary, was always more abundant in shelf waters (Figs. 3, 4). A comparative analysis was made of the samples taken with phytoplankton and zooplankton meshes. It was verified that the phytoplankton mesh really selects only small animals and that larger organisms are not retained by any of them (Figs. 5-12). Finally a study on the relationship between the planktonic animals (Table II) and the habitat, especially in what concerns the zooplankton, revealed that the latter is essencially neritic.</description><guid>https://doi.org/10.1590/S0373-55241962000300004</guid></item><item><title>Contribuição para a determinação da evapotranspiração potencial no estado de São Paulo</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051962000100012</link><description>Em baterias de evapotranspirômetros, do tipo &quot;Thornthwaite-modificado&quot; (Mather, 1951), estimou-se a evapotranspiração potencial em base mensal, para as localidades de Pindamonhangaba, Ribeirão Prêto e Campinas, tôdas situadas no planalto paulista. Foram empregadas nos evapotranspirômetros, como vasos ou lisímetros, caixas retangulares de cimento-amianto de 0,65 m², vegetadas com grama batatais (Paspalum notatum Flügge). Os tanques ou lisímetros, permitem estimar a evapotranspiração potencial pela diferença entre a quantidade de água adicionada cada dois dias ao tanque, como irrigação, mais eventuais precipitações e quantidade de água que sai do tanque por percolação. Os resultados obtidos mostram que a evapotranspiração potencial apresenta, no planalto paulista, valores aproximadamente duas vêzes mais elevados no verão em relação aos do inverno. Em média ultrapassa 130 mm em janeiro e não alcança 60 mm em julho. Tais resultados diferem bastante dos que se obtêm com os evapotímetros comuns, de Piche, montados à sombra em abrigos meteorológicos, os quais estimam elemento muito distinto, ou seja, a capacidade evaporativa do ar. Enquanto a evapotranspiração potencial tem seus valores mais elevados nos meses mais quentes do ano, de dezembro a fevereiro, a capacidade evaporativa do ar os têm no período mais sêco, ou seja, de agôsto a setembro, quando ultrapassa os 200 mm mensais. Os valores medidos nos evapotranspirômetros, considerados reais, foram correlacionados com os calculados pelas equações de Thornthwaite (23), de Penman, simplificada por Bavel (1), de Blaney &amp;amp; Criddle (2) e por uma forma modificada desta última, para adaptação às condições locais. As correlações, entre valores medidos e calculados, mostraram-se de modo geral bastante elevadas. Apenas no caso da comparação com os resultados do método de Penmon-Bavel verificou-se correlação um pouco inferior. Nas determinações de Campinas os coeficientes de correlação (r), com os valores medidos, obtidos para os quatro métodos de cálculo da evapotranspiração potencial, foram os seguintes: Thornthwaite e Blaney &amp;amp; Criddle modificado = 0,95, Blaney &amp;amp; Criddle original - 0,93, Penman-Bovel = 0,89. Maior exatidão, ou concordância com os resultados da evapots pelos métodos de Thornthwaite e de Blaney &amp;amp; Criddle modificado. O método de Blaney &amp;amp; Criddle original, resultou as maiores discrepâncias com os valoresranspiração potencial medida, também foi obtida com os volores estimado medidos, superestimando acentuadamente os valores durante o inverno e subestimando-os no verão. Por sua vez, o método de Penman-Bavel também apresentou discrepâncias, embora menos acentuadas, subestimando os resultados na estação estival. Em Campinas, os resultados calculados, pelos quatro métodos, foram em geral mais elevados do que os medidos. O contrário, todavia, ocorreu nas outras duas localidades estudadas. Os totais anuais da evapotranspiração potencial (EP) medidos e calculados, segundo Thornthwaite, foram os seguintes para as três localidades: Localidade EP medida mm EP calculada mm Campinas............ 962 1.043 Pindamonhangaba ............ 1.105 1.003 Ribeirão Prêto.......... 1.198 1.106 A razão da obtenção em Campinas de valores mais altos da evapotranspiração potencial calculada, parece ser devida ao fato de a temperatura média utilizada no cálculo ter sido anormalmente elevada, por estar o abrigo meteorológico, que forneceu os dados, situado em área urbanizada, distante vários quilômetros da bateria de evapotranspirômetros. Por sua vez, em Pindamonhangaba e em Ribeirão Prêto são os valores medidos que parecem estar sobrestimados, possivelmente pelo fato de os gramados internos dos tanques terem se apresentado, em parte do tempo, com porte mais elevado do que a do gramado do terreno circundante. Nomogramas e tabelas especiais, preparados para o hemisfério sul e empregando unidades do sistema métrico decimal, foram apresentados para facilitar a determinação da evapotranspiração potencial pelos vários métodos de cálculo empregados.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051962000100012</guid></item><item><title>Anchieta e o IV Centenário de Pinheiros</title><link>https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.1962.121557</link><description>No Regimento de Tomé de Souza, assinado em Almeirim 17 de dezembro de 1548, primeira &quot;constituição&quot; com que se regeu o nosso país, declarava Dom João III: &quot;A principal causa que me moveu a mandar povoar as ditas terras do Brasil, foi para que a gente dela se con-vertesse à nossa fé católica&quot; (1) Era exatamente aquêle &quot;melhor fruto&quot; que, na embeve-cida carta de Pero Vaz de Caminha, se deveria plantar na no-va terra, descoberta pela frota cabralina, no roteiro das ín-dias Orientais.</description><guid>https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.1962.121557</guid></item><item><title>Relatório anual da Missão Permanente de Estudo e Combate de Endemias de cabo Verde (1961)</title><link>http://hdl.handle.net/10362/182362</link><description>Contém mapas, quadros, gravuras e fotografias.</description><guid>http://hdl.handle.net/10362/182362</guid></item><item><title>Lição inaugural da cadeira de história da civilização moderna do Colégio de França, pronunciada no dia 1º de dezembro de 1950</title><link>https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.1965.123643</link><description>A História encontra-se hoje perante responsabilidades tão temerosas quanto. exaltantes. Sem dúvida porque ela nunca deixou, no seu ser e nas suàs trandormações, de depender de condições sociais concretas. &quot;A História é filha do seu tempo&quot;. A sua inquietação é pois a própria inquietação que pesa sôbre os nossos corações e os nossos espíritos. </description><guid>https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.1965.123643</guid></item><item><title>As origens das comemorações do Natal</title><link>https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.1966.124023</link><description>A festa de Natal (1) nem sempre foi celebrada a 25 de dezembro. Na falta de qualquer documento que registrasse o dia de nascimento de Jesus, os cristãos procuraram, a princípio, as hipóteses mais fantásticas e contraditórias. Mais tarde, já no século III, as Igrejas do Oriente passaram a comemorar a Natividade no dia da Epifania (5-6 de janeiro) . Somente a partir do século IV, é que a Igreja de Roma encontrou outra data, o dia 25 de dezembro, que era a data em que se celebrava a festa do Sol, e que lentamente veio a impor-se para tôda a Cristandade. </description><guid>https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.1966.124023</guid></item><item><title>Chemical composition of oysters from São Paulo and Paraná, Brazil</title><link>https://doi.org/10.1590/S0373-55241968000100006</link><description>During the years 1966/67 a comparative study of the chemical composition of oysters was performed on protein, water, ash, trimethylamine oxide, trimethylamine, crude glycogen, iron (Fe+ + +) , calcium, magnesium, total and inorganic phosphorus, with oysters coming from the lagoon regions of the State of São Paulo, namely Cananéia and Bertioga Channel (Santos), and from the State of Paraná. The oyster discussed here is the species found on mangrove tree stilt roots. It was determined as Ostrea arborea Chemnitz, by Dr. Hugo de Souza Lopes, Museu Nacional do Rio de Janeiro. Other zoologists have placed the present species in the genus Crassostrea. Appraisal of the analytical results of the oysters was made taking into consideration the reproductive cycle and the meteorological conditions of the three regions under study. A seasonal variation was observed regarding fat, crude glycogen, dry matter and energy content when related to fresh and dry matter, and of protein when expressed in relation to dry matter. The seasonal variation are related to the reproductive cycle of oysters and is probably influenced by water temperature variations which depend on the solar radiation incidence, and also by phytoplankton abundance. We endeavoured to determine the season when distinct phases of the oyster reproductive cycle occurs, fattening, ripening, gonadal and sexual products discharge, for each one of the three regions studied, as well as the most favorable time of the year for comsumption (winter and spring). This paper shows that oysters are a complementary source of food and income, that their production must be managed for an optimum return to the population inhabiting the lagoon regions of Brazil southern coast.</description><guid>https://doi.org/10.1590/S0373-55241968000100006</guid></item><item><title>Inquérito de filariose bancroftiana em São Lourenço da Mata - Pernambuco</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0037-86821968000100002</link><description>Um inquérito epidemiológico foi realizado em São Lourenço da Mata, Pernambuco, em dezembro de 1963, para determinar a prevalência da bancroftose. Êste inquérito consistiu de: exame de sangue de uma amostra representativa da população humana, capturas e dessecação de insetos transmissores. Das 2 459 pessoas examinadas (23.38% da população estimada), 17 apresentavam microfilária de Wuchereria bancrofti. O índice de microfilaremia foi de 0.7%. Das 356 casas onde se realizou a captura de insetos, 79.77% foram positivas para Culex pipiens fatigans. Dos 754 fatigans examinados para larvas de Wuchereria, 1.06% estavam infectados.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0037-86821968000100002</guid></item><item><title>Derivação ventriculoatrial no tratamento da hidrocefalia em crianças</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0004-282X1969000100001</link><description>Na última década, devido ao desenvolvimento das técnicas de derivação ventrículo-venosa, aumentou consideravelmente o interesse pelo tratamento cirúrgico da hidrocefalia. Entretanto, com o tempo, foram sendo observadas complicações que fizeram arrefecer o entusiasmo inicial de alguns cirurgiões. Julgamos oportuno, por isso, fazer uma avaliação dos resultados obtidos em uma série de 136 crianças hidrocefálicas operadas entre dezembro de 1958 e dezembro de 1965, e nas quais foi feita derivação ventrículo-atrial. Das crianças operadas, 72 estão vivas e com a hidrocefalia compensada e 30 faleceram, não sendo possível estabelecer as condições atuais das 34 restantes. A análise das condições pré-operatórias, das complicações e dos resultados finais permitiram algumas conclusões: 1) é pequena a ocorrência de manifestações clínicas de tromboembolismo pulmonar, no pós-operatório da ventrículo-atriostomia, justificando-se o uso destas derivações, enquanto não se desenvolverem formas mais eficazes de tratamento da hidrocefalia; 2) exames cardiológicos repetidos devem ser feitos em doentes submetidos às derivações ventrículo-atriais, a fim de permitir o diagnóstico precoce de sobrecarga do coração direito; 3) com enérgico tratamento das complicações infecciosas, progresso das técnicas de assepsia e seleção cuidadosa dos casos, os resultados tendem a melhorar; 4) o médico que trata hidrocefálicos deve prevenir os familiares a respeito da possível necessidade de novos atos cirúrgicos, devendo estar preparado para reintervir tantas vezes quantas forem necessárias; 5) não é justificada a conduta de trocar o catéter atrial sempre que a extremidade do mesmo atinge o nível da quarta vértebra torácica, como recomendam alguns cirurgiões; 6) não é justificada a afirmação de que uma criança submetida à ventrículo-atriostomia necessite permanecer sempre com a drenagem funcionando; 7) para avaliar o prognóstico quanto ao desenvolvimento mental dos hidrocefálicos. há necessidade de considerar em conjunto os elementos: exame neurológico, transiluminação do crânio, etiologia do processo, eletrencefalograma, teste de Gesell e, quando possível, a medida da espessura do pálio cerebral; 8) pode-se esperar desenvolvimento psíquico normal (QI acima de 85) em cerca de 40% dos doentes com hidrocefalia controlada.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0004-282X1969000100001</guid></item><item><title>Derivação ventriculoperitoneal com válvula no tratamento da hidrocefalia infantil</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0004-282X1972000100002</link><description>Uma série de 95 crianças hidrocefálicas foram submetidas à derivação ventriculoperitoneal (DVP) com válvula no período de dezembro de 1965 a novembro de 1969. Os resultados obtidos são analisados e comparados com os obtidos mediante derivação ventriculoatrial (DVA). Das crianças operadas, 54 estão vivas e com a hidrocefalia compensada, 9 faleceram, não sendo possível estabelecer as condições atuais das 32 restantes. Com a derivação para o peritônio foram evitadas as severas complicações vasculares e cardiopulmonares observadas com a derivação para a cvidade cardíaca. O número de revisões cirúrgicas é menor nos pacientes submetidos à DVP com válvula. Além disso, as infecções no sistema de drenagem ventriculoperitoneal provocam quadros menos graves e de mais fácil solução, que os observados na derivação ventriculoatrial. A análise das condições pré-operatórias, das complicações e dos resultados finais permitiram algumas conclusões: 1) o uso de válvula unidirecional, no sistema de derivação ventriculoperitoneal, dificulta a oclusão da extremidade distal do sistema de drenagem; 2) pode-se esperar bons resultados, sem necessidade de revisão cirúrgica, em cêrca de 42,35% das crianças hidrocefálicas submetidas à DVP com válvula; 3) as derivações ventriculoperitoneais com válvula, quando comparadas às derivações ventriculoatriais, considerando um grupo de crianças hidrocefálicas operadas nos mesmos Serviços, em condições semelhantes, com mesmo tempo de seguimento  foram as que proporcionaram melhores resultados; 4) os casos estudados permitem constatar, portanto, que a DVP com válvula, constitui atualmente a terapêutica cirúrgica mais apropriada da hidrocefalia infantil.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0004-282X1972000100002</guid></item><item><title>Alguns aspectos epidemiológicos da mortalidade por acidentes de trânsito de veículo a motor na Cidade de São Paulo, Brasil</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89101972000400003</link><description>Foram estudadas algumas características dos óbitos por acidentes de trânsito de veículos a motor, no município de São Paulo, ocorridos entre 1.° de janeiro a 31 de dezembro de 1970. Todas as características do falecido e do acidente foram coletadas a partir dos dados registrados nos laudos de necrópsias existentes no Instituto Médico Legal. O estudo evidenciou que a mortalidade por acidentes de veículo a motor é alta, maior no sexo masculino, aumenta com a idade, sendo que o maior coeficiente foi para maiores de 60 anos. A zona da cidade com maior número de acidentes é a zona Sul, existindo áreas (distritos policiais) e vias públicas preferenciais quanto a ocorrência, em todas as 4 zonas do município; a maior ocorrência de acidentes foi aos sábados e domingos; os pedestres compreendem a grande maioria dos falecidos; proporção apreciável dos falecidos recebeu atendimento hospitalar após o acidente. Foram relacionados também o número total de acidentes, vítimas e mortes mostrando que para cada 100 acidentes ocorreram 62,50 vítimas e 5,13 mortes, e para cada 100 vítimas, 18, 22 mortes.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89101972000400003</guid></item><item><title>Experiência sobre o efeito da cobertura do solo na produção do morangueiro</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051973000100006</link><description>São apresentados os resultados de experiência realizada em 1969, no Centro Experimental de Campinas, em Latossolo Vermelho-Amarelo, série Barão, sobre o efeito da cobertura do solo na produção de morangueiro (Fragaria híbridos). Estudaram-se a produção total do ano, de junho a dezembro, e a parcial dos primeiros meses de colheita, junho a julho, quando é maior o valor do produto. A variedade utilizada foi a Campinas IAC-2712, a mais cultivada no Estado de São Paulo. O delineamento do ensaio foi o de blocos ao acaso, com oito tratamentos e cinco repetições. As coberturas do solo foram as seguintes: plástico preto, com 0,0762 mm de espessura, e cobertura morta, da qual experimentaram-se as seguintes: casca de arroz, restos de plantas de arroz picados, capim-favorito (Rhynchelitrum roseum) picado e seco, bagaço de cana-de-açúcar picado, restos de madeira de marcenaria picados. Foram estudados mais dois tratamentos, sem cobertura do solo: a) com escarificação do solo até cerca de dois centímetros de profundidade, cada 14 dias, para facilitar a penetração de água de irrigação; b) sem escarificação do solo. A cobertura do solo aumentou sensivelmente a produção total, além de evitar que os frutos se sujassem de terra. Considerando a produção total, os tratamentos com cobertura morta não diferiram entre si; o tratamento com plástico preto e aquele sem cobertura do solo, porém escarificado cada 14 dias, não diferiram entre si, mas foram inferiores a todos os outros tipos de cobertura morta (Tukey 5%). O tratamento com plástico preto foi superior somente ao tratamento sem cobertura do solo e sem escarificação (Tukey 5%). Quanto à produção parcial, precoce, os tratamentos com qualquer tipo de cobertura do solo não diferiram entre si, mas essa diferença foi altamente significativa sobre os tratamentos sem cobertura do solo (Tukey 1%) .</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051973000100006</guid></item><item><title>Determinação da época do plantio e uso consuntivo do algodoeiro herbáceo (Gossypium hirsutum L. var. Coker 100 A)no sub-médio São Francisco.</title><link>http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/7534</link><description>Submitted by Ruth Quaresma de Freitas (ruth_quaresma@hotmail.com) on 2019-09-30T18:48:34Z No. of bitstreams: 1 FRANCISCO ASSIS DE OLIVEIRA - DISSERTAÇÃO PPGEC 1976.pdf: 12782542 bytes, checksum: c3daaae8b819ea67141cba46210a5ffa (MD5)</description><guid>http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/7534</guid></item><item><title>Influência de fatores ecológicos na flutuação populacional das lagartas da soja, Anticarsia gemmatalis, Hueb., e Rachiplusia nu (Guen.) em Santa Maria-RS</title><link>https://doi.org/10.37486/0301-8059.v6i2.112</link><description>Neste trabalho procurou-se determinar a influência dos fatores meteorológicos e da vegetação (através do índice fisiográfico) sobre a Flutuação populacional de 2 pragas de soja Anticarsia gemmatalis Hueb. e Rachiplusia nu (Guen. ) (Lepidoptera, Noctuidae), pela coleta de adultos com armadilha luminosa provida de lâmpada fluorescente F15T8BL de março de 1971 a fevereiro de 1973 em Santa Maria, RS. Os resultados mostraram que a 1ª espécie ocorre de dezembro a maio com o acme em março e os fatores estudados explicaram 64 ,52 dessa flutuação. A 2ª espécie ocorreu de dezembro a abril de maneira irregular não sendo influenciada pelos fatores analizados.</description><guid>https://doi.org/10.37486/0301-8059.v6i2.112</guid></item><item><title>Absorção dos macronutrientes pela cana-de-açúcar (Saccharum( spp) variedade CB41-76, em três grandes grupos de solos no Estado de São Paulo</title><link>https://doi.org/10.11606/T.11.1978.tde-20210104-175850</link><description>Com o objetivo de se estudar o crescimento (produção de matéria seca) e absorção de macronutrientes por colmos, folhas e colmos + folhas e a concentração de macronutrientes na folha +3 em função da idade da cana-planta e da cana-soca, instalaram-se ensaios de campo em 3 Grandes Grupos de Solos do Estado de São Paulo (Latossol Roxo-LR; Latassol Vermelho Escuro-orto-LE e Podzólico Vermelho Amarelo variação Laras-PVls), cultivando-se a variedade CB41-76. As adubações constaram de 90-90-120 kg/ha de N, P2O5 e K2O para a cana-planta e de 90-30-120 kg/ha dos mesmos nutrientes para a cana-soca. As amostragens, em intervalos de 2 meses, foram realizadas do 4º ao 16º mês (junho/74 - junho/75) para a cana-planta e do 4º ao 12º mês (dezembro/75 - agosto/76), para a cana-soca, utilizando-se para cada época e repetição material vegetal proveniente de 3 metros lineares de sulco. O delineamento estatístico foi o de parcelas subdivididas no tempo, com 4 repetições, onde as diferentes épocas de amostragem foram consideradas sub-parcelas. As curvas representativas de produção de matéria seca e extração de nutrientes (colmos, folhas e colmos + folhas) e da concentração de nutrientes (folha +3), foram obtidas a partir de dados calculados por equações de regressão ajustadas. Em relação ao crescimento, os solos não afetaram a produção de matéria pela cana-planta e influíram para a cana-soca. Os colmos apresentaram produção média de matéria seca superior a das folhas. Mesmo após os finais dos ciclos considerados (16 meses para a cana-planta e 12 meses para a cana-soca), as produções de matéria seca pelos colmos tenderam a crescer. Houve efeito do solo na extração por colmos + folhas na maioria dos nutrientes estudados, sendo que, em média, as folhas absorveram maiores quantidades (exceção ao magnésio) que os colmos. Tanto para cana-planta como para a cana-soca, verificou-se que a extração em quantidade de nutrientes ocorreu na seguinte ordem: K &gt; N &gt; Ca &gt; Mg &gt; S &gt; P. O solo influiu na exportação pelos colmos, de grande parte dos macronutrientes, sendo que a mesma se deu na seguinte ordem: N &gt; K &gt; Ca &gt; Mg &gt; S &gt; P. Constatou-se influência do solo na concentração de quase todos os elementos estudados na folha +3 e as variações nos citados teores foram diferentes, tendo em vista cada nutriente.</description><guid>https://doi.org/10.11606/T.11.1978.tde-20210104-175850</guid></item><item><title>Produção do morangueiro (&amp;lt;i&amp;gt;Fragaria&amp;lt;/i&amp;gt; spp) em função do processamento de mudas e épocas de plantio</title><link>https://doi.org/10.11606/D.11.1978.tde-20210919-102157</link><description>O propósito deste estudo é verificar os efeitos de processamentos de mudas e de épocas de plantio na produção do morangueiro (&amp;lt;i&amp;gt;Fragaria&amp;lt;/i&amp;gt; spp). O experimento foi instalado e conduzido em 1973, na Estação Experimental ?Presidente Médici? (Fazenda Lajeado), que se localiza no município de Botucatu- SP, nas seguintes coordenadas geográficas latitude sul de 22°52? e 55? e longitude ocidental de 48° 26?22? WG. A altitude do local é de 830m. Estudaram-se duas cultivares: a ?Campinas (IAC -2712)? e a ?SH&amp;lt;sub&amp;gt;2&amp;lt;/sub&amp;gt; e quatro épocas de plantio: 1ª (28/02/1973); 2ª (15/03/1973); 3ª (30/03/1973) e 4ª (14/04/1973). Utilizaram-se mudas de estolhos as quais sofreram quatro tipos de processamentos a saber: 1) Mudas de torrão sem poda de folhas, previamente enviveiradas; 2) Mudas de raiz nua sem poda de folhas e raízes; 3) Mudas de torrão com poda nas folhas, previamente enviveiradas e 4) Mudas de raiz nua com poda drástica nas folhas e desponte nas raízes. O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados com parcelas sub-sub-divididas com quatro repetições. A unidade experimental constituiu-se de 12 plantas ocupando urna área útil de 1,92m&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;. Compararam-se separadamente, os pesos das frutas comerciáveis (FC), isto é, aqueles com peso igual ou superior a 3 (três) gramas, perfeitos, livres de escoriações, podridões e de polinização perfeita, os pesos das frutas pequenas (FP), os pesos das frutas estragadas (FE), e os pesos das três categorias de frutas (FC+ FP + FE). Estudaram-se para cada caso, a produção total (maio a dezembro) e mais a produção parcial precoce (maio a julho), somente para frutos comerciáveis. As variações do peso médio dos morangos comerciáveis, da produção parcial precoce e total, foram também objeto deste estudo. As análises e as interpretações dos resultados permitiram as seguintes principais conclusões: a) O processamento de mudas e as épocas de plantio influíram na produção do morangueiro; b) Nas condições climáticas de Botucatu, a cultivar ?Campinas (IAC-2712)? deve ser plantada na primeira quinzena de março; c) Mudas de torrão sem poda de folhas, previamente enviveiradas, proporcionaram à cultivar ?Campinas (IAC-2712)? as maiores produções precoces de frutas comerciáveis; d) A cultivar ?SH&amp;lt;sub&amp;gt;2&amp;lt;/sub&amp;gt;? foi mais produtiva e menos afetada pela época de plantio do que a ?Campinas (IAC-2712)?. Esta última sobressaiu-se pela precocidade de produção.</description><guid>https://doi.org/10.11606/D.11.1978.tde-20210919-102157</guid></item><item><title>Ensaio de épocas de plantio sobre várias características agronômicas na cultura de soja (Glycinemax (L.) Merrill), variedades &quot;Júpiter&quot;, &quot;Prata&quot;, &quot;Oriente&quot; e &quot;Pelicano&quot;, em Aripuanã-MT</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0044-59671979000500419</link><description>Resumo Quatro épocas de plantio, espaçadas de 15 em 15 dias, iniciando-se em 04 de dezembro, foram utilizadas num ensaio de campo instalado no Campo Experimental do INPA-Aripuanã, com o objetivo de estudar os efeitos das épocas de plantio sobre várias características agronômicas das variedades de soja Júpiter, Prata, Oriente e Pelicano, durante o ano agrícola de 1975/77. O delineamento experimental utilizado foi o de parcelas subdivididas em blocos ao acaso, com quatro repetições, sendo as épocas consideradas como parcelas e as variedades como subparcelas. Os resultados obtidos mostram que: com um atraso no plantio, há uma diminuição de ciclo da planta, seja no período vegetativo seja no reprodutivo (com exceção das variedades Júpiter e Prata), sendo isto uma conseqüência do fotoperíodo; com a diminuição do ciclo da planta, houve uma diminuição na altura final das plantas, diâmetro do caule. número de vagens por planta e aumento da altura de inserção da 1.ª vagem. A variedade Júpiter mostrou-se resistente à pústula bacteriana (Xanthomonas phaseoli var. sojensis). A melhor época de plantio foi a de dezembro, sendo a produção média de: 2.795,83 kg = Oriente; 2.245,83 kg = Júpiter; 1.733,33 kg = Pelicano e 1.145,08 kg = Prata, por hectare Recomenda-se, para o plantio de soja na região de Aripuanã-MT, a variedade Oriente, no mês de dezembro e variedade Júpiter no mês de dezembro e 1.ª quinzena de janeiro. Como este ensaio é pioneiro nesta região tropical, a época de plantio escolhida foi baseada na condição climática da região, com variedades de regiões menos sensíveis ao fotoperíodo.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0044-59671979000500419</guid></item><item><title>Correlação entre peso volumétrico e outras características de sementes de capim colonião (Panicum maximum Jacq.)</title><link>https://doi.org/10.11606/D.11.1979.tde-20220207-164824</link><description>O presente trabalho foi realizado no laboratório de sementes da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, com início em 13 de dezembro de 1978. Teve como objetivo o estudo das correlações existentes entre peso vo1umetrico, teor de umidade, pureza física, porcentagem de germinação, velocidade de germinação, peso de mil sementes e valor cultural de sementes de capim colonião (Panicum maximum Jacq.), a fim de verificar se o uso do peso volumétrico poderá ser de utilidade prática para os produtores e comerciantes na avaliação da qualidade das sementes. As sementes utilizadas foram de duas origens do Estado de São Paulo, num total de 27 amostras, de diferentes lotes colhidos em 1978. Para homogeneização e divisão de amostras utilizou-se divisor centrífugo, enquanto que em todas as pesagens usou-se balança analítica. A análise de germinação foi realizada em duas épocas com uma diferença entre si de 6 meses e meio, enquanto as demais análises somente na 1ª época. Para as determinações seguiu-se as prescrições das Regras para Análise de Sementes (BRASIL, M. A., 1976), exceção para Velocidade de germinação e valor cultural que tiveram procedimento descrito a parte. A análise dos resultados e o estudo das correlações simples e múltiplas verificadas entre as variáveis em questão permitiram que se chegasse as conclusões seguintes: a) o peso volumétrico, tendo em vista a correlação positiva e significativa com o valor cultural, pode ser utilizado como um indicador satisfatório para avaliação da qualidade das sementes de capim colonião; b) o peso de mil sementes e a pureza podem ser utilizados como uma indicação auxiliar do peso volumétrico na avaliação da qualidade dessas sementes; c) pelo o que se observou, sugere-se a continuação da pesquisa sobre o assunto, inclusive, com mais profundidade, a respeito das possíveis relações entre o peso volumétrico e as características que identificam vigor das sementes.</description><guid>https://doi.org/10.11606/D.11.1979.tde-20220207-164824</guid></item><item><title>Número de ramos e de frutos por planta e sua influência no tamanho dos frutos do meloeiro (Cucumis melo L.. cv. Valenciano)</title><link>https://doi.org/10.11606/D.11.1979.tde-20220207-200422</link><description>A cultura do meloeiro, cultivar Amarelo CAC tem se mostrado promissora no Vale do Submédio são Francisco. Além de haver se adaptado bem às condições locais de cultivo, produzindo frutos de boa qualidade, apresenta a vantagem de atender o mercado consumidor no período de entressafra. O presente trabalho teve por objetivo estudar a influência do número de ramos e frutos por planta no tamanho dos frutos do meloeiro (Cucumis melo L.. cv. Valenciano). O experimento foi realizado no Campo Experimental do Bebedouro, Petrolina-PE, no per1odo de dezembro de 1978 a fevereiro de 1979., O delineamento usado foi em esquema Split-Plot, em blocos ao acaso com doze repetições. Os tratamentos representavam 2 e 3 ramos por planta e os subtratamentos referiam-se ao número de frutos por planta, variando entre 2, 3 e 4. De acordo com os dados obtidos, verificou-se que não houve efeito significativo para número de ramos e número de frutos por planta. Observou-se, no entanto, que o aumento do número de frutos por planta proporcionou uma maior produção total. Foi constatado que a maior percentagem de frutos obtida foi de tamanho médio e pequeno.</description><guid>https://doi.org/10.11606/D.11.1979.tde-20220207-200422</guid></item><item><title>Estudo de lagoas facultativas na região nordeste do Brasil.</title><link>http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/3440</link><description>Submitted by Deyse Queiroz (deysequeirozz@hotmail.com) on 2019-04-12T16:06:25Z No. of bitstreams: 1 WILSON ANTONIO AUERSWALD - DISSERTAÇÃO PPGECA 1979..pdf: 29677766 bytes, checksum: 941d876c1656bcef3c1aaf07bb9d98fe (MD5)</description><guid>http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/3440</guid></item><item><title>Deposição de material orgânico e nutrientes em uma floresta natural e em uma plantação de eucaliptos no interior do Estado de São Paulo</title><link>https://doi.org/10.11606/D.11.1980.tde-20210918-210637</link><description>No Brasil as plantações florestais com espécies de &amp;lt;i&amp;gt;Pinus&amp;lt;/i&amp;gt; e &amp;lt;i&amp;gt;Eucalyptus&amp;lt;/i&amp;gt; somam quase 3 milhões de hectares. A taxa anual de aumento de área plantada e 200-250 mil hectares. Todavia, há carência de estudos ecológicos sobre plantações florestais e sobre ecossistemas naturais. A dinâmica funcional dos ecossistemas é pouco conhecida, e não há dados numéricos para avaliar os efeitos da substituição das vegetações nativas pelas plantações, ou para identificar fatores potencialmente limitantes à produtividade das plantações. Neste estágio de conhecimentos, investigações sobre o ciclo biológico de nutrientes são consideradas como um passo inicial importante para a compreensão dos ecossistemas florestais. O presente trabalho trata da deposição de material orgânico e de seus nutrientes em dois ecossistemas florestais contíguos, localizados em Lençóis Paulista; SP. Um dos ecossistemas é uma área de floresta ripária subtropical latifoliada semidecídua, madura. O outro corresponde a uma plantação comercial de eucaliptos, de 4 a 5 anos de idade, plantada com &amp;lt;i&amp;gt;Eucalyptus saligna&amp;lt;/i&amp;gt; Smith e replantada, em cerca de 40% das covas, com &amp;lt;i&amp;gt;E. grandis&amp;lt;/i&amp;gt; Hill ex Maiden. A vegetação original do local da plantação de eucaliptos era um cerrado aberto. O solo da mata é mais rico em nutrientes e tem maior teor de argila que o solo do eucaliptal. Em ambos os ecossistemas o material decíduo foi coletado em bandejas quadradas de 1m&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt; de área de recepção, por um período de 15-16 meses. O material coletado foi dividido em 3 frações: folhas, ramos e miscelânea. Foram efetuadas análises químicas para determinar N, P, K, Ca e Mg. A amostragem baseada em bandejas de 1m&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt; foi adequada somente para a mensuração da queda de folhas. Há indícios de que a amostragem por bandejas pode ser utilizada para a medição da fração miscelânea em florestas naturais similares à de Lençóis Paulista. Para a mensuração de cascas decíduas e da queda de partes lenhosas (incluindo ramos de todos os diâmetros e caules) é recomendada a adoção de parcelas apropriadas. As medias anuais de deposição de material orgânico e nutrientes foram (estão descritas em tabela na dissertação). As folhas constituíram a principal fração do material coletado nas bandejas, equivalendo a cerca de dois terços do total, tanto na mata como no eucaliptal. O padrão de variação estacional da deposição foliar diferiu nos dois ecossistemas. Na mata, a deposição foi mais intensa no período de agosto a novembro, aproximadamente, o qual normalmente corresponde ao final da estação mais fria e de menor precipitação e ao início das chuvas. No eucaliptal a deposição foliar mais intensa ocorreu de dezembro a março, aproximadamente, enquadrando-se dentro do período quente e chuvoso. Os valores anuais médios da fração foliar e da deposição total de material orgânico foram maiores na mata. Comparados com valores da literatura mundial obtidos por amostragem com bandejas, os valores da mata são elevados para a latitude local, e aproximam-se de valores considerados próprios de florestas tropicais úmidas; as taxas de deposição do eucaliptal são considerados normais para a latitude local. Há indícios de existência de relação entre deposição foliar e área basal em eucaliptais de alta produtividade do interior do Estado de São Paulo, em idade próxima ao primeiro corte, e de que o valor da relação é em torno de 230-260 Kg/m&amp;lt;sup&amp;gt;2&amp;lt;/sup&amp;gt;. Os valores das concentrações em nutrientes das frações decíduas da mata e os das quantidades de nutrientes vindas ao solo pela deposição do seu material orgânico são próximas aos valores mais elevados relatados pela literatura mundial. Os valores correspondentes do eucaliptal são próximos aos de outros ecossistemas de &amp;lt;i&amp;gt;Eucalyptus&amp;lt;/i&amp;gt;, e são acentuadamente inferiores aos valores da mata. A deposição de material orgânico e seus nutrientes constituem apenas aspectos parciais da dinâmica de ecossistemas florestais, e necessitam de outras informações para que possam ser claramente interpretadas e para que possam ser utilizadas na definição de ações práticas, como a adubação. Por este motivo, são fornecidas sugestões para futuras pesquisas, consideradas prioritárias no estágio atual de conhecimentos.</description><guid>https://doi.org/10.11606/D.11.1980.tde-20210918-210637</guid></item><item><title>Variação genética em progênies de uma população de Eucalyptus grandis (Hill) Maiden</title><link>https://doi.org/10.11606/T.11.1980.tde-20210104-160444</link><description>O presente trabalho ê um estudo da variação genética em progênies de polinização livre de Eucalyptus grandis (Hill) Maiden de arvores selecionadas fenotipicamente em população-base originaria de Coffs Harbour - Austrália. Os ensaios foram instalados em cinco locais: Agudos, Anhembi, Brotas, Lençóis Paulista e Resende, em novembro e dezembro de 1976. O delineamento utilizado foi o latice triplo com 64 (8 x 8) tratamentos, envolvendo as progênies de arvores selecionadas da população-base, progênies de outras populações, testemunha comercial e amostra de população-base sem seleção. Os resultados obtidos no primeiro ano revelaram um crescimento médio em altura, nos cinco locais de ensaio, de 5,27 metros, variando de 4,24 (Brotas) a 6,11 metros (Resende), mostrando o potencial do material genético nas condições estudadas. A população-base de E. grandis estudada apresentou, nessa idade, considerável variação genética para a altura de plantas em todos os locais estudados, mostrando a possibilidade de seleção e melhoramento. A variação genética para a sobrevivência de plantas nas parcelas, por sua vez, foi menos expressiva, e variável de local para local. As estimativas de ganhos realizados na seleção fenotípica das árvores que geraram as progênies foram em média de 5,65% para a altura de plantas, nos cinco locais com um ano de idade, mostrando a variação entre materiais com e sem seleção desde as idades iniciais. Os dados de crescimento em altura aos dois anos de idade, com média de 12,08 metros nos cinco locais confirmam o potencial de crescimento do material genético testado. As estimativas de ganhos realizados na seleção fenotípica, aos dois anos de idade, foram similares às obtidas no primeiro ano para a altura de plantas e equivalentes a 6,22%. Essas estimativas foram de 24,3%, 13,43%, 8,41% e 1,59% para a sobrevivência, a forma do tronco, o volume cilíndrico e o DAP, respectivamente, indicando os avanços genéticos obtidos pela utilização de um ciclo de seleção fenotípica na população em estudo. Ao nível de locais individuais, aos dois anos de idade, foram detectadas variações genéticas diferenciais entre progênies para todas as características estudadas, embora tenham sido constatadas variações significativas para a maioria das características nos diversos locais. Os valores de eficiências dos latices encontrados justificaram a instalação dos experimentos nesse tipo de delineamento. Ao nível de locais em conjunto, aos dois anos de idade, foram detectadas variações genéticas entre progênies para todas as características estudadas, exceto para a sobrevivência das plantas. O efeito de locais mostrou-se significativo e bastante expressivo para todas as características estudadas. O efeito da interação de progênies por locais mostrou-se também significativo para todas as características, refletindo-se na redução das herdabilidades e, portanto, na seleção para locais em conjunto. As variâncias genéticas entre progênies, estimadas para altura, DAP e forma do tronco, mostraram boas precisões, a julgar pelos baixos desvios padrões encontrados. As herdabilidades no sentido restrito estimadas ao nível de plantas foram similares as obtidas entre plantas dentro de progênies, e que, por sua vez, foram bem inferiores as obtidas ao nível de média de progênies para as características estudadas. As estimativas dos diferentes tipos de herdabilidades foram de maiores magnitudes para a forma do tronco, vindo a seguir a altura e o DAP, mostrando as perspectivas de resposta a seleção dessas características. As estimativas de ganhos genéticos com a seleção entre e dentro de progênies nos locais individuais mostraram razoáveis avanços genéticos para as três características estudadas, revelando a possibilidade de sucesso da seleção dentro de cada ensaio. Em função dos avanços verificados na seleção fenotípica para a forma do tronco, da correlação positiva e alta entre as características de crescimento (altura, DAP e volume cilíndrico) e da ausência de correlação entre a forma do tronco e o crescimento, a seleção dentro dos ensaios deverá ser centrada nas características de crescimento mais do que na forma do tronco.</description><guid>https://doi.org/10.11606/T.11.1980.tde-20210104-160444</guid></item></channel></rss>