<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><rss version="2.0"><channel><title>RCAAP Rss Feeder</title><link>https://www.rcaap.pt</link><description>RCAAP PROJECT FEEDER</description><pubDate>2026-04-20 10:42:45</pubDate><item><title>Adubação da batata doce em São Paulo: Parte I - Efeito da adubação mineral</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051951000100008</link><description>Visando estudar a influência da adubação na cultura da batata doce para as condições do Estado de São Paulo, foram efetuadas várias séries de ensaios abrangendo diversos aspectos do problema. Neste trabalho, são apresentados apenas os resultados de 31 ensaios planejados para estudar o efeito dos elementos N, P e K, sôbre o desenvolvimento das ramas, produção, número de batatas por plantio e pêso médio das batatas, nos principais tipos de solo do Estado. Os resultados dos demais ensaios dêste plano serão objeto de outros artigos. Vários planos e delineamentos experimentais foram adotados. Como fonte de elementos minerais foram utilizados os seguintes adubos comerciais : salitre do Chile, sulfato de amônio, superfosfato de cálcio, farinha de ossos degelatinados, cloreto de potássio e sulfato de potássio. As fórmulas correspondentes a cada canteiro foram preparadas previamente, e as misturas assim obtidas aplicadas a lanço sôbre o solo antes do preparo dos camalhões. A fertilidade natural do solo e outros fatôres de ordem agrícola mostraram ter muito maior influência na produção da batata doce que a adubação. Geralmente, apenas se obtiveram aumentos substanciais de produção, determinados pela adubação, nos ensaios plantados em terras de fertilidade muito baixa. Nesses casos, apesar de se mostrarem bastante elevados os aumentos percentuais de produção, as diferenças ou aumentos absolutos foram muito pequenos, muitas vêzes, abaixo de 3 t/ha. Desta forma, os aumentos de produção não compensaram os gastos com adubos. Nos ensaios de produção normal (acima de 10 t/ha), foi verificado um único caso de efeito de nitrogênio na produção, que se deu em Mococa, em solo do arqueano. Efeitos de fósforo ou de potássio foram observados unicamente em solos de origem glacial, de Sorocaba. Um único caso de interação de nitrogênio e fósforo foi obtido em solo do arenito de Bauru, em Pindorama. Com relação ao desenvolvimento das ramas, sempre que houve influência significativa de algum elemento, êste foi o nitrogênio. Isto geralmente se verificou nos ensaios instalados nos solos de origem glacial. É de se ressaltar que não se verificou correlação alguma entre o desenvolvimento das ramas e a produção. Sôbre outros dados, como percentagem de falhas, número de batatas por planta, pêso médio das batatas, etc, foram insignificantes ou mesmo nulos os efeitos das adubações ou elementos estudados. Um fator que demonstrou grande influência na produção e desenvolvimento da batata doce foi a falta de rotação de cultura. Verificou-se que, nos ensaios onde se fêz o cultivo seguido dessa planta por mais de um ano no mesmo terreno, a produção caiu enormemente nos anos seguintes, muitas vezes para a terça ou quarta parte. Para as condições do Estado de São Paulo, os resultados obtidos indicaram que a adubação mineral direta para a batata doce não constitui, em geral, uma prática economicamente recomendável. Esta planta deve ser cultivada em rotação com outras culturas mais exigentes, que, necessitando de adubações pesadas, permitam à batata doce, no ano seguinte, aproveitar de modo mais vantajoso os restos dos adubos que ficaram retidos no solo.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051951000100008</guid></item><item><title>Aspectos da assistência médica às crianças de Angola e Moçambique</title><link>http://hdl.handle.net/10362/188625</link><description>Com base nos dados estatísticos oficiais mais recentes, referimo-nos ao número de crianças brancas, mestiças, indígenas e outras que vivem em Angola e Moçambique, ao número e localização dos hospitais nas duas províncias e à distribuição de camas destinadas a crianças. Faz-se também referência ao número de maternidades, consultórios de puericultura, creches e jardins de infância estatais e particulares existentes. Avalia-se o desenvolvimento da profilaxia e da alimentação nas diferentes idades, incluindo o que foi possível investigar em relação à higiene escolar. Regista-se a morbilidade e mortalidade infantis. Faz-se um resumo e comentários, de acordo com os elementos mencionados, sobre o estado atual da organização médica e da assistência à criança. De acordo com o desenvolvimento das duas prósperas províncias ultramarinas e em conformidade com o estabelecido no regulamento dos Serviços de Saúde do Império Colonial Português - Decreto n.º 34.417, de 21 de fevereiro de 1945, propõe-se: 1º - A centralização em Angola e Moçambique de todos os Serviços de Assistência à Infância, sob os seus diferentes aspetos, que teriam sob a sua jurisdição, não só os funcionários, mas também os de coordenação da assistência especial à infância, que seriam designados por Centros da Infância de Angola e Moçambique, submetidos a uma direção central com sede na Inspeção Superior de Saúde do Ultramar, do respetivo Ministério e denominada Centro da Infância do Ultramar. - Adaptação do Centro Internacional da Infância, cujo interesse pelos problemas que dizem respeito às crianças do Ultramar é digno de nota. 2º - O Conselho Escolar do Instituto de Medicina Tropical estudará e apresentará as bases sobre as quais devem ser transmitidos conhecimentos de pediatria, incluindo pré-natal, aos médicos que irão exercer a sua atividade no Ultramar, em regiões remotas e isoladas, para que possam resolver, por si próprios, os problemas que se apresentam, de assistência à criança. 3º - Este Conselho promoverá periodicamente, se possível anualmente, e em colaboração com a Sociedade Portuguesa de Pediatria, a organização de ciclos de estudos de pediatria e puericultura, semelhantes aos realizados por essa mesma Sociedade em cidades ultramarinas que possam ser designadas, os quais seriam frequentados pelo maior número possível de médicos dos quadros regionais e para os quais seriam enviadas missões formadas por dois pediatras, um obstetra e uma enfermeira especializada em puericultura, tendo como chefe um professor do Instituto. 4º - Assim que o Centro da Infância Ultramarino estiver organizado e em pleno funcionamento, as funções aplicadas pelos n.ºs 2 e 3 seriam transferidas para o Conselho Escolar do Instituto de Medicina Tropical, que, no entanto, continuaria a colaborar estreitamente com ele, tendo nele um delegado permanente.</description><guid>http://hdl.handle.net/10362/188625</guid></item><item><title>Adubação do milho: III - Adubação mineral quantitativa</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051955000100017</link><description>Durante três anos consecutivos - de 1949/50 a 1951/52 - foram realizados em Campinas, ensaios de adubação do milho, em que as doses básicas de NPK foram iguais para os três elementos, isto é, 25 kg/ha de azoto (N), fósforo (P2O5) e potássio (K2O). Foram estudados três níveis de azoto, cinco de fósforo e quatro de potássio. Em 1949/50, em todos os tratamentos o &quot;stand&quot; inicial foi baixo ; nos outros dois anos, a genninação média foi respectivamente de 79% e 72%. Em conseqüência de aparente desequilíbrio na adubação, provocado por deficiência de fósforo, houve acentuada redução no número de plantas por ocasião da colheita, particularmente em 1951/52, nos canteiros sem fósforo e sem adubo. Apenas a adubação fosfatada deu efeitos significativos, obtendo-se o maior aumento de produção com 60 kg/ha de P2O5. O efeito do fósforo ampliou-se do primeiro para o terceiro ano. Em média, o efeito do potássio foi pequeno, devido aos resultados obtidos nos dois primeiros anos; no último, êle cresceu consideravelmente. Em 1949/50, verificou-se ter sido prejudicada a genninação, devido à concentração do cloreto de potássio nos sulcos de plantio. O aumento de produção pela aplicação de azoto também foi pequeno, diminuindo proporcionalmente, do primeiro para o terceiro ano, ao contrário do fósforo e do potássio. Nos dois primeiros anos o melhor tratamento foi 121; no último foi 131, isto é 25 - 75 - 25 kg/ha de N - P2O5 - K2O. A produção de colmos reagiu do mesmo modo que a de grãos, porém em menor escala. Pode-se dizer que houve geral concordância entre as produções de grãos e de colmos, às crescentes doses de azoto, fósforo e potássio, aplicadas.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051955000100017</guid></item><item><title>Adubação do algodoeiro: I - Influência dos adubos, quando aplicados em contato com as sementes, sobre a germinação</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051956000100021</link><description>Os autores do presente artigo relatam os resultados de um ensaio realizado cm 1936-37, na Estação Experimental Central, para estudar a influência de alguns adubos sobre a germinação das sementes do algodoeiro. Para isso foram estabelecidas comparações entre canteiros sem adubo e canteiros adubados com 0-50-0, 0-50-50 e 10-50-50 kg/ha de N-P2O5-K2O e, ainda, com outros que receberam o dôbro dessas doses. N e K2O foram empregados respectivamente nas formas de salitre do Chile e cloreto de potássio: P2O5, em cada uma das três formas: farinha de ossos, Renania-fosfato e superfosfato. Comparou-se, também, a aplicação desses adubos nas covas e nos sulcos de plantio. Os 38 tratamentos do ensaio tiveram três repetições. Cada canteiro, de 25 m², constou de uma fileira de 20,90 m, espaçada de 1,20 m das vizinhas. Nas fileiras, 53 covas propriamente ditas foram plantadas a cêrea de 0,40 m uma das outras, cada cova recebendo seis sementes; no plantio em sulcos, de 0,40 em 0,40 m foram depositadas seis sementes. As correspondentes doses de adubo foram aplicadas em cada cova ou distribuídas continuamente nos sulcos, e, após ligeira mistura com a terra, semeou-se no solo adubado. Durante 36 dias a partir do plantio foram feitas contagens diárias das covas em que nasceram plantas. Dos dados assim obtidos concluiu-se que, aplicados isoladamente, nos sulcos ou nas covas, o superfosfato e a farinha de ossos não prejudicaram o &quot;stand&quot;. Entretanto, as aplicações isoladas de Renania-fosfato, assim como as adubações em que ao fósforo, sob qualquer forma, se adicionou cloreto de potássio, e sobretudo as que, além dêsses adubos, também tiveram salitre, reduziram fortemente o &quot;stand&quot; quando aplicadas nas covas; empregadas nos sulcos, prejudicaram muito menos. Além de reduzir o &quot;stand&quot;, o salitre e o cloreto de potássio retardaram a emergência das plantas. Em regra, os danos cresceram com a concentração de adubos em tôrno das sementes, que foi muito maior nas covas. O período imediato ao plantio foi bastante chuvoso, concorrendo de um modo geral para diminuir os prejuízos. Com tempo sêco ou pouco chuvoso após o plantio, como acontece com freqüência, por certo a aplicação nos sulcos também teria sddo altamente prejudicial. Daí a conclusão de que certos adubos não devem ser aplicados pela maneira usual, como nos ensaios, e que, para avaliar o efeito dêsses adubos sôbre a produção do algodoeiro, se devem usar métodos outros que não os da aplicação nas covas ou nos sulcos de plantio.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051956000100021</guid></item><item><title>Adubação do algodoeiro: II - Ensaios com tortas de mamona e algodão</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051957000100012</link><description>No presente artigo são apresentados os resultados de 37 ensaios - seis dos quais repetidos por dois ou mais anos consecutivos nos mesmos canteiros - realizados com o objetivo de estudar-se o efeito fertilizante das tortas de mamona e de algodão na cultura do algodoeiro. Nesses ensaios, efetuados entre 1937 e 1945 e distribuídos em onze diferentes localidades, abrangendo os principais tipos de solo do Planalto Paulista, foram comparadas doses crescentes de torta de algodão, formas de adubos azotados (torta de mamona, salitre do Chile, sulfato de amónio, Calnitro IG, Urecal IG etc.) e maneiras de se aplicar a torta de algodão. Aplicadas pelo método usual - nos sulcos destinados às sementes, no momento do plantio - somente em poucos casos as tortas de mamona ou algodão aumentaram satisfatoriamente a produção; em regra seu efeito foi medíocre e, em vários casos, foi nulo ou francamente negativo. Assim aconteceu tanto na ausência como na presença de adubos fosfatados e potássicos. Doses de 600 e 800 kg/ha de torta de algodão geralmente não deram melhor resultado que a de 400 kg/ha. A torta de mamona se mostrou inferior aos adubos azotados solúveis. Deve-se isso ao sério prejuízo que as tortas causaram ao &quot;stand&quot; e à pequena eficácia do replantio das falhas verificadas. A responsabilidade pelos danos no &quot;stand&quot; coube ao método de aplicação usado nos ensaios. A presença de fósforo mais potássio (provavelmente devido ao sulfato de cálcio contido no superfosfato) atenuou esses danos, mas não foi suficiente para reduzi-los a proporções desprezíveis. Aplicadas nos próprios sulcos destinados às sementes, mas cerca de um mês antes do plantio, as tortas não prejudicaram a germinação. A aplicação, no momento do plantio, em sulco aberto 10 cm ao lado do destinado às sementes, mostrou-se, quanto à germinação, ligeiramente inferior ao emprêgo antecipado. Condições desfavoráveis ao aproveitamento dos adubos nos ensaios em que os dois últimos métodos foram estudados não permitiram tirar conclusões definitivas sôbre o mais eficiente para a produção. Entretanto, tendo-se em vista inconvenientes que se opõem à aplicação antecipada, e, por outro lado, fatôres que militam a favor da aplicação lateral, parece que esta é a mais apropriada para se conseguir das tortas - e de vários outros adubos - muito melhores resultados que os obtidos pelo método usual. Sugere-se, por isso, que se continui a experimentá-la com as modificações apresentadas.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051957000100012</guid></item><item><title>Adubação do algodoeiro: IV - Ensaios sôbre época de aplicação de azôto e potássio</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051957000100020</link><description>Neste artigo os autores relatam os resultados obtidos em 10 ensaios, instalados em sete diferentes localidades e abrangendo os principais tipos de solo do Estado de São Paulo. Esses ensaios foram realizados entre 1949-50 e 1953-54 e, excetuando-se um, foram conduzidos por dois ou três anos nos mesmos canteiros, fornecendo, ao todo, 22 resultados anuais. O objetivo em mira foi estudar a melhor época para a aplicação do azôto e do potássio, sendo estes nutrientes, assim como o fósforo, empregados sozinhos ou em diversas combinações. O azôto foi usado na forma de salitre do Chile e, conforme o ensaio, nas doses de 20 ou 30 kg/ha de N; o fósforo como superfosfato, na dose de 60 kg/ha de P2O5; o potássio como cloreto, nas doses de 30 ou 40 kg/ha de K2O. Em média dos ensaios, o efeito do azôto aplicado em cobertura 30-40 dias após a emergência das plantas foi muito superior ao do empregado por ocasião do plantio, nos sulcos destinados às sementes, sendo também maior que o da aplicação em cobertura feita 60-80 dias após a emergência. O fracionamento da dose de azôto em duas porções iguais - estudado em quatro ensaios, compreendendo oito resultados anuais - mostrou-se ainda superior à aplicação da dose total 30-40 dias após a emergência. Quando as duas porções- foram aplicadas em cobertura o efeito do azôto foi bem maior que nas combinações de épocas em que uma das porções foi empregada por ocasião do plantio. Um exame retrospectivo, baseado nos presentes ensaios e nos relatados em artigo anterior, perfazendo 30 resultados anuais, confirmou integralmente as conclusões acima, mostrando que é inútil tentar-se avaliar o efeito dos adubos azotados solúveis empregando-os nos sulcos de plantio, conforme o hábito arraigado em nosso meio, e que a aplicação em cobertura, pouco antes ou logo que aparecerem no algodoal os primeiros botões florais, geralmente dá bons resultados. Nos ensaios em que se pôde determinar a influência das épocas de aplicação sobre o efeito do potássio, as aplicações em cobertura se mostraram inferiores ao emprego nos sulcos de plantio. Neste caso, porém, os resultados só foram satisfatórios quando choveu nos dias imediatos à semeação. Aplicado em cobertura, aparentemente o potássio não penetrou no solo em tempo útil para o algodoeiro; aplicado nos sulcos, êle ficou em posição acessível às raízes, mas, quando correu sêco o período que se seguiu ao plantio, prejudicou o &quot;stand&quot; e a produção. Sendo geralmente pequeno o risco de lixiviação imediata do potássio, sugere-se que êle seja aplicado antes ou por ocasião do plantio, em posição de fácil acesso às raízes, mas não em contato com as sementes.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051957000100020</guid></item><item><title>Adubação do milho: XI - Efeito residual do fósforo</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051958000100021</link><description>Como contribuição para o conhecimento do efeito residual do fósforo nos solos do Estado de São Paulo os autores apresentam os resultados de dois ensaios com milho, um conduzido em terra-roxa-misturada (Campinas) e o outro em solo arenoso claro (Ipanema). Em ambos o efeito em aprêço foi muito grande, sendo que em Campinas o do superfosfato se mostrou igual, e, em Ipanema, superior ao dos fosfatos menos solúveis. Mesmo examinando êsses resultados em conjunto com os de várias outras experiências que resumiram, acham os autores que ainda não se podem estabelecer, para cada tipo de solo, relações numéricas entre os efeitos residuais dos adubos estudados. Concluem, porém, que tanto nos solos claros como nos vermelhos ou na terra-roxa, geralmente é grande o efeito residual do fósforo, seja êle aplicado na forma de superfosfato ou na de outros fosfatos de uso corrente na agricultura paulista. Por fim, lembram a possibilidade de reduzirem-se substancialmente as doses de fósforo a serem aplicadas nos solos que já o receberam nas culturas anteriores, sugerindo que se estude experimentalmente a redução a ser feita em cada caso.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051958000100021</guid></item><item><title>Schistosomiasis in Japan, the ecology of its vector snails and its control</title><link>http://hdl.handle.net/10362/136584</link><description>Contém imagens, quadros, mapas.</description><guid>http://hdl.handle.net/10362/136584</guid></item><item><title>Adubação do algodoeiro: XIII - Efeito residual do fósforo em solo massapê-salmourão</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051962000100048</link><description>Neste artigo são relatados os resultados de quatro experiências de adubação do algodoeiro instaladas na Estação Experimental de Mococa, em solo massapê-salmourão. Enquanto uma delas foi conduzida de 1940-41 a 1943-44 nos mesmos canteiros, as outras três foram anuais e localizadas em áreas próximas da primeira, mas diferentemente adubadas nas culturas anteriores. As experiências anuais foram realizadas em 1940-41 1941-42 e 1942-43. Os resultados obtidos mostraram grande efeito residual do fósforo e conseqüentemente, a possibilidade de se fazerem substanciais reduções nas doses desse elemento a serem aplicadas nas áreas que o receberem nas culturas anteriores.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051962000100048</guid></item><item><title>Modo e época de aplicação de nitrogênio na cultura do feijoeiro</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051963000100048</link><description>Em 1961 conduziu-se, em Ribeirão Prêto, uma experiência preliminar para estudar o efeito, sôbre o feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.), de vários adubos, inclusive quatro formas de nitrogênio, sendo as doses totais dêste aplicadas de uma vez, em quatro épocas: 0, 22, 42 e 62 dias após a emergência das plantas. As respostas às adubações com PK e PK + estêrco foram muito pequenas. O efeito médio do nitrogênio alcançou +81%, quando aplicado após a germinação, mas baixou sucessivamente nas épocas seguintes. Não foram significativas as diferenças entre uréia, sulfato de amônio e Nitrocálcio, bem como entre uréia sólidia e em solução a 1%. A nodulação, em regra muito baixa, foi um pouco maior ncs tratamentos em que se retardou a adubação nitrogenada, mas não conseguiu evitar que, nêles, as produções caíssem consideràvelmente.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051963000100048</guid></item><item><title>Adubação mineral, adubação orgânica e calagem na cultura da bananeira no litoral de Santos - Estado de São Paulo</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051963000100056</link><description>São apresentados os resultados de ensaios de adubação da bananeira com fertilizantes químicos e orgânicos (sob a forma de tortas oleaginosas) e com calagem, obtidos em solo argiloso, comumente usado na cultura dessa planta na região do litoral do Estado de São Paulo. Os ensaios foram efetuados no sítio Trindade, Município de Santos. Os ensaios com adubos químicos foram feitos em três séries, com quatro níveis dos elementos N, P e K. Os resultados mostraram que quando os adubos foram aplicados isoladamente, os seus efeitos foram pràticamente nulos. Quando usados juntamente com doses duplas dos outros dois adubos, houve, em todos os casos, aumento linear de produção. Há indicação de que maiores aumentos de produção poderão ser obtidos se forem usadas dosagens mais elevadas do que as aplicadas nos ensaios. O ensaio com tortas de algodão e de mamona revelou sensível aumento de produção com a aplicação dêsses adubos. Os resultados obtidos com os dois tipos de torta parecem demonstrar que não existem diferenças expressivas entre êles. O exame das produções obtidas com a calagem do solo, utilizando-se carbonato de cálcio, revelou que não houve nenhum aumento de produção resultante da aplicação desse tratamento.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051963000100056</guid></item><item><title>Modo e época de aplicação de nitrogênio na cultura da batatinha - Parte III</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051964000100029</link><description>Em diferentes zonas do Estado de São Paulo foram conduzidas onze experiências de adubação da batatinha (Solanum tuberosum L.) para estudar, na presença de PK, o efeito de doses crescentes de nitrogênio mineral aplicadas exclusivamente nos sulcos de plantio (método tradicional) ou em cobertura, sendo que a maior dose também foi empregada parceladamente, nos sulcos e em cobertura. Nas quatro experiências realizadas na safra «das águas&gt;&gt;, o nitrogênio aumentou significativamente a produção. As aplicações parceladas ou sòmente no plantio não diferiram entre si e mostraram-se superiores às efetuadas exclusivamente em cobertura. No período que sucedeu ao plantio choveu mais e, no posterior às coberturas, muito menos que normalmente, o que atenuou o risco do emprêgo nos sulcos de plantio e retardou a atuação das coberturas. Das outras sete experiências, conduzidas na safra «da sêca», cinco foram irrigadas. Sòmente em uma o nitrogênio aumentou significativamente a produção, quando empregado em cobertura. Na maioria das demais, o efeito das adubações nos sulcos foi negativo e o das coberturas, pràticamente nulo. No primeiro caso, o nitrogênio prejudicou os «stands» ou retardou a emergência dos brotos; no segundo, não pôde atuar em tempo útil para as plantas. Baseados nas observações efetuadas, os autores sugerem que o método tradicional seja substituído pelo da aplicação lateral, para diminuir a possibilidade, sempre presente nas diversas épocas de plantio, de tornar-se excessiva a concentração de sais no solo em contacto com as batatas-semente, e que se estude como e quando empregar a dose suplementar de nitrogênio, tendo em vista a época de plantio e o sistema de irrigação usado.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051964000100029</guid></item><item><title>Adubação do milho: XXV - Modo e época de aplicação de nitrogênio</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051964000100031</link><description>Para estudar modos e épocas de aplicação de nitrogênio (sulfato de amônio) na cultura do milho, foram conduzidas, em 1961-62 e 1962-63, dez experiências em oito localidades do Estado de São Paulo. Além de um tratamento com PK e outro com NPK, nos quais os adubos foram empregados na ocasião do plantio, em sulcos laterais, estudaram-se quatro com doses adicionais de N aplicadas em cobertura. Em dois dêstes, as coberturas foram efetuadas em uma faixa ao lado de cada linha de plantas; nos outros dois, no centro de entrelinhas alternadas. Em cada tipo de localização, aplicaram-se as coberturas de uma vez, 45 dias após o plantio, ou em duas parcelas iguais, 30 e 60 dias depois da semeação. As doses de N foram: no plantio, 30 kg/ha, em 1961-62, e 20 kg/ha, em 1962-63; em cobertura, respectivamente, 90 e 100 kg/ha. O nitrogênio não aumentou a produção em duas experiências. Na média das demais, não houve diferença entre as épocas e os modos de aplicação em cobertura. Empregado exclusivamente no plantio, o nutriente em estudo favoreceu a vegetação na maioria das experiências, mas sòmente em duas aumentou a produção de grãos. Entretanto, quando aplicado no plantio e em cobertura, seu efeito foi positivo nas oito experiências, atingindo, na média delas, +1.021 kg/ha ou +27%. Baseados nas observações feitas, os autores supõem que os resultados da adubação conjugada teriam sido ainda melhores se a dose inicial fôsse reduzida para 10 ou 15 kg/ha e se a cobertura fôsse efetuada um mês após a germinação, repetindo-a, no caso do parcelamento, cêrca de duas semanas mais tarde.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051964000100031</guid></item><item><title>Balanço de água no solo em cultura de cana-de-açúcar. Resultados da estação experimental de Ribeirão Prêto</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051966000200006</link><description>São relatados resultados de três anos de estudos em ensaio de campo para verificar o uso consuntivo da água pela cana-de-açúcar em solo do tipo roxa-legítima. O ensaio foi instalado em talhão de cana da Estação Experimental de Ribeirão Preto. De 14 em 14 dias foram colhidas amostras de solo, entre fileiras de cana, às profundidades de 0-25, 25-50, 50-75 e 75-100 cm, e determinados, em estufa, os teores de umidade. Foram organizados gráficos para indicar as quantidades de água disponível, perdida ou evaporada, bem como para prever a ocorrência da fase crítica de necessidade de irrigação e estimar os períodos e quantidades de água a serem aplicadas. Tais gráficos mostram que, em geral, a irrigação seria necessária nos meses de julho a outubro, no local onde o experimento foi instalado.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051966000200006</guid></item><item><title>Respostas do feijoeiro à aplicação de diversos tipos de matéria orgânica não decomposta, na presença de adubações minerais com P, PK, NPou NPK</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051967000100025</link><description>Experiências conduzidas em Campinas (solo Latosol Roxo) e Pindorama (solo Podzolizado de Lins e Marília, variação Marília), para estudar os efeitos de diversos tipos de matéria orgânica não decomposta, na presença de adubações minerais com P, PK, NP ou NPK, mostraram que, dos adubos minerais, sòmente o nitrogênio aumentou substancialmente a produção do feijoeiro. Dos adubos orgânicos comparados - ramas de soja perene, capim-gordura, fôlhas de café e serapilheira - o primeiro foi o mais eficiente. Em Campinas, as ramas de soja aumentaram a produção, tanto na ausência como na presença do nitrogênio mineral, quer aplicadas em sulcos laterais aos destinados às sementes de feijão, quer em cobertura, após a emergência das plantas. Em Pindorama, porém, só atuaram favoravelmente quando empregadas em sulcos laterais, na ausência do nitrogênio mineral.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051967000100025</guid></item><item><title>O desenvolvimento das ciências da conduta aplicadas à saúde, na América Latina</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89101967000100011</link><description>O objetivo do trabalho é apresentar sugestões concretas visando a incentivar o desenvolvimento das ciências da conduta aplicadas à saúde, na América Latina. Para justificar essa necessidade e as sugestões propostas, é descrito e comentado o panorama geral da situação atual dessas ciências no âmbito latino-americano.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89101967000100011</guid></item><item><title>Efeitos da aplicação de bórax em cultura de batatinha, em várzea irrigada, no Vale do Paraíba</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051970000100030</link><description>São relatados os efeitos produzidos pela aplicação de bórax na cultura da batatinha (Solatium tuberosum L.), em solos de várzea irrigada do Vale do Paraíba. Quatro doses de bórax - 10, 20, 30 e 40 kg/ha - foram aplicadas de três maneiras distintas: no sulco de plantio, em cobertura (vinte dias após a germinação) e parceladamente em 4 pulverizações foliares semanais. As melhores doses de bórax foram as de 10 e 20 kg/ha, aplicadas no sulco de plantio, em mistura com os demais adubos. As aplicações em pulverização provocaram sintomas de toxidez nas folhas, notadamente as de maiores doses.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051970000100030</guid></item><item><title>Effects of gibberellins on morphology and productivity of bean (Phaseolus vulgaris L. cv. 'Carioca')</title><link>https://doi.org/10.1590/S0071-12761973000100002</link><description>Seedlings of (Phaseolus vulgaris L. cv 'Carioca') were treated, 7 days after germination, with gibberellins in the concentrations of 50, 500 and 1000 ppm and the check treatment, to verify the affect of the gibberellins on the morphology and productivity of the bean plant. The experiment was made under greenhouse conditions during year of 1972. The most effective treatment with the gibberellins were obtained with the concentrations of 500 and 50 ppm and excepting with the concentration of 500 ppm in which one a negative result was related with the length of leaves. There was an affective increase of elongation in the stem of the plants treated with the gibberellins. Significant differences related to the length of the internodes occurred during the first thirty-one days of growth and no significant differences were obtained after that period in the plants with gibberellins. It was also verified in all treated plants there was a little increase in the number of internodes and in the number of leaves. According with the number of flowers it was noted there was a tendency to increase the number of them at the concentrations of 500 and 50 ppm of gibberellins, however the production of the beans was not significant.</description><guid>https://doi.org/10.1590/S0071-12761973000100002</guid></item><item><title>Coordenação de isolamento aplicada à sistema de potência.</title><link>http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/4141</link><description>Submitted by Ruth Quaresma de Freitas (ruth_quaresma@hotmail.com) on 2019-06-05T14:37:25Z No. of bitstreams: 1 REGINALDO FREIRE DE SANTANA - DISSERTAÇÃO PPGEE 1973..pdf: 101290945 bytes, checksum: 324c0a137c4febb0a83bf17328676ce8 (MD5)</description><guid>http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/4141</guid></item><item><title>Análise de dados sócio-econômicos e sanitários de famílias residentes no distrito-sede de Botucatu (São Paulo, Brasil), em 1969</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89101973000200009</link><description>Foi realizado, em 1969, um levantamento de dados sócio-econômicos e sanitários da zona urbana de Botucatu. Trezentas e cinco famílias amostradas foram entrevistadas sobre: constituição familiar, idade, ocupação, renda, grau de instrução, condições sanitárias dos domicílios, conhecimento e uso de vacinas, demanda e opiniões relativas aos serviços de saúde. Algumas respostas foram associadas ao &quot;status&quot; sócio-econômico das famílias. As condições de saneamento básico estavam dentro de padrões quantitativos razoáveis e era alto o desconhecimento sobre o valor e número de doses das vacinas. Constatou-se acentuada dispersão de recursos para saúde, indicando falta de coordenação dos órgãos assistenciais; a demanda ao Centro de Saúde era baixa, quase restrita às crianças, indicando distorsão da percepção da comunidade com relação aos serviços médico-sanitários e necessidade de desenvolvimento adequado desses serviços, além de educação sanitária sistemática.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89101973000200009</guid></item><item><title>PLANO DE ENSINO DE ENFERMAGEM EM CENTRO CIRÚRGICO</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0080-62341973000200152</link><description>Todas as atividades realizadas no Centro Cirúrgico tem como finalidade o paciente, justificando a inclusão da disciplina Enfermagem em Centro Cirúrgico no Currículo das Escolas de Enfermagem. Dado o reduzido tempo disponível o programa e' desenvolvido de maneira a enfatizar principios e dar experiências básicas que serão aplicadas e suplementadas posteriormente. O presente trabalho traz o plano de Ensino da disciplina e os roteiros utilizados pelos alunos.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0080-62341973000200152</guid></item><item><title>Effects of growth retardants on fruiting of 'Niagara Rosada' grapes</title><link>https://doi.org/10.1590/S0071-12761974000100030</link><description>Studies were carried out to establish the effects of exogenous growth regulators on Vitis (labrusca x vinifera) 'Niagara Rosada' fruiting. The investigations were done in the Jundiaí Research Station, Agronomic Institute State of São Paulo, always using disease-free vineyards of good productivity. The morphological transformations of clusters were studied under the following aspects: weight, length and width of cluster; weight, length average and width average of berries: length average/width average ratio of berries; length and diameter of rachis; width of cluster minus berries; length and diameter of secondary rachis. The yield for the first half of the period from flowering to maturation was first determined. The same characteristics were determined at the time of maturity plus the number of berries, number of seeds, total sugars, total acid, Maturity Index and reducing sugars in samples of all treatments. The experiment was conducted in order to determine the doses that resulted in the most beneficial effects, always using applications by immersion of the inflorescence. In the experiment was realized applications of (2-chloroethyl) trimethylammonium chloride (CCC) and succinic aeid-2, 2-dimethylhydrazide (SADH) at concentrations of 50, 100, 250, 500, 1000 and 2000 ppm; CCC 500 ppm plus SADH 500 ppm and nontreated, 5 days before flowering, in 1971. The concentrations of CCC applied before flowering did not affect favorably cluster morphology under the conditions of the experiment. Application of SADH at 250 ppm before flowering increased the cluster weight and length, berries number and weight, and seed number. In the first yield treatment of 1000 ppm of SADH increased the cluster weight and lenght, berry weight and rachis lenght.</description><guid>https://doi.org/10.1590/S0071-12761974000100030</guid></item><item><title>Calagem e adubação mineral da soja (Glycine max (L.) Merrill) variedade Santa Maria, em solo de várzea</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051974000100001</link><description>Um experimento para estudar efeitos da calagem e da adubação mineral sobre o desenvolvimento da cultura de soja (Glycine max (L.) Merrill) foi conduzido em solo de várzea, rico em matéria orgânica, localizado na Estação Experimental do Serviço do Vale do Paraíba, em Pindamonhangaba. Foram aplicadas doses crescentes de calcário, combinadas com diferentes niveis de fósforo e potássio, sendo também incluídos molibdênio e boro (micronutrientes), em alguns tratamentos. Verificou-se efeito favorável da calagem na produção de matéria seca e no teor de nitrogênio total da parte aérea das plantas. Não se observaram, todavia, diferenças nesses valores, por influência de dosagens do corretivo. A resposta favorável ao fósforo verificou-se apenas para o maior nível de adubação fosfatada, quer na ausência de calcário, quer dentro do menor nível de calcário, quando o fósforo foi aplicado junto ao potássio. As aplicações de potássio, molibdênio e boro não afetaram o desenvolvimento da cultura. A análise química do solo, feita periodicamente para todos os tratamentos, mostrou variações significativas nos valores de pH, em função do tempo, mesmo nas áreas que não receberam calcário. Verificou-se, ainda, que até aos 162 dias após a calagem não houve neutralização de todo o alumínio trocável.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051974000100001</guid></item><item><title>Avaliação qualitativa dos serviços de pré-natal: auditoria de fichas clínicas</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89101974000200007</link><description>Propõe-se um método para auditoria de fichas clínicas de serviços de pré-natal, baseado no preenchimento de duas fichas modelos I e II. A primeira refere-se ao grau de preenchimento dos itens da ficha e a segunda à coerência entre os itens assinalados e o diagnóstico e conduta. Tendo como base o modelo de ficha usado pelo serviço em auditoria, são elaboradas duas listas de itens que depois são aplicadas para obtenção de dados que irão constar nas fichas I e II. O método foi usado em algumas unidades Sanitárias (CS I e III) da Secretaria de Saúde de S. Paulo (Brasil) revelando ser de simples aplicação e fácil análise dos resultados, porém necessitando de pessoal qualificado, como enfermeira e médico com experiência na área da Saúde Materna.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89101974000200007</guid></item><item><title>Zinc fixation by soil as influenced by concentration and time of contact</title><link>https://doi.org/10.1590/S0071-12761975000100020</link><description>Ten gram portions of each soil sample were treated with 4 ml of solutions containing increasing amounts of inert Zn (100, 200, 400, 800 and 1,600 mg) and 0.70 mc of radioactive 65Zn. After 10 and 20 days of incubation, soluble Zn was extracted and the amount of Zn fixed was calculated by mean of the activity found in the extract and in a standard solution. The results obtained from this experiment support the following conclusions: a - in all soils studied, the amount of Zn fixed decreased from the 10th to the 20th; however, the difference was not significant; b - the quantity of Zn fixed increased as the amount of Zn applied increased.</description><guid>https://doi.org/10.1590/S0071-12761975000100020</guid></item><item><title>Effects of irrigation and fertilization on yield, number and size of potato tubers (Solarium tuberosum L.)</title><link>https://doi.org/10.1590/S0071-12761975000100033</link><description>A study was made on the effects of irrigation and fertilization on the yield, number, and size of potato tubers. Irrigation was based on the mean soil moisture tension of 0.3, 0.6, 1.0, 3.0 and 10.0 bars. Fertilizer in 40 kg/ha of N, and K(2)0 and 80 kg/ha of P2Os, being the dosis 1, 40-80-40 kg/ha, of N, P(2)0(5), and K2O, respectively. Better yields were achieved at soil moisture tensions lower than 1.0 bar and fertilizer dosis 3,4 and 5. There was no significant difference in the number of tubers among the treatment. A increase in the percentage of large tubers was observed in the treatments with soil moisture tension of 0.3, 0.6, and 1.0 bar and fertilizer dosis 4 and 5. On the other hand, a high percentage of small tubers were obtained at higher tensions (over 1.0 bar) and fertilizer dosis 1 and 2.</description><guid>https://doi.org/10.1590/S0071-12761975000100033</guid></item><item><title>Anticorpos da classe IgE no camundongo : produção e regulação</title><link>https://hdl.handle.net/20.500.12733/1583220</link><description>Orientador: Humberto Rangel e Ivan Mota</description><guid>https://hdl.handle.net/20.500.12733/1583220</guid></item><item><title>&quot;Horário da operação da compensação nos sistemas de potência&quot;.</title><link>http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/3851</link><description>Submitted by Deyse Queiroz (deysequeirozz@hotmail.com) on 2019-05-17T11:58:27Z No. of bitstreams: 1 FRANCISCO RONALDO FRAZÃO DE LIMA - DISSERTAÇÃO PPGEE 1975..pdf: 131877627 bytes, checksum: b42fd6a85d3d3c05369d2b2e813a0e36 (MD5)</description><guid>http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/3851</guid></item><item><title>A utilização de uma curva ponderal de gestantes normais no diagnóstico de desnutrição intra-uterina</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89101975000400005</link><description>Com a finalidade de estudar a influência do estado nutricional materno sobre o peso do recém-nascido, foram aplicadas as &quot;Curvas de Gestantes Normais&quot; em 1.347 gestantes normais. A utilização destas curvas permitiu identificar o estado nutricional materno, dividindo as gestantes em estudo em três grupos, sendo: 243 gestantes magras ou subnutridas, 894. normais e 210 obesas. Foram comparados os pesos dos recém-nascidos de cada grupo de gestantes e verificou-se que a incidência de prematuridade foi duas vezes maior entre os recém-nascidos de mulheres magras, sendo a incidência de pós-termo o dobro nas gestantes obesas. Verificou-se ainda que os pequenos para idade gestacional tem uma maior incidência nas gestantes magras e também nas normais, cujos ganhos de pesos se apresentem abaixo da média da &quot;Curva Ponderal de Gestantes Normais&quot;.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89101975000400005</guid></item><item><title>Fontes e doses de nitrogênio na adubaçâo química do cafeeiro I: latossolo roxo transição para latossolo vermelho-amarelo, orto</title><link>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051976000100006</link><description>Nitrocálcio, salitre-do-chile, sulfato de amônio e uréia, nas doses de 75, 150, 225 e 300 quilogramas de N por hectare, foram estudados comparativamente em um experimento de adubação química nitrogenada em café mundo novo, instalado em latossolo roxo transição para latossolo vermelho-amarelo, orto da região de Campinas, SP, em março de 1957, tendo sido efetuadas 11 colheitas de 1959 a 1969, inclusive. O nitrogênio foi aplicado parceladamente em 2, 4, 5 e 9 fracionamentos anuais durante a fase inicial do ensaio ou seja, até o ano agrícola 1963/64. A partir de então o esquema do parcelamento passou a 1, 2, 3 e 4 fracionamentos por ano. Após a colheita de 1969, os cafeeiros foram cortados a 50 cm do solo, efetuando-se em 1972 uma série de amostragens de solo e de folhas de cafeeiros, para a avaliação dos efeitos decorrentes da aplicação continuada das várias fontes de nitrogênio aplicadas. As produções de café obtidas durante todo o transcorrer do ensaio revelaram uma reação altamente significativa e positiva para as doses crescentes de nitrogênio. O Nitrocálcio e o sulfato de amônio foram as melhores fontes de nitrogênio, tendo diferido significativamente da uréia e do salitre-do-chile. O sulfato de amônio foi inicialmente superior ao Nitrocálcio sendo, entretanto, superado por este na parte final do experimento. Da colheita obtida no ano de 1961 foram separadas amostras de frutos provenientes das várias fontes de N estudadas, para determinação dos teores de macro e micronutrientes. Foram observadas diferenças no teor de N entre os tratamentos que receberam esse elemento e o controle não adubado. Foram observadas também diferenças nos teores de Fe e Mn nos frutos, entre as fontes de N utilizadas. No final do experimento foi observado um efeito acidificante sobre o solo, em decorrência do emprego do sulfato de amônio, da uréia e do Nitrocálcio. Observou-se aumento significativo nos teores de manganês e de alumínio nas folhas dos cafeeiros cultivados nas parcelas que receberam sulfato de amônio e uréia.</description><guid>http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0006-87051976000100006</guid></item></channel></rss>