<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?><rss version="2.0"><channel><title>RCAAP Rss Feeder</title><link>https://www.rcaap.pt</link><description>RCAAP PROJECT FEEDER</description><pubDate>2026-05-12 09:36:37</pubDate><item><title>The novel coronavirus: Our experience in facing an invisible enemy</title><link>http://hdl.handle.net/10400.22/26505</link><description>Early this year, Chinese authorities identified a new type of coronavirus that was causing a disease named COVID-19. It disseminated quickly, and immediate action was needed to control the further spread of the infection.</description><guid>http://hdl.handle.net/10400.22/26505</guid></item><item><title>“Boletim USP-Covid” detalha orientações para o retorno seguro às aulas presenciais [Entrevista a Herton Escobar]</title><link>https://jornal.usp.br/universidade/boletim-usp-covid-detalha-orientacoes-para-o-retorno-seguro-as-aulas-presenciais/</link><guid>https://jornal.usp.br/universidade/boletim-usp-covid-detalha-orientacoes-para-o-retorno-seguro-as-aulas-presenciais/</guid></item><item><title>A subcriação de mundos: estudos sobre a literatura de J. R. R. Tolkien</title><link>https://doi.org/10.11606/9788575063750</link><description>A subcriação de mundos – estudos sobre a literatura de J. R. R. Tolkien se propõe a apresentar ao nosso leitor, com os ensaios dispostos nesta edição, uma diversidade de perspectivas teóricas e de abordagens temáticas com as implicações suscitadas pela proposta de um curso de difusão ministrado na FFLCH-USP, em 2018. Uma publicação que ganha profundidade com o interesse e a participação de diversos entusiastas e pesquisadores que agregam reflexões importantes e contemporâneas acerca da vida e obra de John Ronald Reuel Tolkien. As ideias, aqui dispostas, alinham-se aos estudos das artes, da filosofia, ciência da religião, da literatura de recepção juvenil, dos estudos comparados de literatura, entre outros campos do saber. Trata-se, sem dúvida, de importante esforço investigativo e da promessa de continuidade de diálogos e reflexões.</description><guid>https://doi.org/10.11606/9788575063750</guid></item><item><title>Aprendizagem social e ferramentas participativas para o nexo urbano: aprendendo juntos para promover um futuro melhor</title><link>https://doi.org/10.11606/9788588848382</link><description>A Aprendizagem Social está relacionada ao desenvolvimento de capacidades, e isso implica na possibilidade de participação de atores públicos da sociedade civil em novas formas coletivas de pensar e enfrentar problemas relacionados ao Nexo Urbano, que está intrinsecamente conectado à resiliência das cidades. Ressaltamos o uso sustentável da água, reduzindo a degradação, a escassez e a distribuição desigual articulada com a falta de esgoto, problemas de desnutrição e respostas alternativas para promover melhor qualidade de vida nas cidades. Nesse contexto, o livro fornece o passo a passo de diferentes ferramentas para promover uma melhoria na participação social e ampliação do repertório de práticas para melhorar os diálogos, o engajamento e a corresponsabilização, estabelecer vínculos de confiança, gerenciar e solucionar conflitos, encontrar respostas conjuntas social e tecnicamente aceitáveis.</description><guid>https://doi.org/10.11606/9788588848382</guid></item><item><title>Sistema alimentar e sustentabilidade: o papel das políticas públicas e dos atores locais</title><link>http://hdl.handle.net/10071/26212</link><description>O sistema agroalimentar assume uma importância central nos desafios contemporâneos (e.g. alterações climáticas, depredação dos recursos naturais, perda de biodiversidade, segurança alimentar, saúde) (FAO, 2018). Ao longo dos últimos anos, a crescente inadequação do seu modelo de desenvolvimento tem vindo a revelar diversas fragilidades, recentemente ampliadas pela crise pandémica provocada pela pandemia Covid-19 (e.g. alteração das cadeias de abastecimento, fragmentação dos locais de produção e consumo, desequilíbrio na distribuição de valor entre os diferentes segmentos da cadeia de abastecimento, ameaças à soberania e segurança alimentar). Estas alterações vieram reforçar em grande escala a necessidade e a oportunidade de promover a transformação destes sistemas para modelos mais sustentáveis, intensificando a ação dos mecanismos de coordenação e governação europeia. A transformação do sistema agroalimentar não diz respeito em exclusivo ao mundo rural. Diz também respeito às áreas urbanas e periurbanas, chamadas a desempenhar um papel renovado. As grandes áreas metropolitanas integram, em muitos casos, uma periferia rural extensa, que constitui mais do que uma reserva de paisagem. É também uma fonte importante de produção alimentar. A revalorização do local e das relações de proximidade tem surgido associada à crescente preocupação com a qualidade dos alimentos, à consciência do valor da paisagem e da biodiversidade. Em muitos países desenvolvidos, movimentos culturais e organizações ambientalistas combinaram-se na criação de uma tendência de re-ligação à terra a partir das grandes cidades, que se exprime pela criação e exploração de pequenos talhões cultivados no interior do território das cidades, e pela mais intensa fruição dos chamados espaços verdes. O equilíbrio da vida urbana parece depender de uma nova perspetiva sobre as relações rural-urbano, onde o repensar do sistema alimentar se insere e a participação das cidades é revisitada. A transformação do sistema alimentar requer a intervenção de várias políticas dizendo respeito à agricultura e ao desenvolvimento rural; ao ordenamento e coesão do território; à defesa da biodiversidade e da paisagem; e à alimentação e saúde. Entre a multiplicidade de atores envolvidos, os agentes locais, incluindo as autoridades municipais, têm vindo a intervir de forma crescente quer na disponibilização de parcelas para cultivo, quer no assegurar de alimentação saudável nos equipamentos que gerem, através de uma nova filosofia de aquisições. Este capítulo tem como objetivo abordar a transformação do sistema alimentar português, com especial destaque para as políticas relevantes para essa transformação. Na secção 2 apresenta-se o tema da transformação dos sistemas alimentares na perspetiva da sustentabilidade. Na secção 3 analisam-se as principais políticas envolvidas nesta mudança, a política agrícola e de desenvolvimento rural, e a política de ordenamento do território, com uma menção particular à Área Metropolitana de Lisboa (AML). Na secção 4, é apresentado um exemplo de boas práticas de atores locais, designadamente de aquisição pública pelas autarquias, no território da AML. Na secção 5 são apresentadas as conclusões e, na secção 6, a bibliografia citada</description><guid>http://hdl.handle.net/10071/26212</guid></item><item><title>V Congresso International Arquitectura e Género: Acção! Feminismos e a espacialização das resistências - Livro de resumos</title><link>http://hdl.handle.net/10400.6/14321</link><description>O V Congresso Internacional Arquitectura e Género | ACÇÃO. Feminismos e a espacialização das resistências dá continuidade às reflexões que se organizaram desde 2015, principalmente a partir do sul da Europa, permitindo a construção de redes de trabalho, investigação e experiências transcontinentais. Nesta genealogia, com programas e temáticas variados, contam-se os congressos ArquitectAs (2014, Sevilha), Matrizes (2015, Lisboa), MORE (2017, Florença), e Fielding Architecture (2019, Brighton). A quinta edição propõe enfatizar a componente política do cruzamento do espaço com os direitos, nunca esquecendo a diversidade do ser-se mulher ou rapariga e o cruzamento com as actuais circunstâncias derivadas da pandemia da COVID-19. Em 1995, a Declaração e a Plataforma de Acção de Pequim foi aprovada na IV Conferência Mundial sobre as Mulheres, momento essencial na fixação de uma agenda política, estratégica e global relativa aos direitos e oportunidades das mulheres. Hoje, vinte e cinco anos passados, assistimos à coexistência de práticas e políticas públicas progressistas em paralelo com perdas graves e silenciamentos. Reflectir, debater e propor, crítica e colectivamente, teorias, estratégias e práticas torna-se urgente. De modo ampliado e interdisciplinar, reclamamos o foco para as resistências, tendo como âncora os feminismos interseccionais – necessariamente pós-coloniais e decoloniais –, os direitos, as reivindicações, os desejos e as aspirações das mulheres e dos sujeitos não-normativos. Em todo o mundo, nos diversos âmbitos socioculturais e profissionais, organizam-se colectivamente várias frentes de lutas contra o patriarcado, o racismo e o capitalismo. A compreensão e acção das vertentes espaciais – dos corpos aos territórios globais, nos contextos locais e transnacionais – são fulcrais como resposta às discriminações, marginalizações e ausência de direitos. A partir das dinâmicas de resistências na produção e apropriação dos territórios, das cidades, das arquitecturas e dos objectos, procuram-se especialmente contribuições que se coloquem como acções propositivas na espacialização dos direitos. No contexto da recente pandemia da COVID-19, será igualmente dada ênfase a reflexões críticas e situadas sobre, por um lado, a afectação e alteração das vidas das mulheres nas esferas do privado e do público e, por outro lado, quais as possibilidades para os territórios que habitamos.</description><guid>http://hdl.handle.net/10400.6/14321</guid></item><item><title>Empreendedorismo Social, Inovação e Benchmarking no Instagram: combate aos efeitos negativos da COVID-19 numa visão luso-brasileira</title><link>http://hdl.handle.net/11110/1934</link><description>Objetivos: Este estudo visa tentar perceber como Portugal e o Brasil têm vindo a apresentar ações inovadoras de empreendedorismo social e benchmarking no Instagram, para combater os efeitos negativos da COVID-19, Como objetivo principal pretende-se identificar eventuais diferenças e como objetivos específicos compreender o empreendedorismo social como um projeto de inovação e transformação, relacionando o seu propósito enquanto motor do desenvolvimento humano e incentivo às boas práticas sociais. Metodologia: Contributo teórico com revisão de literatura e um estudo de caso na visão luso-brasileira, com uma análise de ações relacionadas com Boas Práticas identificadas junto das empresas e/ou indústria, assim como nas Instituições do Ensino Superior e Benchmarking de marcas no Instangram em confinamento social. Originalidade: O presente estudo pretende contribuir para a compreensão das diferenças de resposta ao impacto da COVID-19, em Portugal e no Brasil, no que concerne ao empreendedorismo social, e benchmarking em contextos de redes sociais. Resultados: A abordagem ao empreendedorismo social e de boas práticas de comportamento socialmente responsável tende a alterar-se em função do país, bem como do momento e do impacto do novo coronavirus nas populações locais. Contudo, é evidente a importância do empreendedorismo social no combate aos efeitos nefastos causados pela pandemia. Implicações práticas: Numa perspetiva interdisciplinar o presente estudo apresenta inputs para a área do empreendedorismo e da inovação, bem como contributos para o entendimento das ações feitas por Portugal e Brasil para combater os impactos negativos do COVID-19. Limitações da pesquisa: A pesquisa bibliográfica em artigos peer-reviewed que aborde o impacto da COVID-19 e as soluções geradas no âmbito da inovação e do empreendedorismo.</description><guid>http://hdl.handle.net/11110/1934</guid></item><item><title>As redes sociais como veículo para combater os efeitos nefastos do covid-19: um estudo exploratório no contexto turístico português</title><link>http://hdl.handle.net/11110/1939</link><description>As redes sociais assumem, cada vez mais, um papel determinante na comunicação das empresas, dos territórios e das marcas. Verifica-se uma importância crescente no mundo empresarial (e, em específico, no setor do turismo) pelo fato de marcar presença no ambiente online. Nesse sentido, torna-se relevante perceber os tipos de atuações que apresentam melhores resultados nos consumidores (i.e. turistas). Paralelamente, o início do ano 2020 foi fortemente marcado pelo novo coronavírus (covid-19) e os efeitos (negativos) na generalidade das indústrias e setores de atividade. Em específico o turismo, um dos principais motores da economia nacional (i.e. Portugal), foi fortemente afetado pela pandemia e pelas fragilidades ao nível da saúde pública. Por conseguinte, o presente manuscrito pretende compreender de que forma as redes sociais desempenham um papel importante no combate aos efeitos negativos do covid-19 em contextos turísticos. Serão apresentados alguns casos ilustrativos da realidade portuguesa, quanto ao uso da comunicação online, como boas práticas (i.e. benchmarking) por parte dos territórios e destinos turísticos de Portugal. No final, serão apresentadas algumas limitações do estudo em linhas de investigação para o futuro. Numa perspectiva interdisciplinar, o presente manuscrito apresenta inputs para o turismo (i.e. gestão de territórios) e para o marketing (i.e. comunicação online).</description><guid>http://hdl.handle.net/11110/1939</guid></item><item><title>SEGMENTAÇÃO E MOTIVAÇÕES PARA O TURISMO VISIT FRIENDS AND RELATIVES: DESAFIOS EM CONTEXTOS DE PANDEMIA</title><link>http://hdl.handle.net/11110/1990</link><description>Viajar tornou-se algo comum e o mundo depara-se com o fenómeno turístico, que possui uma crescente importância económica em cada destino. Contudo, o turismo apresenta-se como uma atividade que, de uma forma ou de outra, causará impactos no destino turístico e, vários tem sido os autores a realizarem investigações sobre a importância do conhecimento da perceção dos residentes relativamente ao fenómeno turístico. O foco de turismo “Visitar Família e Amigos” é um setor que carece de investigação, no entanto é importante dar continuidade a este estudo e valorizar este segmento visto que se houver estudos mais aprofundados, este será benéfico para o desenvolvimento da economia nacional. Neste capítulo foi elaborada uma análise empírica, através da aplicação de um inquérito por questionário, dirigido a portugueses residentes no estrangeiro. Definiu-se uma amostra representativa de 1057 indivíduos analisando o comportamento dos turistas nas suas visitas a Portugal, nomeadamente as atividades que praticam e os serviços que consomem. Com a base nos resultados obtidos, foi feita uma análise quantitativa do mesmo. Quanto ao nível qualitativo foram realizadas entrevistas direcionadas ao mesmo público-alvo, portugueses residentes no estrangeiro. Como resultado final deste capítulo, pode se concluir que os turistas VFA, apesar de não utilizarem estabelecimentos comerciais para pernoitarem, contribuem para as receitas turísticas de variadas formas, como por exemplo: o uso de restauração, o serviço de aluguer de viaturas, uso de serviços culturais, recreativos e outros de lazer. Por outro lado, e numa época fortemente marcada pela pandemia do novo coronavírus (i.e. covid-19), importa explorar alguns dos principais desafios que se colocam a este segmento turístico, uma vez que o distanciamento social poderá, em certa medida, promover diferenças comportamentais nas referidas motivações e procura turística.</description><guid>http://hdl.handle.net/11110/1990</guid></item><item><title>Semiótica e e-branding em comunicação de turismo: estudo das capas de revistas digitais no período pandémico Covid-19</title><link>http://hdl.handle.net/11110/1986</link><description>A edição eletrónica, é um recurso utilizado em todo o mundo pelas revistas e consiste em dispor signos de linguagem verbal e não verbal conhecidos como semiótica, dentro de um espaço delimitado, denominado capa da revista. Cada elemento é devidamente disposto para que não haja uma interpretação errónea do seu significado. As revistas digitais de turismo, neste momento de pandemia COVID-19, tentam posicionar-se através do e-branding e criam planos de comunicação eficazes para se relacionarem com os leitores. Este artigo visa investigar a comunicação em turismo no período pandémico, através das capas de revistas digitais, utilizando como método de análise a semiótica e o e-branding envolvendo uma pesquisa de natureza descritiva, com uma base bibliográfica em livros, artigos científicos, revistas, jornais, dissertações, teses e sites. Faz-se uma análise através da semiótica peirceana à capa da revista online Volta ao Mundo e da Publituris (Hotelaria).</description><guid>http://hdl.handle.net/11110/1986</guid></item><item><title>E-Marketplace as a Tool for the Revitalization of Portuguese Craft Industry: The Design Process in the Development of an Online Platform</title><link>http://hdl.handle.net/11110/1993</link><description>The craft trade in Portugal faces challenges that compromise its productive and economic sustainability and may result in the disappearance of millenary techniques, traditions, and industrial practices of high symbolic and historical value. The growing incompatibility of these traditional activities with digital technologies, the lack of resources, and a growing age gap are among the main problems identified. This situation made worse by various restrictions pertaining to the COVID-19 pandemic points towards the possibility of extinction of this type of manual arts. The goal of this research is to demonstrate how the design process of an e-marketplace platform, throughout its different phases, may contribute to the revitalization of traditional industries. The methodologies adopted in the framework consisted in the study of UX and UI best design practices, including wireframe design, user flows, definition of personas, development of prototypes, and style guides. The results of the conducted usability tests to the prototype allowed a gradual improvement of the solution, culminating in the confirmation of its effectiveness. The study concluded that digital technology, namely a designed e-marketplace solution, could potentially bring buyers and sellers closer together, thus being a tool with high potential for the dissemination and sustainability of the craft industry.</description><guid>http://hdl.handle.net/11110/1993</guid></item><item><title>Empreendedorismo Social, Inovação e Benchmarking no Instagram: combate aos efeitos negativos da COVID-19 numa visão luso-brasileira</title><link>http://hdl.handle.net/11110/2030</link><description>Este estudo visa tentar perceber como Portugal e o Brasil têm vindo a apresentar ações inovadoras de empreendedorismo social e benchmarking no Instagram, para combater os efeitos negativos da COVID-19, Como objetivo principal pretende-se identificar eventuais diferenças e como objetivos específicos compreender o empreendedorismo social como um projeto de inovação e transformação, relacionando o seu propósito enquanto motor do desenvolvimento humano e incentivo às boas práticas sociais.</description><guid>http://hdl.handle.net/11110/2030</guid></item><item><title>ORIENTAÇÕES PARA A ABORDAGEM DO DOENTE COM INFLAMAÇÃO OCULAR EM CONTEXTO DA PANDEMIA COVID-19</title><link>https://doi.org/10.48560/rspo.19830</link><guid>https://doi.org/10.48560/rspo.19830</guid></item><item><title>RECOMENDAÇÕES DO COLÉGIO DE OFTALMOLOGIA E DA SPO PERANTE A SITUAÇÃO DE RISCO EPIDEMIOLÓGICO DE INFECÇÃO POR COVID-19</title><link>https://doi.org/10.48560/rspo.19831</link><guid>https://doi.org/10.48560/rspo.19831</guid></item><item><title>Inovação na Abordagem da Via Aérea Durante a Pandemia COVID-19</title><link>https://doi.org/10.25751/rspa.19998</link><description>A COVID-19 é transmitida predominantemente por gotículas, e o risco de infeção é grande em procedimentos geradores de aerossóis, como a intubação, extubação e aspiração do tubo orotraqueal. Este facto exige às equipas hospitalares uma reorganização de dinâmicas e proteção adicional, dada a grande transmissibilidade desta doença. A inovação em medicina tem assumido um papel interessante no desenvolvimento de materiais que conferem proteção na abordagem da via aérea. Apresentamos um caso clínico de um doente COVID-19 internado na Unidade de Cuidados Intensivos, que complicou com paragem cardiorespiratória. Na abordagem da via aérea foi utilizada uma box de aerossóis e um clamp de tubo orotraqueal. A sua utilização é rápida e confere proteção adicional para os profissionais da exposição a gotículas. Porém, é necessário treino e preparação do staff, de forma a potenciar os seus benefícios e diminuir as dificuldades associadas à falta de experiência na sua utilização.</description><guid>https://doi.org/10.25751/rspa.19998</guid></item><item><title>Importância da Ecografia Clínica para o Anestesiologista no Bloco Operatório Durante a Pandemia COVID-19</title><link>https://doi.org/10.25751/rspa.20114</link><description>A ecografia clínica apresenta vantagens no perioperatório por ser portátil e reprodutível. Perante a presente pandemia COVID-19, acresce a vantagem de o equipamento ser passível de ser protegido com facilidade e de permitir um complemento ao exame físico e à realização de técnicas. A ecografia pulmonar permite auxiliar no rastreio, diagnóstico e estratificação da doença no pré-operatório, gestão da ventilação no intraoperatório e tomada de decisão no encaminhamento no pós-operatório. A ecografia clínica possibilita o controlo de técnicas como o processo de cateterização e confirmação de acesso venoso central e a colocação de sonda gástrica. Mais uma vez, a ecografia clínica demonstra a sua utilidade na gestão do perioperatório, especialmente para o Anestesiologista a desempenhar funções durante a presente pandemia COVID-19.</description><guid>https://doi.org/10.25751/rspa.20114</guid></item><item><title>Elective Tracheostomy in COVID-19 Patients: A Retrospective Case Series</title><link>https://doi.org/10.25751/rspa.20118</link><description>The COVID-19 outbreak represents a global health threat due to the unprecedented number of patients admitted to intensive care units and the overwhelming need for mechanical ventilation. Performing a tracheostomy in COVID-19 patients represents a risk for patients and healthcare workers. We report a case series of 10 patients with COVID-19 who underwent elective open tracheostomies in a negative pressure operating room, carried out by an experienced multidisciplinary team. They were tracheostomized after a mean intubation period of 18.6 days (range, 13-23 days). Only one patient developed postoperative complications and no viral transmission to health care workers was documented. Hence, our experience supports the safety of tracheostomy in COVID-19 patients, provided that meticulous planning and strict safety recommendations are followed.</description><guid>https://doi.org/10.25751/rspa.20118</guid></item><item><title>Resposta da Anestesiologia Portuguesa à Pandemia por COVID-19</title><link>https://doi.org/10.25751/rspa.20183</link><description>Introdução: O número de infetados com COVID-19 em Portugal já ultrapassa os 30.000. O Anestesiologista teve um papel importante na resposta a pandemia, pela transversalidade da sua atividade, nomeadamente na Medicina Intensiva, Emergência, Terapêutica da Dor e Medicina Perioperatória no Bloco Operatório, Imagiologia, Gastroenterologia, Pneumologia e Obstetrícia. Os principais objetivos deste estudo foram caraterizar o papel da Anestesiologia durante a pandemia por COVID-19 e aferir a organização das instituições hospitalares em Portugal. Material e Métodos: Estudo transversal, observacional, descritivo, analítico realizado através de questionário por e-mail, dirigido a Anestesiologistas a trabalhar em Portugal. O questionário incluía 10 questões de caráter sociodemográfico e profissional, 20 questões para caracterizar a organização dos recursos humanos e 35 questões acerca da gestão logística dos espaços físicos dos Serviços. Resultados: Obtiveram-se 266 respostas. 47,4% dos inquiridos contribuíram diretamente nos cuidados a doentes com COVID-19. Relativamente à gestão logística dos Serviços, 80% admitiu que o seu Serviço desenvolveu um plano de contingência; 41,4% referiu que as Unidades de Cuidados Pós-anestésicos foram convertidas em Unidades de Cuidados Intensivos e 66,9% indicou um aumento no número de camas de cuidados intensivos superior a 75%. A maioria concorda que o Serviço de Anestesiologia a que pertence fez uma gestão adequada dos recursos humanos na pandemia. Discussão e Conclusões: O papel da Anestesiologia mostrou-se crucial no combate à pandemia, nas diversas áreas que domina. Neste período, os anestesiologistas portugueses reorganizaram-se criando novos modelos de trabalho com o objetivo de melhorar o outcome dos doentes e minimizar o risco de infeção.</description><guid>https://doi.org/10.25751/rspa.20183</guid></item><item><title>Pandemia COVID-19: O Papel do Interno de Formação Específica em Anestesiologia na Educação e Segurança dos Profissionais de Saúde</title><link>https://doi.org/10.25751/rspa.20262</link><description>Introdução: Numa crise de saúde pública, como a provocada pelo vírus SARS-CoV-2, os profissionais de saúde são o epicentro da resposta do sistema de saúde devendo a sua proteção ser uma prioridade. Este trabalho tem como objetivo demonstrar o papel do médico interno de formação específica (IFE) de Anestesiologia na educação e segurança dos profissionais de saúde em contexto de pandemia COVID-19. Material e Métodos: Trabalho descritivo e retrospetivo acerca da metodologia de formação utilizada por um grupo de médicos, especialistas e IFE, de Anestesiologia com início em março de 2020, num Centro Hospitalar Universitário. Resultados: Os IFE de Anestesiologia contribuíram para a construção de recursos cognitivos e formação na utilização do equipamento de proteção individual (EPI). No total formaram-se 248 profissionais de saúde: 98 médicos anestesiologistas, 15 médicos de outras especialidade, 75 enfermeiros, 20 assistentes e 40 técnicos operacionais. Discussão: O surto da COVID-19 mudou o mundo e a realidade dos profissionais de saúde, que correm um risco significativo, de contrair a infeção. A nova realidade representa um desafio em termos de segurança biológica. Face à evidência de que o uso apropriado de EPI reduz as taxas de transmissão da doença e protege a equipa, é essencial que todos os envolventes entendam o seu papel na redução da transmissão, sendo a sua formação crucial. Conclusão: Os médicos, especialistas e IFE de Anestesiologia tiveram um papel importante na formação dos profissionais nesta pandemia, contribuindo, para a redução da infeção entre os profissionais e disseminação da doença, aumentado a segurança global.</description><guid>https://doi.org/10.25751/rspa.20262</guid></item><item><title>Pandemia COVID-19 e o Doente Crítico: Experiência de Tratamento de Doentes numa UCPA Convertida em UCI versus Doentes Tratados numa UCI</title><link>https://doi.org/10.25751/rspa.20379</link><description>INTRODUÇÃO: Em dezembro de 2019 foi descrito na China um novo Coronavírus, responsável pela doença COVID-19. Em Portugal, o Sistema de Saúde foi obrigado a rever a resposta em catástrofe expandido o número global de camas de nível III. Sabe-se ainda pouco sobre o impacto que estas adaptações podem ter. Neste sentido, propomo-nos a realizar um estudo comparativo dos doentes admitidos em duas unidades. METODOLOGIA: Descreve-se um estudo retrospectivo observacional desenvolvido em dois centros, uma Unidade de Cuidados Intensivos dedicada a doentes com Covid e uma Unidade de Cuidados Pós Anestésica convertida a UCI-Covid. RESULTADOS: Na Unidade 1 foram admitidos 23 doentes por pneumonia a SARS-Cov-2 e na unidade 2, 11 doentes. O SAPS II foi semelhante, mas constatou-se uma diferença significativa no SOFA à admissão (p=0,025). Houve uma diferença significativa no número de ARDS (p=0,036) e no tempo de internamento na UCI (p=0,045). A mortalidade na UCI (p=0,120) e aos 28 dias (p=0,116) foi semelhante. DISCUSSÃO: A diferença no SOFA não consistente com o SAPS pode ser explicada pela gravidade da disfunção respiratória. A diferença no tempo de internamento pode ser explicada pela gravidade da disfunção respiratória, pelas complicações infeciosas e pelo perfil de doentes admitidos das unidades (nível II+ III e nível III). A mortalidade aos 28 dias da unidade 1 foi inferior à unidade 2 (13% Vs 36,4%), mas sem significado estatístico. CONCLUSÃO: Os resultados encontrados são globalmente semelhantes. A constituição de equipas com experiências e formação diversa afigura-se como uma alternativa viável em tempos de pandemia.</description><guid>https://doi.org/10.25751/rspa.20379</guid></item><item><title>Gestão dos Procedimentos Anestésicos em Contexto de Pandemia COVID-19: Aspetos Clínicos e Organizacionais</title><link>https://doi.org/10.25751/rspa.20387</link><description>Este novo contexto de pandemia COVID-19, obrigou a uma reorganização dos recursos humanos e materiais afetos à prestação de cuidados de saúde, para dar resposta à avaliação e tratamento dos doentes com COVID-19, mas também a uma readaptação na abordagem clínica dos doentes no Serviço Nacional de Saúde (SNS) de forma transversal, para que, em paralelo, fosse garantida a prestação de cuidados aos doentes com COVID-19 e a todos os outros. Considerando o risco de transmissão de infeção por SARS-CoV-2 associado a procedimentos de diagnóstico e terapêutica invasivos, designadamente os que podem ser geradores de aerossóis, importa reconfigurar a abordagem de doentes em contexto de pandemia, de forma a diminuir o risco de transmissão e a manter o controlo sobre a disseminação da COVID-19. O princípio fundamental destas recomendações é que, apesar da forte pressão sobre os hospitais, serviços e equipas, o principal esforço deve ser a utilização de práticas e tratamentos reconhecidos, que se baseiem na evidência disponível. O presente documento foi elaborado sob a chancela científica das principais instituições e sociedades representativas da Anestesiologia portuguesa (Sociedade Portuguesa de Anestesiologia, Clube de Anestesia Regional/European Society of Regional Anaesthesia &amp; Pain Therapy – Portugal e Direção do Colégio de Anestesiologia da Ordem dos Médicos), com o objetivo de definir os aspetos clínicos e organizacionais da abordagem anestésica em contexto da pandemia COVID-19. Estas recomendações foram produzidas após cuidadosa consideração do conhecimento científico, evidência e recomendações médicas publicadas até à data.</description><guid>https://doi.org/10.25751/rspa.20387</guid></item><item><title>Impacto da Pandemia COVID-19 na Saúde Mental dos Anestesiologistas do Sistema de Saúde Nacional</title><link>https://doi.org/10.25751/rspa.20721</link><description>Introduction: The coronavirus disease (COVID-19) pandemic has posed strain on the entire healthcare system. Portuguese anaesthesiologists played a major role, being relocated to newly created intensive care units and performing risky procedures such as endotracheal intubation. We aimed to evaluate how the COVID-19 pandemic affected the mental health of Portuguese Anaesthesiologists working for the National Health Service. Materials and Methods: Transversal observational descriptive and analytical study directed to residents and specialists in Anaesthesiology working in public hospitals in Portugal during the COVID-19 pandemic. We used the 12-item General Health Questionnaire (GHQ-12). Mann-Whitney and ANOVA or Kruskal-Wallis tests were used to compare the GHQ-12 score between groups and paired sample t-test to compare the GHQ-12 score before and during the pandemic. The statistical significance was considered for p-value &lt; 0.05. Results: 184 physicians answered the questionnaire. The majority of the respondents were women (75%) and most participants were aged between 31 and 40 years old (31%). Participants were mainly from the Northern Region (55.4%). Female participants presented a statistically significant higher GHQ-12 score (p-value 0.024). Nearly 80% of the participants exhibited psychological distress during the pandemic. The main adversities faced were fear of infecting the family and lack of hospital organization. Discussion and Conclusions: Participants reported experiencing a higher psychological burden during the COVID-19 pandemic, especially women. Therefore, it is important to recognize this problem and take measures to improve the mental health of Anesthesiologists and other healthcare workers to avoid potential short and long-term consequences.</description><guid>https://doi.org/10.25751/rspa.20721</guid></item><item><title>PÁGINA DO EDITOR</title><link>https://doi.org/10.48750/acv.365</link><description>Caros colegas espero que se encontrem bem.&amp;nbsp; Na sequência da pandemia COVID-19, com início no nosso país em Março de 2020, houve um grande impacto nos cuidados de saúde prestados aos doentes. Este impacto foi consequência da alocação dos recursos para o tratamento da infeção pelo vírus SARS-CoV-2 e consequente diminuição dos recursos para o tratamento de outras patologias. A associação do medo sentido pelos doentes em recorrer às instituições de saúde levou ao adiamento dos cuidados médicos necessários.&amp;nbsp; A real dimensão do impacto da pandemia na saúde global da população, ainda não pode, neste momento, ser totalmente estimada. Após uma primeira fase em que o sistema de saúde foi apanhado desprevenido e teve que rapidamente se adaptar a esta nova realidade, surge agora uma segunda fase de agravamento, mais cedo que o previsto. Neste momento, a população afetada pela infeção engloba uma faixa etária mais jovem provocando um menor impacto em termos de internamento hospitalar e mortalidade. Contudo, graças a uma maior mobilidade e contactos sociais mais frequentes destes grupos etários, é previsível uma difusão da infeção mais rápida e mais intensa nos meses de Outono e Inverno.&amp;nbsp; Em face de um panorama que se avizinha preocupante, solicitei a todos os Diretores de Serviço de Angiologia e Cirurgia Vascular do Serviço Nacional de Saúde que colaborassem na publicação de um artigo, de estrutura livre, acerca da forma como os diferentes serviços geriram o tratamento do doente com doença vascular periférica e quais as repercussões da pandemia. Todos anuíram em colaborar e desta forma publicamos neste número todos os manuscritos que nos foram enviados. Com estas publicações poderemos perceber a forma como decorreu a gestão do tratamento da doença vascular periférica no país de 1 março a 31 de maio de 2020, analisar as diferenças institucionais e seus resultados e desta forma projetar o futuro próximo com novas e melhores metodologias.&amp;nbsp; Neste número iniciamos também a publicação de guidelines da European Society for Vascular Surgery traduzidas em língua portuguesa com o objetivo de alcançar um universo maior de leitores. Começamos por publicar a tradução das guidelines: “European Society for Vascular Surgery (ESVS) 2020 Clinical Practice Guidelines on the Management of Acute Limb Ischaemia”. É importante salientar que as referências a esta publicação devem ser as do artigo original. Um agradecimento ao Prof. Frederico Gonçalves responsável pela qualidade acrescida que estas publicações trarão à nossa revista permitindo alargar a sua difusão na comunidade lusófona.&amp;nbsp; Termino, desejando a todos, que cumpram os cuidados de proteção individual necessários e mantenham um comportamento familiar, social e profissional que minimize o risco de infeção e consigamos assim colaborar no tratamento de todos os doentes e em particular do doente com patologia vascular periférica.&amp;nbsp; Um abraço&amp;nbsp; Rui Machado&amp;nbsp;</description><guid>https://doi.org/10.48750/acv.365</guid></item><item><title>ANALYSIS OF THE MANAGEMENT AND CLINICAL ACTIVITY OF THE ANGIOLOGY AND VASCULAR SURGERY DEPARTMENT OF CHUP DURING THE COVID-19 PANDEMIC, FROM MARCH 1 TO MAY 31, AND LESSONS LEARNED</title><link>https://doi.org/10.48750/acv.366</link><description>.</description><guid>https://doi.org/10.48750/acv.366</guid></item><item><title>THE IMPACT OF PANDEMIC SARS COVID-19 IN VASCULAR SURGERY DEPARTMENT OF CENTRO HOSPITALAR DE VILA NOVA DE GAIA/ESPINHO</title><link>https://doi.org/10.48750/acv.367</link><description>.</description><guid>https://doi.org/10.48750/acv.367</guid></item><item><title>IMPACT OF COVID-19 ON THE ACTIVITY OF THE ANGIOLOGY AND VASCULAR SURGERY DEPARTMENT OF THE CHTS</title><link>https://doi.org/10.48750/acv.368</link><description>.</description><guid>https://doi.org/10.48750/acv.368</guid></item><item><title>VASCULAR SURGERY PRACTICE DURING THE COVID-19 LOCKDOWN — HOSPITAL DA SENHORA DA OLIVEIRA, GUIMARÃES</title><link>https://doi.org/10.48750/acv.369</link><description>Introduction: Ever since the first positive case was identified on March 2nd in Lousada, a region close to the border of our catchment area, we reacted immediately by systematically repurposing our surgical wards.&amp;nbsp; Objective: Describe the changed made by our Vascular Surgery Department from March 13 to May 14.&amp;nbsp; Methods: We collected clinical, operative, and consultation volume data from March 13 to May 14 and we compared it with the historical averages. We also reviewed the documents related to the planification activity.&amp;nbsp; Results: At the peak of the outbreak, we adopted a split-team policy and encouraged complete team segregation to reduce the risk of intradepartmental cross-contamination. Non-ambulatory surgical volume decreased by 54.8% (from 31 cases to 14 cases), and the ambulatory surgical activity was cancelled. Our in-person consultation volume decreased 86.4%; 73 consultations were completed by phone, in which the patient was never evaluated in-person. In the emergency room the&amp;nbsp;main difference between the pre-pandemic to the pandemic was in the number of patients observed without vascular pathology (82 versus 28).&amp;nbsp; Conclusions: The adaptation to COVID-19 pandemic reduced significantly the surgical production of our Vascular Surgery Department.</description><guid>https://doi.org/10.48750/acv.369</guid></item><item><title>THE VASCULAR SURGERY DEPARTMENT OF CENTRO HOSPITALAR TONDELA-VISEU AND COVID-19 PANDEMIC</title><link>https://doi.org/10.48750/acv.371</link><description>.</description><guid>https://doi.org/10.48750/acv.371</guid></item><item><title>ADAPTATIONS IN THE VASCULAR SURGERY DEPARTMENT OF THE CHULN DURING THE COVID-19 PANDEMIC AND IMPACT ON OVERALL ACTIVITY</title><link>https://doi.org/10.48750/acv.372</link><description>With the onset of the SARS-CoV-2 pandemic in early 2020, health services and personnel adapted their resources to mitigate and control the outbreak. These needs inevitably led to adaptations in most medical and surgical departments, including in our Vascular Surgery department. As we are facing a second outbreak of this pandemic, with unpredictable outcomes and repercussions in health services, it is crucial to learn from previous experiences and share strategies to perform the best care to our patients, despite the restrictions that have been imposed. Through this paper, we review the adaptations in Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte and particularly in our department to overcome the pandemic. We also assess the impact of these changes in our activity and compare with the experience of other fellow surgeons. With an upcoming second outbreak, it is crucial to learn from this and other departments’ experiences to overcome a potential health crisis.</description><guid>https://doi.org/10.48750/acv.372</guid></item><item><title>MANAGEMENT OF VASCULAR SURGERY ACTIVITY AT THE BEATRIZ ÂNGELO HOSPITAL IN THE CONTEXT OF THE COVID-19 PANDEMIC</title><link>https://doi.org/10.48750/acv.375</link><description>.</description><guid>https://doi.org/10.48750/acv.375</guid></item></channel></rss>