Autor(es):
Nascimento, Laura Machado do, 1987-
Data: 2020
Identificador Persistente: https://hdl.handle.net/20.500.12733/1638902
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Filosofia da mente; Filosofia e ciencia cognitiva; Consciência; Cognição; Naturalismo; Philosophy of mind; Philosophy and cognitive science; Consciousness; Cognition; Naturalism; Filosofia da mente; Filosofia da mente; Filosofia e ciencia cognitiva; Filosofia e ciencia cognitiva; Consciência; Consciência; Cognição; Cognição; Naturalismo; Naturalismo; Philosophy of mind; Philosophy of mind; Philosophy and cognitive science; Philosophy and cognitive science; Consciousness; Consciousness; Cognition; Cognition; Naturalism; Naturalism
Descrição
Orientador: Marco Antonio Caron Ruffino
Tese (doutorado) - Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Resumo: Explicar fenômenos mentais tem sido um desafio permanente tanto para filósofos quanto para cientistas. Esta tese oferece razões para considerar o Enativismo, especialmente em suas variantes radicais, como uma abordagem que enquadra fenômenos mentais de maneira frutífera. Para enativistas, não somente o cérebro, como também o corpo inteiro, o ambiente e sua história biológica, tanto no nível filogenético como ontogenético, além de aspectos sociais e culturais, são necessários para a compreensão da cognição. Além de apresentar os principais princípios do Enativismo (capítulos 1 e 2), argumento que as maneiras tradicionais de entender a fenomenalidade enfrentam deficiências que derivam de pressuposições filosóficas errôneas. Mais especificamente, as dificuldades profundas em explicar cientificamente a fenomenalidade surgem de expectativas redutivistas implícitas na pesquisa filosófica e científica sobre a mente (capítulo 3) e de uma concepção distorcida de experiência (capítulo 4). Concluo indicando que uma visão inspirada pelo enativismo é não somente possível como, de fato, uma abordagem promissora para a mente e a cognição
Abstract: Explaining mental phenomena has been a permanent challenge for both scientists and philosophers. This thesis provides reasons to consider Enactivism, specially in its radical variants, as an approach able to fruitfully frame mental phenomena. For enactivists, not only the brain, but the whole body, the environment and the biological history, both in the phylogenetic and the ontogenetic levels, besides social and cultural aspects are necessary for an adequate understanding of cognition. In addition to presenting the main tenets of Enactivism (chapters 1 and 2), I argue that the standard ways according to which phenomenality has been traditionally understood face shortcomings which derive from misleading philosophical assumptions. More specifically, the deep difficulties in scientifically explaining phenomenality stem from implicit reductive expectations in philosophical and scientific research about the mind (chapter 3) and from a distorted conception of experience (chapter 4). As a conclusion, I indicate that an enactivist inspired view for phenomenality is not only possible, but in fact a promising approach for mind and cognition
Doutorado
Filosofia
Doutora em Filosofia
FAPESP
2014/03029-2; 2016/20284-1