Autor(es):
Arizono, Adriana Davoli
Data: 1997
Identificador Persistente: https://hdl.handle.net/20.500.12733/1584514
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Medicina - Filosofia; Educação - Filosofia; Bioética; Medicina - Filosofia; Medicina - Filosofia; Educação - Filosofia; Educação - Filosofia; Bioética; Bioética
Descrição
Orientador: João Francisco Regis de Morais
Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação
Resumo: Esta dissertação se constitui numa aproximação analítica à medicina alopática contemporânea, tendo em vista sua identificação epistemológica com a racional idade científico-tecnológica moderna. A recuperação de aspectos históricos que definiram a medicina visa contribuir para o entendimento dos aspectos ideológicos que a mantém, no imaginário sócio-cultural, como conhecimento e prática aparentemente totalizadores, mas, na verdade, reducionistas em relação à saúde. Nas Idades Antiga e Média, consoante com a mentalidade hegemônica dessas épocas, a atuação médica se pautava pelo entendimento sacral da relação do homem com as enfermidades. Com a revolução científica a medicina se dessacralizou. Seus conhecimentos, sua atuação, seus objetivos e seus valores foram reordenados de acordo com a racional idade científica, implicando em uma mudança significativa de abordagem: da pessoa para a doença. Os fatores que contribuíram para a mitificação da ciência e da tecnologia no imaginário sócio-cultural contemporâneo são analisados, tendo a medicina como seu reflexo. Assinala-se a problemática da medicina científico-tecnológica, enquanto prática reducionista, e a importância da retomada de uma visão de totalidade do homem, sugerindo um repensar da educação médica
Mestrado
Filosofia e História da Educação
Mestre em Educação