Autor(es):
Garcia, Maria Alice Amorim
Data: 1991
Identificador Persistente: https://hdl.handle.net/20.500.12733/1576306
Origem: Oasisbr
Assunto(s): Medicina preventiva; Medicina social; Medicina preventiva; Medicina preventiva; Medicina social; Medicina social
Descrição
Orientadores : Marilisa Berti de Azevedo Barros, Elizabeth de Leone Monteiro Smeke
Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Ciencias Medicas
Resumo: Trata-se da análise das práticas e concepções que embasam a A. P. S. na Reforma Sanitária brasileira tendo por referencial as teorias do Estado e de sua intervenção através das Políticas Sociais, sob a ótica do conflito e das contradições decorrentes da luta de classes. Buscando-se a compreensão das especificidades político-ideológicas destas práticas de saúde enfatizou-se as relações estabelecidas historicamente entre a Clínica e a Epidemiologia, enquanto disciplinas explicativas e norteadoras das ações relativas ao processo saúde-doença. Discute-se a emergência da APS determinante de novas articulações entre práticas e saberes e relações entre Indivíduo-Sociedade-Homem-Natureza constituintes, por sua vez, de determinados espaços que possibilitariam o surgimento de sujeitos sociais e a construção de um novo paradigma para a saúde baseado nas categorias Vida, Saúde e Cura.
Mestrado
Mestre em Saúde Coletiva