Author(s): Santos, Guilherme
Date: 2025
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10314/10174
Origin: Repositório Científico da Universidade Politécnica da Guarda
Subject(s): Hidrocarbonetos; Ambiente; Decantação; Intermediate Bulk Container; Segurança
Author(s): Santos, Guilherme
Date: 2025
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10314/10174
Origin: Repositório Científico da Universidade Politécnica da Guarda
Subject(s): Hidrocarbonetos; Ambiente; Decantação; Intermediate Bulk Container; Segurança
Tendo em conta as crescentes preocupações ambientais e a necessidade urgente de se obterem soluções práticas e económicas, mas, ao mesmo tempo, eficazes para limitar os danos ambientais provocados por substâncias altamente poluentes como são os fluídos essenciais ao funcionamento de um veículo automóvel, surgiu como algo natural e essencial a construção de um separador de resíduos líquidos que contêm hidrocarbonetos a custos sustentáveis para micro e pequenas empresas no âmbito da mecânica automóvel. O separador de hidrocarbonetos foi projetado e construído a partir de tanques IBC (intermediate bulk container), ou seja, os cubos de material polimérico de um metro cúbico de capacidade. Este sistema passa por uma ligação entre, pelo menos, três cubos, correspondendo a três fases diferentes da separação do óleo da água. Numa primeira fase (cubo um), ocorre a separação por decantação de resíduos sólidos (parafusos, areias, pedras, borrachas, …) existentes no meio líquido. Nesta fase ocorre já também uma primeira separação dos hidrocarbonetos presentes na água devido à diferença da massa volúmica entres os dois fluídos. Na segunda fase (cubo dois) através de placas que aglutinam as partículas mais finas acontece a segunda separação entre os hidrocarbonetos e a água. Na terceira fase (cubo três) a separação já deve estar concluída e neste cubo só deverá existir água que, depois de analisada, poderá ser devolvida à rede de esgotos ou ser reaproveitada para lavagens. Os hidrocarbonetos resultantes da separação deverão ficar armazenados num recipiente próprio e estanque de acordo com as normas de segurança em vigor. Estes resíduos serão, depois, recolhidos por empresas especializadas. Este sistema construído a partir dos IBCs tem baixo custo e um design simples. A facilidade de manuseamento permite que qualquer pequena unidade de reparação automóvel a possa utilizar e incorporar nas suas rotinas.