Author(s): Dias, Cláudia N
Date: 2021
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10314/5204
Origin: Repositório Científico da Universidade Politécnica da Guarda
Subject(s): Infância; desenvolvimento; provas de Piaget
Author(s): Dias, Cláudia N
Date: 2021
Persistent ID: http://hdl.handle.net/10314/5204
Origin: Repositório Científico da Universidade Politécnica da Guarda
Subject(s): Infância; desenvolvimento; provas de Piaget
Este relatório de estágio tem como finalidade expor todo o trabalho realizado ao longo das Práticas de Ensino Supervisionadas I e II, (PES I e PES II). Estes estágios estão integrados no plano de estudos da Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto da Guarda (ESECD), do Curso de Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico. Neste trabalho consta a descrição e reflexão crítica e fundamentada de toda a experiência ao longo da PES. A unidade curricular de PES é subdividida em PES I e PES II. Ambas se realizaram na cidade da Guarda, sendo que a PES I se concretizou no Jardim de Infância da Sé, com um grupo de crianças com idades compreendidas entre os 5 e 6 anos e a PES II decorreu na Escola Básica Augusto Gil, com uma turma do 4º ano de escolaridade. No decorrer da minha ação educativa foi realizado o meu estudo empírico, relacionado com a replicação de algumas provas de Piaget tendo em conta o uso das novas tecnologias. Este estudo teve como principal objetivo compreender se as crianças desta geração, por terem facilidade de acesso às tecnologias, conseguem realizar mais facilmente as provas piagetianas comparativamente às crianças da geração de Piaget. A questão central deste estudo é: será que o uso das tecnologias por parte das crianças influencia o desenvolvimento do seu raciocínio, de modo a realizarem com sucesso as provas clássicas piagetianas precocemente? Os sujeitos integrantes deste estudo foram 5 crianças do Pré-Escolar, entre os 5 e 6 anos de idades e 5 crianças do 1.º CEB, entre os 7 e 8 anos. Para obter resultados apliquei o método clínico de Piaget e realizei assim as entrevistas utilizando nestas o contra-argumento. No final, os resultados mostraram que, apesar das várias vantagens que a tecnologia apresenta, todas as crianças passam por um processo de desenvolvimento cognitivo que não se altera por maior que seja o avanço tecnológico, pois cada um tem o seu tempo para desenvolver a cognição que, sem dúvida, depende do nível de maturação.